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domingo, 5 de julho de 2009

Absolutamente inteligente!...

Um exemplo engenhoso do discurso e da política ocorreu recentemente na Assembleia das Nações Unidas e fez a comunidade do mundo sorrir.

Um representante de Palestina começou: "Antes de começar a minha intervenção, quero dizer-lhes algo sobre Moisés:

Quando partiu a rocha e inundou tudo de água, pensou: «Que oportunidade boa de tomar um banho!»

Tirou a roupa, colocou-a ao lado sobre a rocha e entrou na água.

Quando saiu e quis vestir-se, a roupa tinha desaparecido. Um israelita tinha-a roubado.

O representante israelita saltou furioso e disse, "Que é que você está a dizer? Os israelitas não estavam lá nessa altura."

O representante palestiniano sorriu, e disse:

"E agora que se tornou tudo claro, vou começar o meu discurso."

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

O gueto de Gaza!...

A hipocrisia desceu de novo à rua no dobrar de mais um ano. Perante o horror de centenas de palestinianos mortos e feridos pelo genocídio que Israel continua a levar a cabo em Gaza, não se podem aceitar nem entender posições de falsa equidistância ou pretensa imparcialidade.
Quem se abriga neste posicionamento, covarde ou conscientemente cúmplice, não pode deixar de ser também politicamente responsável pela morte de centenas de civis palestinianos, (homens, mulheres e crianças), que nada por nada pode justificar. Nem sequer o pretexto de responder a algumas dezenas de rockets artesanais lançados de Gaza, os quais, para além do barulho, nunca tiveram consequências vitais significativas, na população ou património israelita.
Importa lembrar aos praticantes da "equidistância conveniente" que o genocídio não começou com os mais recentes ataques da aviação israelita a faculdades, mercados, mesquitas ou tudo o que "mexesse" em Gaza.
O genocídio começou há muito e prosseguiu durante o famoso cessar-fogo, cuja violação se quer também atribuir aos palestinianos para poder justificar a (falsa) imparcialidade.
O genocídio existe à moda do "Gueto de Varsóvia", com o controle absoluto do espaço aéreo, portos e todas as fronteiras de Gaza (mesmo as que, como com o Egipto, não são fronteiras de Israel), com o cerco total de Gaza e da sua população, atrasando e impedindo a ajuda médica e humanitária para a população civil.
O genocídio é, enfim, a asfixia total de uma das zonas mais densamente povoadas do Médio Oriente, haja ou não cessar-fogo.
Sublinhe-se também que, em Gaza, o cessar-fogo tem um conceito próprio para quem está mais apostado no genocídio que na Paz. No tal período de tréguas, por um acaso que o nunca o é sempre que de um lado está Israel, houve pelo menos uma incursão militar em Gaza e mais de meia centena de palestinianos morreram, enquanto nem um israelita - civil ou militar - foi atingido (não obstante os "mortíferos" rockets)…
Honorio Novo
in JN

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

quarta-feira, 14 de maio de 2008

ISRAEL

O Estado de Israel, criado a 14 de Maio de 1948, faz hoje 60 anos.

Durante estas seis décadas, levou a cabo uma política expansionista de ocupação sem respeito pelo povo da Palestina, destabilizou a região, originou várias guerras – algumas intermitentes, latentes e ainda em curso – sem fim à vista.

À revelia de inúmeras resoluções da ONU, tem conseguido impor a sua vontade com o indefectível apoio norte-americano e do lóbi judaico espalhado pelo mundo.

Possui armamento nuclear e tem as forças armadas mais poderosas da região.

Ao criar o problema palestiniano – não permitindo que a Palestina seja um Estado soberano e independente, e ocupando e colonizando o seu território - incendiou o Médio Oriente e está na génese do terrorismo fundamentalista islâmico, pondo permanentemente em risco a segurança e a paz mundial.