Caro amigo e camarada Álvaro Fernandes
Sobre o post que escreveste, "O Cacimbo errou", e por ser eu o responsável pelo post "Gritos de Alma", o "post da polémica", queria antes de mais agradecer a tua posição na defesa dos colaboradores do nosso blog.
No entanto discordo totalmente do pedido de desculpas.
A minha posição neste assunto, foi apoiar e comentar o desabafo de um camarada, identificado, que não estava de acordo com o que tinha lido no jornal "O Carrilhão", e que dizia respeito a declarações do Comandante Lauret sobre o papel dos "oficiais de baixa patente" no despoletar de todas as movimentações que levaram ao 25 de Abril...
Se o que publicou o jornal não foi o que na realidade foi dito, não é problema nosso.
Por tal e repito, não há quaisquer razões para desculpas.
Porque o Sr. Comandante Lauret diz ser um estudioso do 25 de Abril, remeto-o para o Dec Lei
353/73 de 13 de Jul, e sua influência no "movimento corporativo" que gerou, pelo menos no Exército, com reacções dos oficiais de "baixa patente" (refiro-me a Alferes, Tenentes e Capitães) até então inimagináveis.
Um abraço amigo
António Alves
Cor. na Reforma
Sóc. fundador da A25A
PS
Do acima escrito, dei conhecimento ao Cor na Reforma J. Mousinho, autor do "desabafo" publicado no post, que manifestou a total concordância com o conteúdo.
terça-feira, 7 de abril de 2009
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1 comentário:
Meu caro Alves
velho camarada e companheiro de muitas e variadas lutas, não esperava outra atitude de ti, embora fosse desnecessário expores-te como agora decidiste fazê-lo.
Julgo que este teu esclarecimento será suficiente para satisfazer as questões suscitadas pelo nosso camarada Pedro Lauret.
Se não for esse o caso, serei obrigado a descer de novo a terreiro, arvorando na minha lança, o lenço da dignidade, e só da dignidade e respeito que O Cacimbo merece.
Como todos os autores e leitores sabem, este blogue não é a Torre do Tombo nem sequer o Centro de Documentação da A25A.
Nada como dar tempo ao tempo para que a História se faça. A História, em vez das histórias que alguns contam, outros ouvem e...depois (re)contam.
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