
Mas isto também se passa no Portugal de Sócrates, onde a geração mais bem preparada de sempre em termos académicos e mais capaz de enfrentar desafios profissionais e sociais parece afinal condenada ao desemprego. Nunca se estudou tanto como agora mas nunca as perspectivas foram tão negativas como agora. Felizmente, há Angola que, à falta de melhor, vai servindo como minorar as dores do desemprego e da deflação. Para as estatísticas serem menos chocantes deste lado da península.
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