segunda-feira, 11 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Uma imagem por mil palavras
domingo, 26 de abril de 2009
A reportagem fotográfica de Veríssimo Dias
“Veríssimo Neves Dias, nascido em Angola.
Vivo actualmente em Portugal, mas na juventude vivi muitos anos na ex-URSS.
Tenho pois uma alma tripla: afro, lusa e eslava.
Faço fotografia há mais de 25 anos; de forma mais permanente e consistente há 6 anos.
Sou um amador avançado de fotografia. Profissão: biólogo.
A fotografia para mim é um meio de observar com mais atenção a natureza mas também uma forma de tentar ser feliz e, muitas vezes, um grande amor e uma grande paciência.
Procuro, ao fotografar, colocar a vista, a razão e o coração na mesma linha de mira.
Cada fotografia é um "clique" que condensa uma pequena alegria, sempre diferente.
Deixo-vos três citações que aprecio, duas sobre a vida em geral, e uma sobre fotografia.
"I may disagree with what you have to say, but I shall defend to the death your right to say it."
Voltaire ( 1694-1778 ). French author.
"Go confidently in the direction of your dreams! Live the life you've imagined. As you simplify your life, the laws of the universe will be simpler."
Henry David Thoreau.
"Consulting the rules of composition before taking a photograph, is like consulting the laws of gravity before going for a walk."
Edward Weston.”
Veríssimo Dias é também o autor de:
"Retratos de Abril – 35 anos depois"
Seguem-se algumas fotografias que me enviou e autorizou a publicar no nosso blogue.
Ao Veríssimo, o meu agradecimento.
CLIQUE NAS IMAGENSReencontro da UMD com o MFA

Tenente-Coronel Álvaro Fernandes, Coronel Santa Clara Gomes
e
Tenente-Coronel e [actual] Comandante da Ibéria
o nosso Camarada (Espanhol) José Ignacio Dominguez

que nos representa a todos

que se manteve sempre, sempre,
sempre Oficial e Cavalheiro
sábado, 18 de abril de 2009
"Retratos de Abril – 35 anos depois"

“Retratos de Abril – 35 anos depois” é o título do livro de fotografia de Veríssimo Dias, silvicultor, biólogo e fotógrafo, nascido em Angola a 19 de Abril de 1945, actualmente a residir em Lisboa. O livro foi apresentado ontem, 17 de Abril, pelas 18h:30m na sede da Associação 25 de Abril em Lisboa. A obra inclui textos de Eduardo Lourenço e Mário Soares, 103 retratos actuais de militares de Abril e o retrato de Celeste Martins, a mulher que ofereceu cravos por não ter cigarros e inscreveu na história o sobrenome da revolução da liberdade.
Vasco Lourenço, Veríssimo Dias, Homem Cardoso, Eduardo Lourenço e Mário Soares, apresentaram o livro e em cada discurso foi possível perceber a comoção e a homenagem grata aos actores que na madrugada de 1974 protagonizaram os actos que tornariam livre a nação portuguesa. Libertação sonhada por eles próprios e por todos os portugueses que viveram conscientemente os anos da ditadura.
Na introdução do seu livro, Veríssimo Dias estabelece uma comparação entre aquilo que considera que é a essência de um retrato - a captação da luz interior e o indizível silêncio da alma dos retratados – e o mesmo silêncio pleno de conteúdos que cada um dos militares de Abril pode ter a revelar. O autor realizou o seu trabalho no plano das duas dimensões clássicas da fotografia, como refere no final do seu intróito. Pela fresta espreitou o mundo e pelo espelho deixou que se reflectissem a sua essência de fotógrafo, de pessoa que vê porque acredita. Foi assim que pôde entrar na alma dos militares com a honra, o decoro e o respeito que tais homens merecem e, deste modo, os congelou para a eternidade, sentindo-se por isso, também ele, um militar de Abril a tentar contribuir para um mundo mais fraterno e mais justo.
A obra de Veríssimo Dias mereceu o aplauso dos oradores e dos presentes, tendo sido considerada um documento essencial no conjunto da bibliografia sobre a Revolução de Abril e, deste modo, um excelente instrumento para todos os que no futuro quiserem interpretar e explicar o presente através dos acontecimentos de um passado que estará cada vez mais distante, mas nunca será apagado ou esquecido.
No final da cerimónia de lançamento dos Retratos de Abril subimos ao restaurante da Associação 25 de Abril para um jantar convivial e comemorativo dos 35 anos da Revolução e desta obra magnífica que tivemos o prazer de adquirir e trazer para casa luminosamente autografada pelo seu autor num fim de tarde em Abril.
Depois do repasto mudámo-nos para o bar de armas e bagagens, sendo as armas os exemplares dos livros recém-adquiridos e as bagagens os nossos olhos perscrutadores e ansiosos por descobrir e interpretar o tal silêncio que o fotógrafo nos revelou estar repleto de teores. Ainda levámos as palavras na ponta da língua e os dedos mortinhos por afagar a macieza do papel couché. Na verdade, um momento de muita honra e comoção. Afinal, tínhamos entre nós um dos famosos capitães. Um homem que sempre nos guia e nos elucida nas várias incursões ao cerne dos acontecimentos e nos ajuda, também ele, a ver porque acreditamos.
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domingo, 12 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Lua cheia com céu nublado, mas estrelado
Imediatamente a seguir ao envio do postal abaixo - ""O Cacimbo errou" - fui ao terraço fotografar a Lua.
O resultado é o que podem observar.
Não sei se o Pedro Lauret, do convés do seu navio interpretaria, ou não, o que nós, os Infantes, aprendemos a ler nas estrelas para calcularmos o boletim meteorológico:
ISTO NÃO PASSA DE UMA TEMPESTADE NUM COPO DE ÁGUA
ESTOU CERTO DE QUE O AUTOR QUE A PROVOCOU, COMO INFANTE QUE É, COMPREENDERÁ O SIGNIFICADO DESTA FOTOGRAFIA
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Se vier para os meus lados
clique nas imagens
Gaste as solas dos sapatos à beira-mar




segunda-feira, 30 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Na Pedra do Sal, em S. Pedro do Estoril
domingo, 8 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Não há mal que sempre dure
Após um mês de Janeiro com muita chuva, vento e humidade, chegou ontem o Verão antecipado à nossa porta.
Eram quatro da tarde...na praia da Parede.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Nostalgias de velejador...
Ao largo, de vela panda
Até encalhar
Fotos de Álvaro Fernandes





