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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Isto sim! É diplomacia afectuoasa


Michelle Obama abraça Rainha de Inglaterra

Uma quebra de protocolo, depois de elogios mútuos aos... sapatos

Michelle Obama rompeu o protocolo durante a visita desta quarta-feira ao palácio de Buckinham. Contra as regras que vigoram no palácio, em que apenas o aperto de mão é permitido, a primeira-dama norte-americana abraçou a Rainha de Inglaterra. A monarca primeiro estranhou, mas depois retribuiu o gesto.

O abraço veio depois de outro momento de descontracção em que a Rainha e a primeira-dama norte americana trocaram elogios sobre os sapatos de cada uma.

In Portugal Diário

Michelle Obama provou ser uma alma caridosa...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Darwin...Naturalista Britânico...Nasceu há 200 anos...

Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de Fevereiro de 1809 — Downe, Kent, 19 de Abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual.
Esta teoria se desenvolveu no que é agora considerado o paradigma central para explicação de diversos fenômenos na Biologia. Foi laureado com a medalha Wollaston concedida pela Sociedade Geológica de Londres, em 1859.
Darwin começou a se interessar por história natural na universidade enquanto era estudante de
Medicina e, depois, Teologia. A sua viagem de cinco anos a bordo do Beagle e escritos posteriores trouxeram-lhe reconhecimento como geólogo e fama como escritor.
Suas observações da natureza levaram-no ao estudo da diversificação das espécies e, em 1838, ao desenvolvimento da teoria da Seleção Natural.
Consciente de que outros antes dele tinham sido severamente punidos por sugerir idéias como aquela, ele as confiou apenas a amigos próximos e continuou a sua pesquisa tentando antecipar possíveis objeções. Contudo, a informação de que Alfred Russel Wallace tinha desenvolvido uma idéia similar forçou a publicação conjunta das suas teorias em 1858.
Em seu livro de 1859, "A Origem das Espécies" (do original, em inglês, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life), ele introduziu a idéia de evolução a partir de um ancestral comum, por meio de seleção natural.
Esta se tornou a explicação científica dominante para a diversidade de espécies na natureza. Ele ingressou na Royal Society e continuou a sua pesquisa, escrevendo uma série de livros sobre plantas e animais, incluindo a espécie humana, notavelmente "A descendência do Homem e Seleção em relação ao Sexo" (The Descent of Man, and Selection in Relation to Sex, 1871) e "A Expressão da Emoção em Homens e Animais" (The Expression of the Emotions in Man and Animals, 1872).
Em reconhecimento à importância do seu trabalho, Darwin foi enterrado na
Abadia de Westminster, próximo a Charles Lyell, William Herschel e Isaac Newton. Foi uma das cinco pessoas não ligadas à família real inglesa a ter um funeral de Estado no século XIX.
Índice
1 Biografia
-1.1 Infância e educação
-1.2 A viagem do Beagle
-1.3 Carreira como cientista e concepção da teoria
-1.4 Casamento e filhos
2 Evolução por selecção natural
3 Darwin vs Mendel
4 Anúncio e publicação da teoria
5 Reação
6 Últimos anos de vida
7 Visão religiosa
8 Legado
9 Reconhecimento
10 Eugenia
11 Darwinismo Social
12 Trabalhos publicados (em inglês)
-12.1 Cartas (em inglês)
13 Referências
14 Ligações externas

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Bertrand Russell...Foi um Filósofo e Matemático Inglês e Prémio Nobel de Literatura...

Bertrand Arthur William Russell, 3º Conde Russell (Ravenscroft, País de Gales, 18 de Maio de 1872 — Penrhyndeudraeth, País de Gales, 2 de Fevereiro de 1970) foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos e lógicos que viveram (em grande parte) no século XX.
Um importante político liberal, activista e um popularizador da Filosofia.
Milhões de pessoas respeitaram Russell como uma espécie de profeta da vida racional e da criatividade. A sua postura em vários temas foi controversa.
Russell nasceu em
1872, no auge do poderio económico e político do Reino Unido, tendo morrido em 1970, vítima de uma gripe, quando o império se tinha desmoronado e o seu poder drenado em duas guerras vitoriosas mas debilitantes.
Até à sua morte, a sua voz deteve sempre autoridade moral, uma vez que ele foi um crítico influente das armas nucleares e da guerra estadunidense no Vietname. Era inquieto.
Em
1950, Russell recebeu o Prémio Nobel da Literatura "em reconhecimento dos seus variados e significativos escritos, nos quais ele lutou por ideais humanitários e pela liberdade do pensamento".
Índice
1 A vida de Russell
2 Idéias filosóficas
3 Decálogo
4 Curiosidades
5 Bibliografia selecionada
6 Ligações externas

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Lord Byron...Foi um Poeta Inglês...

George Gordon Byron, 6º Barão Byron (Londres, 22 de janeiro de 1788 — Missolonghi, 19 de abril de 1824), melhor conhecido como Lorde Byron, foi um destacado poeta britânico e uma das figuras mais influentes do Romantismo. Seu QI foi estimado em 180.
Ele é famoso pelas suas obras-primas, tais como
Peregrinação de Childe Harold e Don Juan. Esse último permaneceu inacabado devido à sua morte iminente.
Byron é considerado como um dos maiores poetas europeus, é muito lido até os dias de hoje, também foi um dos primeiros escritores a descrever os efeitos da maconha. .
A fama de Byron não se deve somente aos seus escritos, mas também a sua vida — amplamente considerada extravagante — que inclui numerosas
amantes, dívidas, separações e alegações de incesto.
Encontrou a morte em Missolonghi, no litoral norte do Golfo de Pratas, onde estava lutando ao lado dos
gregos pela sua independência da opressão turca. Segundo consta, a causa da morte parece ter sido uremia, complicada por febre reumática.
Ele foi famosamente descrito por
Lady Caroline Lamb como "louco, mau e perigoso para se conhecer".
Índice
1 A Família Byron
2 A Influência dos Monges
3 O nascimento de Augusta e a união com os Gordon
4 George Gordon Byron: o poeta começa a descobrir o mundo
5 A decisão de ser poeta e a posse na Câmara dos Lordes
.
Soneto de Chillon
.
Alma eterna da mente sem cadeias!
De mais brilho em masmorras.
Liberdade! Pois lá é o coração a tua herdade
- Ela a quem só por ti o amor enleia;
.
E quando acorrentados ao relento
Teus filhos em grilhões, cela sombria,
Sua terras conquistam na agonia
E a Liberdade acha asa em cada vento.
.
Chillon! tua prisão é um santo espaço
E, altar, teu solo triste - pois pisado,
Até que o próprio andar deixasse um traço
.
Gasto, tal fosse o chão frio um relvado,
Por Bonnivard! Não sumam esses passos!
A tirania, a Deus, têm revelado.
(Tradução de José Lino Grünewald.)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

A ALIANÇA LUSO-BRITÂNICA

O CAMPO DE SANT’ANNA

Longe, hypocritas vis, longe, impostores,

O mentido apparato religioso!

Que um Deus de amor, o nosso Deus piedoso

Abomina, detesta esses horrores.

De atrozes Leis cruentos guardadores,

Vós curvaes ante o Despota orgulhoso,

E o sangue da patria precioso

Torpemente vendeis por seus favores.

Geme sem protector a humanidade:

E vós, juízes, vós, tigres humanos,

A immolaes sem remorso e sem piedade.

Ah! tremei, sanguinários deshumanos;

Que ella hade vir, tremei, a Liberdade

Punir despotas, bonzos e tyrannos.

Almeida Garret

Casamento de D. João I com Filipa de Lencastre

Aliança Luso-Britânica, em Portugal conhecida vulgarmente como Aliança Inglesa, entre Inglaterra (sucedida pelo Reino Unido) e Portugal é a mais antiga aliança diplomática do mundo ainda em vigor. Foi assinada em 1373 - em plena Idade Média, portanto. Os portugueses, em geral, queixam-se de que tal aliança foi sempre mais proveitosa para os Ingleses, enquanto potência internacional de maior força económica e política. Contudo, há que não esquecer o período, após os Descobrimentos, em que Portugal era assumidamente uma potência internacional de maior influência. Hoje em dia, a aliança já não é, praticamente, invocada, ainda que se mantenha. Ao longo da história de Portugal, contudo, teve importantes consequências, ao colocar o país frente às tropas napoleónicas, devido à rejeição lusa do Bloqueio Continental, incompatível com os termos desta aliança. No período pós-guerra, a Inglaterra manteve um largo contingente militar e determinados privilégios em território português.

História

Idade Média

A ajuda inglesa à Casa de Avis foi o primeiro patamar de um conjunto de acções de cooperação com Inglaterra que viriam a ser de extrema importância na política externa portuguesa por mais de 500 anos. Em 9 de Maio de 1386, o Tratado de Windsor afirmava uma aliança que já tivera o seu gérmen em 1294, e que fora confirmada em Aljubarrota com um pacto de amizade perpétua entre os dois países. João de Gant duque de Lencastre, filho de Eduardo III, e filho de Henrique IV, teve o apoio português nas suas tentativas de ascender ao trono de Castela, apesar de D. Fernado I também o reclamar para si. Pelo Tratado de Tagilde de 10 de Julho de 1372, os dois pretendentes decidem unir esforços contra o mesmo rival, deixando para depois qualquer decisão quanto às pretensões ao trono. Contudo, desta união resultou apenas uma derrota, que se viria a repetir em 1385, com compensação financeira para João de Gante por parte do seu rival, Henrique da Trastâmara. Portugal tinha reafirmado a aliança pelo Tratado de Londres de 16 de Junho de 1373, considerado por alguns autores como o seu fundamento jurídico, mas ratificado em Windsor.

João de Gante deu, entretanto, a mão de sua filha, Filipa de Lencastre, a D. João I - acto que selou a aliança política. A influência de Filipa de Lencastre foi notável, tanto no ponto de vista da sua descendência (a Ínclita Geração) bem como pela sua intervenção no que diz respeito às relações comerciais entre Portugal e Inglaterra, incentivando as importações de bacalhau e vestuário de Inglaterra e a exportação de cortiça, sal, vinho e azeite, a partir dos armazéns do Porto.

Do século XVII ao século XIX

Após a Restauração, o tratado de 1642 reafirmou a amizade recíproca entre os dois reinos, e concedeu liberdade de comércio aos ingleses nos domínios de Portugal. Em 1661, ficou acordado o casamento de Carlos II de Inglaterra com D. Catarina de Bragança, entregando-se aos ingleses Tânger em Marrocos e Bombaim na Índia

O Tratado de Methuen, em 1703, deu livre entrada aos lanifícios ingleses em Portugal e redução das tarifas impostas à importação de vinhos portugueses em Inglaterra.

Outros episódios que marcaram a aliança foram, por exemplo, a Guerra da Sucessão Espanhola em que Portugal começou por tomar parte pela França, em conjunto com o Duque de Sabóia, mas voltando a reunir-se ao seu aliado depois da Batalha de Blenheim. Para Portugal, contudo, teve maior importância as implicações da aliança para o desencadear das Invasões francesas e para a resposta militar que permitiria recuperar a independência com a ajuda militar inglesa, cuja frota acompanhou a família real para o Brasil.

Em consequência da divisão de África pelas potências europeias, as relações entre Portugal e reino Unido entraram em crise, agravada pelo Ultimato, que gerou uma forte reacção patriótica contra os Britânicos.

Século XX

Durante o século XX, o tratado voltou a ser invocado por diversas vezes:

As tropas portuguesas participaram na Campanha de França, na Primeira Guerra Mundial, depois da solicitação, por parte da Grã-Bretanha, da requisição de todos os navios alemães em portos portugueses - o que motivou a declaração de Guerra da Alemanha a Portugal em 9 de Março de 1916.

Durante a Segunda Guerra Mundial, apesar da neutralidade portuguesa, a aliança foi invocada para o estabelecimento de bases militares nos Açores.

Em 1961, durante a ocupação da Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu) pela União Indiana, o Reino Unido limitou-se a mediar o conflito, o que levou Salazar a considerar a aliança numa crise insanável.

Em 1982, durante a Guerra das Malvinas as bases militares nos Açores estiveram de novo à disposição da Marinha Real Britânica.

Importância na actualidade

Hoje em dia, como os dois países são membros da União Europeia e da NATO, as suas relações são coordenadas mais por tais instituições que pelos pontos previstos nos diversos tratados que formam a totalidade da Aliança.