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terça-feira, 2 de junho de 2009

Professores em Manifestação...

Numa demonstração de enorme dignidade e de resistência cívica aos desmandos prepotentes da Maioria Absoluta do Partido Xuxialista ( não confundir com Socialismo e Solidariedade) do «inginheiro» Sócrates e da sua inseparável ( e inqualificável) ministra da (des)Educação Lurdes Rodrigues, mais todos os só-cretinos que os apoiam, cerca de 80.000 Professores e Educadores de todo o país estiveram no sábado na rua em Lisboa para dizer NÃO a esta política (des)educativa, em especial o Estatuto da Carreira Docente e o Modelo autocrático de Gestão das Escolas em vias de implementação.
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A realização de mais esta grande manifestação constitui uma prova inequívoca da rejeição de toda uma classe profissional pelas orientações políticas do actual Governo de Sócrates/Lurdes Rodrigues e um sintoma do mal-estar, descontentamento e divergência da população em geral face às decisões e medidas tomadas pelo governo e o Partido que o sustenta.
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A luta dos professores, ao longo dos últimos tempos é também um exemplo a ser levado em conta por todos os trabalhadores assalariados em defesa dos seus direitos e pela dignificação da sua profissão contra os abusos de poder e as interferências estranhas que nos querem impingir em nome do todo-poderoso mercado, e dos seus subprodutos ideológicos (ex: concorrência, competição, gestão unipessoal, avaliação de competências, hierarquização e segmentação profissional, etc, etc) que visam converter o ensino e a educação num negócio, funcionalizar (isto é, «menorizar») os professores e educadores, anular o direito à educação para todos, e impedir a construção de uma escola pública de qualidade.
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Porque uma escola pública democrática e de qualidade (inspirada na ética da dignificação e emancipação social, aspiração inerente a todos os indivíduos) é o contrário à escola-mercadoria com professores-funcionários que é próprio da educação mercantilizada ( inspirada nos valores do lucro, da rentabilização imediata, e da exclusão social de quem não tem dinheiro para pagar a sua educação...)
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Não à Escola ocupacional e massificadora para cidadãos apáticos e telecomandados.
Sim à Escola democrática de qualidade, formadora de indivíduos livres e activos com consciência crítica
in Blog A Sinistra Ministra

sábado, 30 de maio de 2009

Hoje...Professores prometem voltar a encher Avenida...

Apesar de o desgaste do final do ano lectivo não aconselhar a grandes optimismos, Plataforma Sindical acredita em manifestação "comparável" às anteriores, com cerca de 80 mil pessoas.
A grande meta é pressionar o futuro Governo.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Professores em Luta...

A Plataforma sindical dos professores convocou para o próximo dia 30 de Maio uma nova manifestação nacional contra a política educativa de Maria de Lurdes Rodrigues.
A manifestação será precedida de uma jornada de protesto, de luta e de luto no dia 26 de Maio, quando os docentes paralisarão dois tempos lectivos (90 minutos), durante os quais aprovarão posições de escola.
"É importante fazer um grande protesto contra o desrespeito que a equipa do ministério continua a manifestar pelos professores e pela escola pública", disse Mário Nogueira, secretário-geral da FENPROF
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A plataforma vai ainda enviar uma carta aberta ao primeiro-ministro, no próximo dia 12, e no dia 20 vai entregar o abaixo-assinado que tem sido subscrito pelos docentes nas escolas.
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Há duas semanas que a plataforma vinha ouvindo os educadores de infância e professores nas escolas. Das cerca de 1400 reuniões realizadas, "destacou-se um clima de grande insatisfação e profunda indignação dos professores", disse Mário Nogueira.
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Os motivos de descontentamento, segundo os sindicalistas, prendem-se com a recusa do Ministério da Educação de alterar os aspectos mais gravosos do Estatuto de Carreira Docente, mantendo-se inflexível em relação à divisão dos professores em categorias e ao modelo de avaliação que insiste em aplicar.
in Esquerda.net

segunda-feira, 9 de março de 2009

Cordao Humano de Professores...

Este sábado cerca de 10 mil professores paralisaram a cidade de Lisboa, num cordão humano que ligou o Ministério da Educação à Assembleia da República.
Ana Benavente, ex-secretária de estado da educação durante o governo Guterres, marcou presença no protesto e deixou um recado ao governo.

domingo, 16 de novembro de 2008

Educação...Mais uma...

Milhares de professores protestam contra este modelo de avaliação
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A manifestação convocada pelos movimentos de professores juntou milhares de pessoas - os organizadores anunciaram 25 mil - no protesto contra a avaliação. Do Marquês de Pombal a São Bento, os manifestantes afirmaram o seu desagrado pelas políticas da ministra e disseram que este protesto vem reforçar ainda mais a luta contra a intransigência do governo.
No final do plenário em São Bento, foi anunciado um encontro nacional de escolas em luta para 6 de Dezembro.
Vieram de todo o país para reforçar a luta dos professores, e boa parte dos presentes manifestam-se nas ruas da capital pelo segundo sábado consecutivo, rejeitando divisões entre sindicatos e movimentos.
"Não há divisão dos professores. A manifestação de hoje é um reforço da posição dos docentes. Estaremos cá outra vez daqui a oito dias se for preciso", afirmou Rosário Madruga à agência Lusa, acrescentando ter estado na manifestação dos 120 mil professores na semana passada.
Nos cartazes e faixas da manifestação podia ler-se "Votar no PS nunca mais", "Mudar de políticas, mudar a escola", "Com tanta papelada fica a turma abandonada", Não ao memorando", "Esta avaliação, não" e "Política educativa do PS - fim do ensino público".Os manifestantes encheram por completo o espaço em frente da Assembleia da República e ouviram intervenções apelando à suspensão da avaliação em cada escola e testemunhando as dificuldades por que passa a classe docente e o ambiente escolar que se degrada a cada semana que passa.
Uma delegação dos manifestantes foi recebida pelos grupos parlamentares, à excepção do PS, PCP e PEV. Cecília Honório, deputada do Bloco de Esquerda, recebeu os movimentos e defendeu que "esta luta tem de continuar pois as medidas que o Governo tomou perturbam radicalmente o funcionamento das escolas".
"É ridículo. Para cada um dos professores que tenho que avaliar preciso de preencher 44 folhas. Se fizermos as contas no nosso Agrupamento, que tem 133 professores, teríamos de preencher ao todo 5.862 páginas, que pesam 33 quilos e duzentas gramas", disse um professor titular de Esposende à Lusa.
Milhares de professores protestam