
sábado, 11 de abril de 2009
Tiro ao alvo

quarta-feira, 8 de abril de 2009
Assim sendo: tirem-me d'aqui!
A páginas 16 do DN de hoje, Quarta-feira, 8 de Abril, acabo de ler um título, no mínimo, surpreendente:
PGR [Procurador-Geral da República ] escolhe “procurador isento”.
Na minha santa ingenuidade – provocada por tomar como credível a Constituição da República Portuguesa - supunha que a Justiça, incluindo magistrados do Ministério Público, além de Juízes, era obrigatoriamente independente dos partidos políticos e das outras Instituições da República, que se supõe ser um Estado Democrático de Direito.
O facto de o Senhor Procurador-Geral ter de andar em pesca à linha a escolher um “procurador isento”, significa que há procuradores não isentos.
Assim sendo… estamos entregues à bicharada.
terça-feira, 7 de abril de 2009
A mascarada...
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Os pretextos invocados para esta rixa do alecrim e da manjerona não demonstram a menos consistência, antes reflectem a ausência de ética dos dois partidos e o desprezo pelas personalidades indicadas. Nem o PS nem o PSD admitem que o outro pode ter razão. E aqui reside a mácula maior: eles falam, falam, falam em democracia, e quando em democracia falam as bocas deviam encher-se-lhes de areia.
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sábado, 4 de abril de 2009
BASTA!

Freeport: ministro da Justiça terá dado «recado»
Alberto Costa desmente «quaisquer pressões» a magistrados
O ministro da Justiça, Alberto Costa, garantiu este sexta-feira à Lusa que «o Governo não faz nem fez quaisquer pressões sobre magistrados» relativamente ao «caso Freeport» ou a «a outros processos».
«O Governo não faz nem fez quaisquer pressões sobre magistrados, em relação a este ou a outros processos, nem directamente nem por interposta pessoa, sendo fantasiosas as afirmações em contrário», afirma Alberto Costa numa nota enviada à Agência Lusa.
«O único interlocutor do ministro da Justiça e do Governo, no que respeita à actividade do Ministério Público, é o senhor procurador-geral da República», enfatizou.
Esta nota do ministro da Justiça surge no mesmo dia em que o jornal Sol online noticiou que Alberto Costa «fez pressões em nome» do primeiro-ministro, José Sócrates, relativamente ao «caso Freeport».
«Lopes da Mota, o magistrado português que preside ao Eurojust, transmitiu aos dois procuradores responsáveis pela investigação do caso Freeport que o ministro da Justiça, Alberto Costa, lhe manifestara as apreensões do primeiro-ministro em relação a esta investigação», escreve o Sol.
«Segundo contou o magistrado do Eurojust aos dois colegas, Alberto Costa revelou-lhe que José Sócrates afirmara que, caso perdesse a maioria absoluta por causa do Freeport, haveria represálias», acrescenta o jornal online.
In Portugal Diário
O meu comentário:
Urge saber quem mente e por conta de quem. De resto já todos sabemos que este governo e, ou, a magistratura estão fartos de mentir aos cidadãos eleitores e contribuintes, entre os quais os autores e leitores deste blogue.
É tempo de alguém acabar com esta palhaçada.
Enquanto os mais altos responsáveis pelas principais Instituições da República continuarem a palrar diariamente para os órgãos de comunicação social, contradizendo-se e atacando-se uns aos outros, peço-lhes que pensem no seguinte:
Julgam que ainda alguém os leva a sério? Têm consciência de que já minaram os alicerces do Estado de direito democrático? Calculam o que pode acontecer no País ao mínimo rastilho?
Sugiro ao Senhor Presidente da República que oiça os partidos políticos e convoque o Conselho de Estado com carácter de urgência. Depois, cumpra o seu dever, como jurou fazê-lo.
