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terça-feira, 29 de abril de 2008

domingo, 27 de abril de 2008

segunda-feira, 21 de abril de 2008

ÚLTIMA HORA

MANUELA FERREIRA LEITE VAI CANDIDATAR-SE À PRESIDÊNCIA DO PSD COM O APOIO DE RUI RIO

Maria Manuela Dias Ferreira Leite (n. Lisboa, 3 de Dezembro de 1940), economista e dirigente política portuguesa.

Licenciou-se em Economia, pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (actual ISEG) em 1963, com média final de 16 valores, obtendo os prémios ex-aequo concedidos ao "aluno mais distinto do curso", ao "aluno mais classificado do curso de Economia" e ao "aluno mais classificado na cadeira de Política Ultramarina".

Militante do PSD, partido pelo qual foi Deputada à Assembleia da República, exerceu funções governativas em 1990 como Secretária de Estado do Orçamento até 1991, seguindo-se o cargo de Secretária de Estado Adjunta e do Orçamento, que cessou em 1993 para ser, até 1995, Ministra da Educação. Durante o período de 1995 a 1999 presidiu à Comissão Parlamentar de Economia, Finanças e Plano da Assembleia da República.

No governo de Durão Barroso, torna-se Ministra de Estado e das Finanças, numa altura em que uma situação orçamental grave leva a uma série de decisões impopulares, adquirindo a alcunha, numa alusão a Margaret Thatcher, de «Dama de Ferro». Por divergências com Pedro Santana Lopes afastou-se da vida política activa em 2004, que retomaria na liderança do PSD de Luís Marques Mendes. A par disto tem exercido funções no Banco de Portugal.

Manuel Ferreira Leita é bisneta do jurista e político José Dias Ferreira, que chegou a ocupar o cargo de Presidente do Ministério (primeiro-ministro), na última fase da monarquia constitucional portuguesa.

CRISE NO PSD...

Com sorriso de Mona Lisa e Ego inchado, o Engenheiro olha a crise no PSD...
Zé Povinho observa e espera a ver em que "param as modas"...

domingo, 20 de abril de 2008

A ESPERANÇA É SEMPRE A ÚLTIMA A MORRER

Em entrevista ao DN de hoje, José Miguel Júdice declara.

“O risco é que o jogo político, que desde 76 se faz entre o PS e um bloco à sua direita, se passe a fazer entre o PS e um bloco à sua esquerda. Eu acho que isto é péssimo para o regime(…) e acho perfeitamente possível que um bloco à esquerda do PS possa chegar aos 30%. (…) Um líder populista de esquerda, bravo, determinado, corajoso, coerente, independente, que fale para os danados da terra, que fale para aqueles que estão a sofrer e estão a sofrer muito, pode fazer esse resultado.”

Pois pode, e que Deus o oiça, meu caro Júdice.

Mas não precisa de ser “populista” nem falar somente para “os danados da terra” porque os “que estão a sofrer e estão a sofrer muito” já são a esmagadora maioria dos portugueses. Atrevo-me a dizer que são todos os reformados, desempregados, trabalhadores por conta de outrem e pequenos ou médios empresários. Enfim: todos menos os banqueiros e especuladores ditos investidores.

Quanto ao risco, esse não é que “o jogo político se passe a fazer entre o PS e um bloco à sua esquerda”. Acontece que o tal jogo “que desde 76 se faz entre o PS e um bloco à sua direita” conduziu ao lamentável “estado a que isto chegou” como diria o meu saudoso camarada Salgueiro Maia.

O risco é que os eleitores continuem a apostar num PS cada vez mais à direita, ou numa aliança de Sócrates com os náufragos “reciclados” do tal bloco de direita com que Júdice sonha restaurar o PPD/PSD . Isso sim, é um risco.