sexta-feira, 22 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
CONTRA A PARTIDOCRACIA, EM PROL DE UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA
http://www.gopetition.com/online/26885.html
APELO QUE NOS CHEGOU...
REPASSEM
POR FAVOR...
( MESMO QUE SEJAM SÓ TRÊS CONTACTOS…)
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
Uma nova t-shirt para professores protestarem
Movimento de docentes lança nova camisola para a manifestação nacional de professores
Os docentes vão ter t-shirts novas. Trata-se da camisola oficial do movimento de professores Promova, criada especialmente para a manifestação nacional, prevista para dia 30 de Maio.
Na parte da frente desta nova t-shirt pode-se ler «Adeus Milú!» e «Adeus PS de Sócrates», e na parte de trás encontra-se uma frase de Margarida Moreira, directora regional da Educação do Norte, «...há algo que o tempo tem os limites certos».
De acordo com o Promova, os educadores e os professores de Vila Real podem adquirir as suas t-shirts a partir de desta sexta-feira em local específico, identificado no blogue do movimento, e os demais professores podem tomar a iniciativa de imprimir o modelo.
Os professores vão poder usar a nova t-shirt aquando da manifestação nacional agendada para 30 de Maio.
In Portugal diário
domingo, 26 de abril de 2009
Sem eira nem beira
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Educação...Ovos, é o que está a dar...
Educação - reunião na escola Secundária D. Dinis alvo de protesto de jovensOvos para secretários de Estado
Governantes e viaturas escaparam aos arremessos pois entraram na escola por uma porta lateral, mas cerca de 80 jovens que esperavam o confronto acabaram por atirar os alimentos contra as paredes. A PSP identificou uma das jovens que transportavam ovos.
Na escola decorreu uma reunião, que durou mais de três horas, entre os dois secretários de Estado e 200 dos 400 presidentes dos conselhos executivos das escolas da região de Lisboa e Vale do Tejo. Nessa escola terá sido suspenso o modelo de avaliação pelos professores dos departamentos de História, Biologia e Português.
Face aos protestos de alunos e jovens de outras escolas, a PSP enviou para o local um aparatoso dispositivo policial, com elevado número de agentes à paisana.
O comandante da II Divisão da PSP, subintendente Lopes Martins, salientou ao CM por que fez deslocar para o local uma equipa de intervenção rápida. "Para salvaguardar a fluidez do trânsito e salvaguardar a integridade física dos jovens."
À saída, o secretário de Estado Jorge Pedreira afirmou que a reunião decorreu tranquilamente. Sobre os incidentes, disse ser uma "acção organizada por quem quer impedir que as políticas de reforma se concretizem".
Os alunos queixam-se de serem obrigados a fazer provas de recuperação por faltas justificadas, arriscando-se a chumbar o ano por estarem doentes. A ministra garante que os alunos "não são obrigados a fazer" essas provas e que "muitas escolas fizeram uma aplicação inadequada [do Estatuto do Aluno]".
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Protesto: Militares recusam almoçar nos refeitórios...
Sete mil contra o Governo'A adesão foi muito positiva, denuncia bem a instabilidade existente', adiantou Lima Coelho, que estima que esta ‘jornada de reflexão’ tenha atingido 'índices de adesão muito elevados, acima dos 80 por cento [num universo de perto de nove mil militares ]'.
Cerca de sete mil militares deram assim resposta negativa ao secretário de Estado da Defesa, João Mira Gomes, que, num comunicado divulgado na terça-feira, garantiu que não existe mal-estar nas Forças Armadas e apelou aos militares para não participarem neste protesto. Isto apesar de o encontro ter sido convocado por uma 'comissão de luta contra a insatisfação e o mal-estar'.
O presidente da ANS refere que esta manifestação foi uma forma de mostrar ao Governo que os militares 'não aceitam que os responsáveis políticos desvalorizem os seus gritos de alerta'.
Em resposta ao ministro da Defesa, Severiano Teixeira, que ontem assegurou que as associações serão ouvidas 'no momento próprio' e no âmbito da Lei, Lima Coelho afirmou: 'Esperamos que não se repita o mesmo de sempre, anunciam soluções para determinadas matérias e depois não há resultados concretos'.
Opinião compartilhada pela Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), que diz que 'ouvir as associações da forma como o Governo tem ouvido é o mesmo que nada'.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Arre que é surdo!

Já oferecemos ao primeiro-ministro este magnífico aparelho auditivo, tentando fazê-lo ouvir o buzinão que alastra no país...
terça-feira, 10 de junho de 2008
O rei (já) vai nu
José Sócrates foi esta terça-feira vaiado por milhares de populares que acorreram às celebrações oficiais do Dia de Portugal, que se realizam em Viana do Castelo, no Terreiro da Senhora da Agonia.
Depois da parada militar habitual nestas celebrações, o primeiro-ministro teve de se deslocar, por entre os populares, cerca de 300 metros, entre o palanque e o pavilhão de exposições, o local da entrega das condecorações. Durante este percurso, as palavras que mais se ouviram não foram «vivas» ao Dia de Portugal ou ao governante, mas sim «rua, rua» com o primeiro-ministro. Mas também se ouviram palmas.
Nesta passagem, o chefe do Governo não desarmou na sua pose, tendo respondido à população que o vaiava com acenos e sorrisos.
Entre o grupo que o vaiou, estavam cerca de duas dezenas de trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local, envergando t-shirts pretas com a frase «Também... somos Portugal». Na sua passagem por entre estes trabalhadores, José Sócrates ignorou as suas palavras de ordem, postura que, logo de seguida, não o fez Cavaco Silva. O Presidente da República, que só recebeu vivas da população, parou junto aos manifestantes do sindicato e recebeu deles um dossier com a lista de reivindicações do STAL.
In Portugal Diário
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Militares feridos no Afeganistão e protestos em Lisboa
Dois feridos ligeiros e uma viatura danificada foi o balanço do ataque de rebeldes afegãos contra uma coluna militar portuguesa que regressava domingo a Cabul, informou o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), noticia a agência Lusa.
A coluna militar portuguesa foi atacada domingo à noite na província de Wardak, 80 quilómetros da capital, por rebeldes afegãos, tendo resultado dois feridos ligeiros quando esta fazia o trajecto de regresso à capital do Afeganistão, após um mês e meio de missão em Wardak, não tendo sido necessário prestar assistência médica imediata aos feridos no local.
O Estado-Maior General das Forças Armadas informa que «os dois feridos ligeiros prosseguiram a sua missão com normalidade, tendo a coluna da Força Nacional Destacada chegado a Cabul, ao aquartelamento nacional, sem mais incidentes, durante a madrugada de hoje».
A coluna militar, que partiu de Kandahar no dia 8 de Junho, era constituída por 92 militares e 22 viaturas e terminou o seu empenhamento a Sul do Afeganistão, após um mês e meio em missão na área de operações de Kandahar.
A 1ª Companhia de Comandos efectuou uma missão operacional na província de Kandahar, epicentro da insurreição talibã no sul do país.
O contingente português, que assume desde Março as funções de Força de Reacção Rápida do comando da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) da NATO, foi deslocado de Cabul para Kandahar, onde os comandos cumpriram um período de adaptação ao teatro operacional, antes de ocuparem posições em Maywand, um distrito daquela província do sul do Afeganistão.
Nesta região coube à 1ª Companhia de comandos apoiar o esforço de expansão das posições da NATO e do exército afegão (ANA) na região de Kandahar, a área de maior actividade operacional no Afeganistão, de forma a retirar espaço de manobra à insurreição.
«Como unidade de reserva do COMISAF (comandante da ISAF) pode a qualquer momento ser enviada para qualquer ponto do teatro afegão», afirmou, na ocasião, o porta-voz da ISAF, general Crlos Branco.
A área de Kandahar é um dos principais alvos do esforço de reforço do dispositivo de forças da NATO e dos EUA no Afeganistão (cerca de 60 mil homens no total).
O contingente nacional de comandos regressa a Portugal em Agosto.
Duas associações profissionais de militares promoveram esta quarta-feira em Lisboa um desfile, entre o Largo de Camões e a Assembleia da República, com cinco centenas de pessoas, entre os quais militares no activo, em defesa da «Condição Militar», noticia a Lusa.
Envergando camisolas onde se lia «Em defesa da Condição Militar» e empunhando bandeiras da ANS e da APA, os sargentos e praças da Associação Nacional de Sargentos e da Associação de Praças da Armada percorreram o trajecto em silêncio num desfile que pretendia «dar visibilidade» ao descontentamento dos militares.
Os sargentos filiados na ANS já sugeriram que o governo pague a dívida de mil milhões de euros aos militares através de títulos de tesouro ou certificados de aforro, para que esta não se torne «impagável».
As cinco centenas de sargentos e praças na reserva, reforma e no activo que hoje desfilaram numa «jornada em defesa da Condição Militar», disseram querer incentivar o governo a cumprir «dezenas de leis em falta e saldar a dívida constituída já superior a mil milhões de euros» do Fundo de Pensões e do Complemento de Reforma.
O Presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, disse que a situação é «muito grave» e que a política seguida «pelos últimos governos» reduziu os orçamentos das famílias dos militares no activo, reserva e reforma.
Os sargentos afirmam que a degradação que atinge as famílias dos militares se concretiza em todas as áreas da vida, «devido ao congelamento sucessivo dos vencimentos e das carreiras, das actualizações dos vencimentos abaixo da inflação, diminuição das comparticipações nos medicamentos, aumento das taxas moderadoras, pré-liquidação da ADM e degradação da assistência hospitalar».
O Presidente da APA, Luís Reis, destacou o facto de, pela primeira vez, participarem no desfile militares no activo, e sublinhou o facto desta participação não interferir com as obrigações dos militares. «Nunca no passado uma tarefa ou missão ficou comprometida pela acção das associações de militares», declarou.
sábado, 24 de maio de 2008
CONTINUA O ESMIFRANÇO
Os primeiros carros que participam na marcha lenta de protesto contra a introdução de portagens em três auto-estradas do Norte e Centro sem custos para o utilizador (Scut) chegaram à Avenida dos Aliados, no Porto.Um dos responsáveis da Comissão de Utentes do Grande Porto, organizadora da marcha lenta que está a decorrer nos acessos à cidade, indicou que mais de mil veículos aderiram ao protesto até ao momento.
Valdemar Moreira diz que se trata de um número que "peca por defeito", já que são muitos os que "estão a engrossar a marcha porque preferiram juntar-se perto de suas residências em vez do local de concentração".
Para o responsável da Comissão de Utentes do Grande Porto o número de manifestantes que se foram juntando à marcha "confirma quão justo é este protesto num período em que se assiste ao aumento do custo de vida e aos aumentos constantes dos combustíveis".
A participar na marcha lenta estão as comissões de utentes de Aveiro, Esposende/Barcelos, Grande Porto, Vale do Sousa, Viana do Castelo e Póvoa/Vila do Conde.
Durante a tarde aguarda-se a chegada das restantes comissões de utentes que encontram a manifestar contra a introdução de portagens nas Scut do Norte Litoral, Grande Porto e Costa de Prata.
In Público
