Mostrar mensagens com a etiqueta escritora. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta escritora. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Agustina Bessa-Luís...Escritora...86º aniversáriodo seu nascimento...

Agustina Bessa-Luís
Agustina Bessa-Luís, (Vila Meã, 15 de Outubro de 1922) é uma das mais consagradas escritoras contemporâneas portuguesa.
Em 2004, venceu o mais importante galadão literário para a língua portuguesa, o Prémio Camões.
Tem-se dedicado quase inteiramente à criação literária e desde sua estreia em 1948 manteve um ritmo de publicação pouco usual nas letras portuguesas. Conhecida não só como romancista, mas também como autora de peças de teatro, argumentos, biografias, ensaios e livros infantis, conta até ao momento com mais de meia centena de obras.
A sua escrita opõe-se a qualquer tentativa de contextualização, em termos de correntes, na história da literatura portuguesa.
A autora revela grande preocupação pela condição social e cultural dos portugueses, particularmente interessada em perscrutar o passado, recorrendo à ficção para problematizar o conhecimento histórico e vivencial.
Índice
1 Biografia
2 Obra
3 Prémios
4 Bibliografia passiva

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Ana de Castro Osório...Pioneira do Feminismo e da Literatura Infantil em Portugal...

Ana de Castro Osório (Mangualde, 18 de Junho de 1872 — Setúbal, 23 de Março de 1935) foi uma feminista e escritora infantil portuguesa.
Obra
Foi a pioneira na luta pela igualdade de direitos entre homem e mulher. Escreveu Mulheres Portuguesas, o primeiro manifesto feminista português.
Casada com Paulino de Oliveira, membro do Partido Republicano aproximou-se desse partido, tendo, depois da instauração da República, colaborado com o ministro da Justiça, Afonso Costa, na elaboração da Lei do Divórcio.
Fundou a Liga Republicana das Mulheres Portuguesas e o Grupo de Estudos Feministas.
É considerada a criadora da literatura infantil em Portugal.
.
Intelectual, jornalista, ensaísta, conferencista, feminista e republicana, considerada uma das mais notáveis teóricas dos problemas da emancipação das mulheres foi uma dedicada e incansável lutadora pela igualdade de direitos.
Fundadora da literatura infantil em Portugal, (o aspecto vulgarmente mais salientado da sua biografia) com Para as Crianças, uma colecção que iniciou em 1897. Nascida em Mangualde, foi residir para Setúbal, onde casou com Paulino de Oliveira tribuno republicano. Desenvolveu uma intensa actividade em prol dos direitos das mulheres.
Fundadora da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, do Grupo de Estudos Feministas e da Cruzada das Mulheres Portuguesas. Dirigiu várias publicações destinadas às mulheres e colaborou com inúmeros artigos, na imprensa, numa linha de actuação, comum à maioria das mulheres republicanas, que privilegiou a educação e a formação de uma opinião pública feminista esclarecida. Realizou conferências e comícios.
Foi consultora de Afonso Costa, Ministro da Justiça do Governo Provisório, na elaboração da lei do divórcio.
Às Mulheres Portuguesas (1905) é uma colectânea (250ps) de artigos fundamentais, sobre as principais questões femininas que nunca conheceu reedição, onde exorta as mulheres ao “trabalho e ao estudo”, que considera “passo definitivo para a libertação feminina” ,apelando para que as mulheres não façam do amor “o ideal único da existência”.
Ser feminista, diz, é “desejá-las criaturas de inteligência e de razão”. Sobre a rapariga portuguesa da época é implacável e irónica: “não tem opiniões para não ser pedante, não lê para não ser doutora e não ver espavoridos os noivos”.
Defende a igualdade de salários, “por igual trabalho, igual paga” e afirma que “nada mais justo, nada mais razoável, do que este caminhar seguro, embora lento, do espírito feminino para a sua autonomia”.
Em Às mulheres Portuguesas analisa detalhadamente a situação da mulher e o casamento, da mulher casada perante o código civil e perante o trabalho.
.
Publicado a pedido do zigoto, cujo computador, ao que parece, foi vítima de Sabotagem...