
.
«Chamamos a atenção para aquilo que são as agendas escondidas desta campanha. Em primeiro lugar, os paraísos fiscais: todos os líderes do Primeiro Mundo e o nosso primeiro-ministro falam contra os paraísos fiscais, mas ainda não vimos uma medida tomada para acabar com eles , que é absolutamente indispensável se quisermos ter os recursos para combater realmente o desemprego», disse Miguel Portas.
Sem comentários:
Enviar um comentário