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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Esperteza de advogada...

Um Chefe da Máfia descobriu que o seu Contabilista tinha roubado 10milhões de Euros nas contas.
O Contabilista era surdo-mudo e, por isso , fora admitido . Assim não poderia ouvir nada e, no caso de um eventual processo , não poderia depôr como testemunha.
Quando o Chefe da Máfia foi ter com ele para 'conversar' sobre o eventual roubo dos10 milhões, levou consigo uma Advogada que, também, sabia linguagem gestual.
O Chefe perguntou ao Contabilista:
- 'Onde estão os 10 milhões que o Senhor me roubou?'
A Advogada, usando a linguagem gestual, transmitiu a pergunta ao Contabilista, que logo respondeu (em sinais):
- 'Eu não sei de nada do que estão a falar!'
A Advogada traduziu para o Chefe da Máfia:
- 'Ele diz que nem sabe do que estamos a falar.'
O Mafioso saca de uma pistola 45, encosta-a à testa do Contabilista, aos berros para a Advogada:
- 'Pergunte-lhe novamente onde estão os meus 10 milhões que ele roubou!'
A Advogada, por sinais, disse ao desgraçado:
- 'Se o Senhor não contar onde está o dinheiro, o Chefe mata-o imediatamente!'
O Contabilista sinalizou a resposta:
- 'OK! Vocês ganharam, o dinheiro está numa mala de pele castanha, enterrada no quintal da casa do meu Primo Enzo, no nº 400, da Rua 26, 8º quarteirão, no Bairro de Queens!'
O Mafioso perguntou à Advogada:
- O que é que ele disse?'
A Advogada respondeu:
- 'Ele disse que não tem medo de maricas e que o senhor não é macho o suficiente para premir o gatilho!'...

terça-feira, 3 de março de 2009

A "Mafia" em Portugal...

Em Portugal nem todas as empresas sabem o que é a crise, não sabem o que é ter prejuízos, não sofrem muito com a carga fiscal e estão ao abrigo de decisões incómodas dos políticos.
São empresas que consideram Portugal o seu território de caça, para as quais o mercado não tem o incómodo da concorrência, a concorrência entre elas é substituído por um código de cortesia na partilha dos recursos e mercados nacionais.
São empresas que apesar de o país não se desenvolver têm crescido exponencialmente nas últimas décadas.
Sem princípios e desprezando quaisquer objectivos de ordem nacional, revelam um total desprezo pela situação económica do país e pelas dificuldades que possam sentir os seus clientes. São os grandes gatunos de Portugal:
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1.º Lugar: A Banca
Com crise ou sem crise a banca tem sempre lucros e estes só não cresceram por má gestão e ganância que levou a perdas no valor das participações. Aliás, a crise tem servido para os bancos aumentarem os spreads com o argumento do risco, ainda que no momento da concessão do crédito a redução do spread dependa mais da diversidade de produtos adquiridos pelo cliente do que do seu risco.
Num ambiente de menor risco, pois a banca só concede crédito seguro, as taxas aumentaram com o argumento do risco, apesar de o dinheiro estar muito mais barato e de os seus clientes, enquanto contribuintes, contribuírem com o aval do Estado para que a banca consiga empréstimos mais baratos.
Os spreads na ordem 17 a 18% no crédito ao consumo não chegam para a ganância dos bancos e o argumento do risco é uma mentira, para os clientes que não conseguem cumprir com os pagamentos os bancos criaram empresas como a Capital + que emprestam com spreads na ordem dos 28% sem olhar a riscos.
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2.º Lugar: As grandes superfícies
As mesmas grandes superfícies que oferecem preços baixos aos clientes são as grandes ganhadoras de uma crise que leva muito dos seus fornecedores à falência, as pequenas e médias empresas que fornecem as grandes superfícies estão sujeitas à sua chantagem, são obrigadas a vender ao preço que lhes exigem e a aceitar condições de pagamento absurdas.
As mesmas superfícies que se desdobram em promoções para agradar aos clientes levam as empresas onde trabalham esses mesmos clientes à falência ou a situações que as impedem de remunerar condignamente os seus trabalhadores.
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3.º Lugar: As empresas de Telecomunicações
Graças à Internet e ao Audiovisual estas empresas superaram a morte anunciada das comunicações telefónicas assentes na rede de cobre. O crescimento exponencial do acesso à Internet e a moda das redes de cabo e da comunicação móvel permitiu-lhes atingir lucros nunca imaginados pelo sector.
Beneficiando da passividade do organismo regulador estas empresas podem vender com qualidade muito inferior ao que contratam com os clientes. Ninguém neste país acede à Internet com as velocidades prometidas.
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4.º Lugar: O Estado
Os políticos descobriram uma fórmula mágica de ganharem eleições, cobram mais impostos a muitos para distribuir por alguns. Como os ricos não declaram rendimentos, é a classe média que suporta, com os seus impostos, a despesa pública, embora não benefície disso pois é obrigada a colocar os filhos em escolas privadas ou a recorrer à medicina privada.
É ainda a classe média a única vítima das sucessivas reformas que supostamente modernizam um Estado que está sempre na mesma e, como se não bastasse, pagam os projectos dessas pseudo reestruturações, pejados de erros legais, elaborados por autistas e incompetentes (os assessores) no mundo de fantasia que são os gabinetes ministeriais.
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5.º Lugar: Empresas de Obras Públicas e Empresas Públicas
A transferência de Jorge Coelho da política para uma dos maiores fornecedores de obras públicas ao Estado diz tudo sobe a razão do sucesso destas empresas.
Dir-se-ia que se os políticos são os filhos das ditas, então as ditas são as empresas de obras públicas.
Transferem-se governantes incompetentes para as empresas públicas onde são incompetentes administradores e bem pagos .... e não têm que dar contas!!!
(por mail)
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A roubalheira é como a crise: veio para ficar...A impassividade dos governantes é notória. Colaboram, fecham os olhos ou assobiam para o lado e o povo que aguente uma ladroagem sem escrúpulos...
É o Portugal a saque...

quinta-feira, 17 de abril de 2008

A INVASÃO DE CUBA FOI HÁ 47 ANOS

DIAGRAMA DAS OPERAÇÕES
AZUL = INVASORES, CASTANHO = TROPAS CUBANAS

TROPAS CUBANASSOB COMANDO DE FIDEL

A Baía dos Porcos (em espanhol, Bahia de los Cochinos) é uma baía na costa meridional de Cuba. É mais conhecida por causa de uma tentativa de invasão mal sucedida por parte de mais de mil e duzentos exilados cubanos, que pertenceram ao regime de Fulgêncio Batista, apoiados pelos Estados Unidos e pela Máfia - que foram treinados e financiados pelos serviço secreto norte-americana CIA, sob o nome de código "operação Magusto" [1] - e objectivava derrubar o recém-formado governo socialista liderado por Fidel Castro e assassiná-lo em 1961. Depois de três dias de combates, os mercenários foram vencidos e Fidel declarou vitória sobre o imperialismo americano.

Fidel já esperava um ataque directo a ilha [1], tendo sido alertado previamente por Che Guevara que presenciara um ataque semelhante à revolução ocorrida na Guatemala. Com a invasão iminente, Fidel anuncia em discurso no dia 16 de Abril de 1961, pela primeira vez, o carácter socialista da revolução e no dia seguinte tem início o ataque à ilha, na praia de Gíron, localizada na Baia dos Porcos. O governo norte-americano treinou 1297 exilados cubanos oriundos da ditadura de Fulgêncio Batista em Miami através da CIA para destruir o governo de Fidel Castro. Com seu planejado apoio pela força aérea americana tendo sido vetado por Moscovo, a "operação Magusto" da CIA acabou sofrendo uma derrota arrasadora, e em 72 horas foi sufocada por forças governamentais cubanas.

No dia 18 de abril de 1961 o primeiro ministro da União Soviética, Nikita Kruschev, enviou enérgica carta ao presidente Kennedy na qual demonstrou claramente a indignação da União Soviética em relação à essa invasão e conclamou Kennedy a interrompê-la para evitar o perigo de uma conflagração generalizada:

"Moscovo, 18 de Abril de 1961, 14h00" (06h00 em Washington) [2]

"Senhor Presidente, estou enviando-lhe esta carta numa hora de alarme, assustado com o perigo da paz em todo o mundo. Uma agressão armada teve início contra Cuba. Não é segredo para ninguém que os bandos armados invadindo aquele país foram treinados, equipados e armados nos Estados Unidos da América. Os aviões que estão bombardeando as cidades cubanas pertencem aos Estados Unidos da América, as bombas que estão lançando foram fornecidas pelo Governo Americano." [2]

"Tudo isso desperta aqui na União Soviética um compreensível sentimento de indignação por parte do Governo Soviético e do povo soviético." [2]

"Suas declarações, feitas há poucos dias atrás, de que os EUA não participariam de actividades militares contra Cuba criaram a impressão que os principais líderes dos Estados Unidos estavam levando em consideração as consequências para a paz geral, e para os próprios EUA, que uma agressão contra Cuba poderia representar. Como pode o que está sendo feito pelos Estados Unidos ser compreendido, quando um ataque contra Cuba agora se tornou um fato ?" [2]

"Ainda não é tarde demais para evitar o irreparável. O Governo dos EUA ainda tem a possibilidade de não deixar a chama da guerra, iniciada pelas intervenções em Cuba, se tornar uma conflagração incomparável. Sr. Presidente, dirijo-me a V. Exceleência um urgente apelo para que ponha um fim à agressão contra a República de Cuba. Os armamentos militares e a situação política mundial hoje em dia é tal que qualquer uma das assim chamadas "pequenas guerras" pode deflagrar uma reacção em cadeia em todas as partes do mundo." [2]

"No que concerne à União Soviética não deve haver engano sobre nossa posição: Nós forneceremos ao povo cubano e a seu governo todo o apôio necessário para repelir o ataque armado a Cuba (...) [2]

"(...)Espero que o governo dos EUA vá considerar nossas posições, ditadas pela única preocupação de não permitir passos que possam conduzir o mundo a uma catástrofe militar." [2]

(Ass.) "Nikita Kruschev" [2]