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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Sondagem dá ligeira vantagem ao PS...

A duas disputas "privadas" se assistirá nas eleições de domingo: pela vitória, entre socialistas e sociais-democratas; pelo "pódio", entre comunistas e bloquistas.
Por ora, como se diz no desporto, o marcador só regista empates.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Tiro ao alvo

Se Sócrates ganhar as próximas eleições legislativas

Foi um inquérito a que somente 23 leitores deste blogue, conseguiram responder.

Compreendo-os!

Realmente, entre as respostas possíveis:

A -Aplaudo com regozijo = 26%

B - Emigro e nem de férias cá venho = 52%

C- Desesperado, suicido-me 21%

As alternativas propostas ao apoio a este primeiro-ministro eram dramáticas. Entre a emigração e o suicídio, venha o diabo e escolha.

Não foi inocente que só houvesse essas três hipóteses

O que, para mim está em causa, é saber se os cidadãos ainda acreditam, ou não em José Sócrates.

Pela amostragem, apenas 26% mantêm confiança em Sócrates e no seu governo.

Acerca disto, está tudo dito e visto.

Entretanto está online uma petição há dois dias a que é possível aceder directamente através do endereço:

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N


Tal petição, a enviar à Assembleia da República, destina-se a criar o "Movimento do Descontentamento".

Estranha-se que somente haja recolhido, até este momento, 13 assinaturas.

Será que os portugueses andam todos felizes com a política deste governo e me enganei?

Ou será que o medo já é tanto que são incapazes de dar a cara?


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sondagem...PS fica àquém da maioria absoluta e PSD está a crescer...

Apesar da crise económica e dos desenvolvimentos do caso Freeport, os portugueses voltariam a confiar no PS para governar caso as eleições legislativas ocorressem neste momento, segundo o barómetro do Centro de Sondagens da Universidade Católica, elaborado para o DN, JN, Antena 1 e RTP. Neste estudo de opinião, estima-se que os socialistas conseguiriam 41% das intenções de voto, o que fica aquém do resultado obtido em 2005 e longe, por isso, da maioria absoluta. Já o PSD cresceria para os 34%, quando nas anteriores legislativas, sob o comando de Pedro Santana Lopes, obteve 29% dos votos expressos.
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Na sondagem que o DN divulgou no sábado sobre as intenções de voto nas eleições europeias, o PS também aparecia à frente do PSD, mas a uma distância menor do que nesta projecção relativa às eleições para a Assembleia da República. Os socialistas conseguiam 39% dos votos e o PSD 36%. O que aponta para uma penalização superior do eleitorado ao partido de governo nas eleições de 7 de Junho do que nas legislativas que decorrerão no Outono.
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A força liderada por Manuela Ferreira Leite tem, apesar de tudo, um resultado mais risonho nesta projecção do que nas várias sondagens que têm vindo a público sobre as legislativas. O PSD tem surgido consecutivamente na fasquia dos 30%, e até abaixo, quando neste barómetro atinge os 34%, o que coloca o partido a sete pontos percentuais do principal rival.Recorde-se que em 2005 o partido obteve o terceiro pior resultado nas legislativas desde 1976. Nesse ano, o então PPD de Sá Carneiro conseguiu apenas 24% dos votos e na sequência da queda da AD, nas eleições de 1983 só atingiu os 27%, altura em que forma com o PS (partido mais votado com 36%), o famoso governo de bloco central.
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À esquerda do espectro partidário, o BE é a força que mantém consistência de crescimento eleitoral ao atingir a fasquia dos 12% nas intenções de voto deste barómetro. O que a concretizar-se nas legislativas representaria o crescimento para o dobro da sua representação parlamentar e colocaria o partido como a terceira força na AR. Nas eleições de 2005, o BE conseguiu 6% dos votos e oito mandatos no Parlamento.
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A CDU, a coligação PCP/PEV, ao situar-se nos 7% nas preferências dos inquiridos, desce em comparação com anteriores estudos de opinião (que a têm situado na casa dos 10%) e também com as anteriores legislativas. Há quatro anos, a coligação liderada por Jerónimo de Sousa obteve 8% dos votos e 14 deputados em São Bento.
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Queda drástica neste barómetro sofre o CDS/PP. O partido de Paulo Portas fica-se pelos 2%, quando em 2005 conseguiu 7% e 12 mandatos na AR, ficando à frente do Bloco. Mesmo em 1987, na primeira maioria absoluta de Cavaco Silva, quando ficou reduzido a quatro deputados, o que valeu à bancada parlamentar o apelido de "táxi", o CDS obteve mais de 4% dos votos expressos.
in DN
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A maioria absoluta PS, foi chão que deu uvas...adivinha-se um governo PS sem maioria, o que significa que Sócrates terá que deixar o "posso e mando" e fazer um curso intensivo de humildade, se quiser continuar no "poleiro"...
A mim, "cheira-me" a que o homem não se aguenta a não ser que caia do céu uma dessas coligações manhosas do tipo Bloco Central, ou mesmo a aberração, PS/CDS...

domingo, 12 de abril de 2009

Sondagem: avaliação da comunicação de Manuela Ferreira Leite...

A líder do PSD diz que fala mas que poucos dão atenção ao que diz.
Na sua opinião, qual é a principal causa de Manuela Ferreira Leite não ser ouvida?
Falta de credibilidade: 12,5%
Má actuação quando foi governante: 11,9%
Má comunicadora: 10%
Conteúdo sem interesse: 9,7%
Só critica, não propõe: 9,0%
Sem carisma/sem liderança: 7,7%
Retrógada/Incompetente: 5,8%
Antipatia: 3,4%
Descrédito dos políticos em geral: 2,1%
Por ser mulher: 2,1%
Desentendimentos no PSD; 1,3%
Manipulação do Governo: 0,6%
Outras razões: 0,5%
Sem opinião: 23,4%
in CM
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Estamos feitos e com poucas alternativas...Valha-nos a santa Esquerda!!!...

terça-feira, 7 de abril de 2009

Cuidado : o Sócrates já se lançou em campanha


Notícia de ontem do site da RTP:

*40% dos portugueses com perturbações mentais*

Sondagem da semana passada divulgada na comunicação social:

*PS recolhe 40% da preferência de voto dos Portugueses*

E ainda há quem não acredite em sondagens...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Caso Freeport/Sondagem...Sócrates em baixa...

Explicações de Sócrates não foram suficientes
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O processo Freeport está a abrir brechas na credibilidade de José Sócrates. A esmagadora maioria dos inquiridos na sondagem (61%) acham que o primeiro-ministro deixou coisas por esclarecer. E uma percentagem significativa (43%) não acredita que não tenha havido favorecimento.
José Sócrates já convocou a Comunicação Social por duas vezes, para falar sobre o processo Freeport. A primeira, há pouco mais de uma semana, na Alfândega do Porto. A segunda, no Palácio de S. Bento, residência oficial do primeiro-ministro, na quinta-feira passada.
No entanto, e a julgar pela sondagem telefónica que a Universidade Católica realizou durante o último fim-de-semana, José Sócrates não convenceu os portugueses. Entre os 84% de inquiridos que ouviram falar do caso Freeport, a esmagadora maioria (61%) entende que o primeiro-ministro deixou coisas por esclarecer. Apenas uma pequena franja (18%) se sente completamente esclarecida.
Pior ainda, são também em maior número os portugueses que entendem que houve alguma espécie de favorecimento no processo de aprovação do Freeport. Quando confrontados com a afirmação de José Sócrates, segundo o qual não houve favorecimento, são 43% os que dizem não acreditar no primeiro-ministro. Quase o dobro dos que acreditam (23%). Sendo que um terço dos inquiridos (32%) não é capaz de opinar sobre matéria tão sensível.
Quando se cruzam estas questões com a identificação partidária dos inquiridos, os resultados são diferentes. Entre quem não tem simpatia por qualquer partido, como entre os que a têm por partidos de oposição, a desconfiança face a José Sócrates aumenta.
Mas mesmo entre os simpatizantes socialistas se nota que a imagem do também secretário-geral do PS está fragilizada.
Se é verdade que 45% dos inquiridos se sentem esclarecidos, são quase tantos (37%) os que não estão. Os que acreditam que não houve favorecimento são 48%, mas ainda há 21% que respondem em sentido contrário. Resumindo, apenas metade dos simpatizantes socialistas parece manter confiança absoluta no líder do PS.
Tendo em conta as respostas anteriores, facilmente se concluiria que a opinião sobre José Sócrates não seria a melhor por estes dias.
Embora 50% não tenha registado mudanças (a sondagem não esclarece se a opinião era boa ou má), são muitos mais os que apontam uma mudança de opinião para pior (31%) dos que os que escolhem para melhor (8%).
No que José Sócrates parece estar a ser relativamente eficaz é na retórica sobre a "campanha negra" de que diz estar a ser alvo. A maior fatia de inquiridos (38%) está de acordo, embora se registe um empate técnico (36%) com quem não subscreve tal argumento. E, aqui sim, funciona em pleno a solidariedade partidária, uma vez que são 72% os simpatizantes socialistas que também alinham na tese da cabala.
Os dotes comunicacionais de José Sócrates ficam claramente confirmados nesta sondagem. Porque, independentemente do que pensam sobre o processo Freeport e sobre o envolvimento directo do primeiro-ministro, os inquiridos não penalizam a sua actuação neste assunto.
Se excluirmos os que não sabem ou não respondem, a amostra divide-se rigorosamente ao meio entre os que acham que Sócrates tem agido bem ou muito bem e os que acham que tem agido mal ou muito mal.
in JN