
Um imenso "complot" universal terá sido organizado para congeminar uma maléfica "fantasia" e, com obscuros fins, acusar meia dúzia de inocentes.
Não queria estar na pele do colectivo que julga o processo, a quem, se assim foi, se pede, não que dê uma sentença, mas que encarne o Bem e faça a Revolução, mandando extrair certidões para meter na cadeia dois terços das instituições do país e dois terços do próprio país.
Na verdade, o que, no caso, está a ser julgado é a Justiça portuguesa e a sua independência.
O grande júri em nome de quem é suposto a Justiça ser administrada tem razões para estar perplexo com o folheto de cordel em que o processo está a ser transformado.
in JN
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