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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Salários devem ou não baixar?...

Para Portugal ganhar competitividade é preciso reduzir as remunerações?
José Silva Lopes acha que sim, para combater o desemprego. Jorge Santos diz que não, sob pena de não haver estímulos para ganhar produtividade
Num debate vivo, os dois economistas analisam o impacte dos salários na competitividade da economia portuguesa, e apontam caminhos para reduzir o défice externo e para Portugal enfrentar a crise e o aumento do desemprego, que ambos consideram inevitável.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Tiro no pé


Europeias: primeiro debate com «bocas» para todos os gostos

Cabeças-de-lista confrontaram propostas; Vital Moreira queixou-se do «quatro contra um»

No debate estiveram representantes de cinco partidos que concorrem às europeias: PS, PSD, PCP, CDS-PP e BE.
É óbvio que cada um defendeu os seus pontos de vista, contrariando os adversários.
Que esperava Vital Moreira? Que os outros partidos, seus adversários, o apoiassem? Com este queixume, Moreira começou Vitalmente mal a sua campanha.
Tiro no pé, em cheio.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Agostinho da Silva partiu há 15 anos

Capa do 3º número da revista Nova Águia, a lançar hoje



Agostinho da Silva em debate 15 anos após a sua morte


O legado de Agostinho da Silva estará em debate esta sexta-feira, dia 3 de Abril, num colóquio organizado pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL) e em que participarão, entre outros, Adriano Moreira e António Braz Teixeira.
Organizado pelo Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa e pela Associação Agostinho da Silva, o colóquio - «O legado de Agostinho da Silva: quinze anos após a sua morte» - tem agendadas diversas sessões ligadas aos estudos desenvolvidos pelo filósofo.
Renato Epifânio, docente do Departamento de Filosofia da FLUL, parte da Direcção da Associação Agostinho da Silva e um dos organizadores do colóquio, reconheceu à Lusa a dificuldade em centrar o legado de Agostinho da Silva «num só campo».
«Agostinho da Silva teve um pensamento complexo com múltiplas facetas», analisa.
Numa visão «mais pessoal», o docente descreve o «sentido de uma consciência lusófona» como o legado maior deixado pelos estudos de Agostinho da Silva, particularmente no que refere ao seu impacto enquanto «um dos mentores da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa)».
Segundo o organizador, o colóquio a realizar sexta-feira tem «diversos objectivos diferentes».
«Do ponto de vista científico - assinalou - será apresentado o portal de Internet 'Agostinho da Silva', onde irão estar disponíveis algumas obras completas de Agostinho da Silva».
Outra das iniciativas será a apresentação do terceiro número da «Nova Águia: Revista de Cultura para o Século XXI», com «Agostinho da Silva em destaque», indicou ainda.
Agostinho da Silva, referenciado como um dos principais intelectuais portugueses do século XX, nasceu no Porto em 1906, tendo vindo a falecer em Lisboa em 1994, aos 88 anos de idade.
O colóquio «O legado de Agostinho da Silva: Quinze anos após a sua morte» decorre a partir das 10:00 no Anfiteatro I da FLUL e terá ao longo do dia participações de Adriano Moreira, António Braz Teixeira, Paulo Borges e Manuel Ferreira Patrício, entre outros.
Diário Digital / Lusa

domingo, 3 de agosto de 2008

Corrente de opinião socialista organiza debate

"Não haja ilusões! O primeiro-ministro pode vir dizer, como disseram ao longo de mais de duas décadas os seus antecessores, que com esta revisão é que se vai melhorar as condições dos trabalhadores, a produtividade, a competitividade e o desenvolvimento do país, que isso não altera a realidade: daqui a uns tempos vamos constatar, como aconteceu no passado, que estamos pior". Esta declaração é de Manuel Carvalho da Silva, líder da CGTP, entrevistado pela "Ops", uma revista on-line editada pela Corrente de Opinião Socialista de Manuel Alegre, e que foi lançada em Julho.

Neste primeiro número, dedicado ao sindicalismo e ao trabalho, há textos de várias proveniências, de dentro e de fora do PS. A Manuel Alegre cabe escrever o editorial, onde denuncia que "a esquerda em Portugal e na Europa atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história". "Com a queda do muro de Berlim esperava-se a emergência do socialismo democrático. Mas o que veio foi o capitalismo global, a globalização desregulada, passe o paradoxo, pelas regras do banco Mundial, do FMI, da OCDE e outras organizações internacionais, que fizeram do neo-liberalismo um novo pensamento único".

É contra isto que nasce a revista.


Nuno David, militante do PS e professor no ISCTE, é o editor da revista. Ao DN, diz que o objectivo é "reflectir o socialismo democrático face aos desafios da sociedade global, num momento em que é extremamente importante mobilizar novas ideias para o PS e para a esquerda".

Para Nuno David, estamos num "tempo de mudança": "A conflitualidade social leva-nos a crer que os modelos neoclássicos não convergem necessariamente para um equilíbrio e o bem-estar social". Aqui, neoclássico significa neoliberal.

Ana Sá Lopes, Pedro Saraiva, Arquivo DN

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