

Em serviço ou em férias, com técnicos da empresa ou com amigos, em Portugal ou no estrangeiro, os cartões de crédito alimentaram um padrão de dispêndio e de consumo absolutamente inqualificável.
Particularmente se tivermos em conta que esta é a empresa que gere os bairros sociais de Lisboa e que, para lá da delicadeza política do objecto do seu trabalho, é absolutamente incapaz de fazer seja o que for pela qualificação dos bairros, pela gestão dos equipamentos e pela garantia da receita da empresa.
A Gebalis tem sido um mero instrumento dos partidos que mandam no município lisboeta e que a transformaram numa agência de empregos para a rapaziada do aparelho, neste caso das concelhias, secções e núcleos de militantes amigos de vereadores e presidentes.
No caso concreto da administração sob suspeita seria bom que no plano político também fossem retiradas as consequências sobre este regime de mandarinato ali instituído.
Quem foram os responsáveis por tais nomeações e que líderes partidários pactuaram com esta vergonha?
Eduardo Dâmaso
in CM
1 comentário:
Mais um mistério, do qual nunca teremos resposta.
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