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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Aristides de Sousa Mendes...O Diplomata que salvou milhares de pessoas do Holocausto...55º aniversário da sua morte...

Aristides de Sousa Mendes (Cabanas de Viriato, 19 de julho de 1885 — Lisboa, 3 de abril de 1954) foi um diplomata português.
Recusou-se a seguir as ordens do seu governo (o regime de Salazar) e concedeu vistos a refugiados de todas as nacionalidades que desejavam fugir da França em 1940, ano da invasão da França pela Alemanha Nazi na Segunda Guerra Mundial.
Aristides salvou dezenas de milhares de pessoas do Holocausto.
Foi o "Oskar Schindler português" (comparação pouco reconhecedora do facto de Aristides ter salvo um número muito superior de pessoas das de Schindler).
Índice
1 Antes de 1940
2 A Segunda Guerra Mundial
3 O seu castigo no Portugal de Salazar
4 As pessoas salvas por Aristides
5 Reconhecimento
6 Ligações externas
A casa em ruínas, de Aristides de Sousa Mendes
Parece que já foi disponibilizada verba para a recuperação da casa, destinada a um futuro museu...Finalmente faz-se justiça...

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

João Cabral de Melo Neto...Foi um Poeta e Diplomata Brasileiro...

João Cabral de Melo Neto (9 de janeiro de 1920, Recife – 9 de outubro de 1999, Rio de Janeiro) foi um poeta e diplomata brasileiro.
Sua obra poética, caracterizada pelo rigor estético, com poemas avessos a confessionalismos e marcados pelo uso de rimas toantes, inaugurou uma nova forma de fazer poesia no Brasil.
Irmão do historiador
Evaldo Cabral de Melo e primo do poeta Manuel Bandeira e do sociólogo Gilberto Freyre, João Cabral foi amigo do pintor Juan Miró e do poeta Joan Brossa. Membro da Academia Pernambucana de Letras e da Academia Brasileira de Letras, foi agraciado com vários prêmios literários.
Quando morreu, em 1999, especulava-se que era um forte candidato ao Prêmio Nobel de Literatura.
Índice
1 Sobre sua obra
2 Curiosidades
3 Bibliografia
4 Prêmios
5 Academia Brasileira de Letras
6 Referências
A EDUCAÇÃO PELA PEDRA
.
Uma educação pela pedra: por lições;
para aprender da pedra, freqüentá-la;
captar sua voz inenfática, impessoal
(pela de dicção ela começa as aulas).
A lição de moral, sua resistência fria
ao que flui e a fluir, a ser maleada;
a de economia, seu adensar-se compacta:
lições de pedra (de fora para dentro,
cartilha muda), para quem soletrá-la.
Outra educação pela pedra: no Sertão
(de dentro para fora, e pré-didática).
No Sertão a pedra não sabe lecionar,
e se lecionasse não ensinaria nada;
lá não se aprende a pedra: lá a pedra,
uma pedra de nascença, entranha a alma