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sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mais uma socratice

A certificação energética parecia ser, como os centros de inspecção automóvel, mais uma daquelas medidas inócuas que só servem para beneficiar uns amigos; engano nosso!

Afinal é mais uma taxazinha escondida que nos vai custar entre 50€ a 100€!

Quanto aos painéis solares propagandeados pelo governo, afinal não são solares:

"Na primeira fase da sua carreira de vendedor, Sócrates vendeu o Magalhães como o primeiro computador português. Mas o Magalhães não é português. É montado em Portugal, que é bem diferente. Na segunda fase da sua carreira de vendedor, Sócrates pôs-se a vender equipamentos solares. Mas os ditos equipamentos funcionam com chuva, céu nublado e até mesmo à noite. Não são solares. São bombas de calor com recurso secundário a radiação solar, que é bem diferente. Um pequeno detalhe que não estraga o negócio. Vendem-se à mesma. Metade paga o cliente, a outra pagam os contribuintes. O mérito é inteiramente do vendedor." Filipe Tourais

e... o tal subsídio de 50% não é bem assim, dado que se trata de uma verba fixa da ordem dos 1.600€; se comprar a solução mais barata (para consumos de um agregado familiar de 2/3 pessoas) de facto é de 50% mas se necessitar de uma instalação mais potente, logo mais cara, o subsídio continua a ser somente de 1.600€!

Este governo, além de nos roubar tudo o que pode, engana-nos e a comunicação social é cumplice, pois que nada denuncia!

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Sem comentários mas imaginando qual o insulto mais adequado...

Subject: IRS e a Certificação energética

No impresso do IRS surgiu um campo novo… preparem-se ...

Quando preencherem o impresso do IRS irão verificar a existência de um campo novo no Anexo H, campo dados dos imóveis, sobre a certificação energética.H´

Há que responder se o imóvel tem ou não classificação "A+" ou "A". Obviamente que a maioria não tem certificação, logo o campo a preencher é o NÃO.

Dizem os funcionários das Finanças que este campo não terá penalização no valor a ser reembolsado!

Mas ...,…. façam a v/ simulação com o Sim e com o Não e verão que o valor a ser reembolsado será diferente, num e noutro caso.; .. logo seremos penalizados!!! (mais ou menos entre 50€ a 100€ a menos)

Se não tivermos a certificação seremos penalizados, daqui em diante, todos os anos..

se a pedirmos, gastamos +-200€ num ano mas fica válida por vários anos (15 anos),

Mas, só vale a pena pedir certificação se obtivermos a classificação "A" ou "A+"..

Se o certificado indicar a classificação B……………..já haverá penalização Fiscal !!!!!!

Contactei a DECO que confirmou a legalidade da situação embora concordasse que a informação explicita e da comunicação social fosse nula.... porque será?

Abaixo está um site que vos elucidará sobre este assunto, uma vez que esta lei já existe desde 2006.... Os imóveis de luxo construídos em 2007 eram os poucos ou únicos que tinham esta certificação...

Para este ano já não vamos a tempo de pedir a certificação, mas mesmo que tenhamos certificação só não somos penalizados no IRS se a certificação for "A" ou "A+".. se for abaixo desta classificação seremos sempre penalizados...

Quem está a construir casa, peçam a v/certificação ao construtor. O Construtor já é obrigado a dar a certificação... Na casas novas caso não tenham pré-instalação de paineis solares e/ou soluções ecológicas terão agravamento do IMI.., serão consideradas casas "Não Verdes" e serão logo penalizadas na contribuição.

Para alterar o sistema, haverá que instalar PAINEIS SOLARES , em V/ Casa, uns para gerar água quente, outros para gerar electricidade. Até Julho/Agosto a CGDepósitos financia a instalação e montagem dos paineis solares, oferendo a Direcção Geral de Energia 50% do valor da instalação.

NOTA: Todavia, ( e aí tenham atenção ) o Estado só financia as instalações efectuadas por DUAS ÚNICAS empresas ( que, por acaso, são da Mota-Engil, cujo CEO é o Dr. Jorge Coelho), pois parece serem as que melhor qualidade de serviço prestam…………..ao PS.

Aliás, 10% do custo subsidiado pelo Estado e pago por este à Mota-Engil……….destina-se a auxiliar o PS, nas próximas campanhas eleitorais.

É uma forma curiosa……………de angariar uns tostanitos………para o Estado e, ………por vasos comunicantes,………… para o PATRÃO do Estado,……….. o PS

www.certificacaoenergetica.com

Recebido por email

sexta-feira, 27 de março de 2009

Seja solidário sem gastar dinheiro



Abraço NIPC 503 170 151
Alternativa- Associação para a Promoção do Comércio Justo NIPC 506 471 330
Amnistia Internacional NIPC 501 223 738
AMU - Cooperação Solidariedade Lusófona Mundo Unido NIPC 503 565 970
APCL - Associação Portuguesa contra a Leucemia NIPC 505 945 401
APEDV - Ass. Promotora de Emprego Deficientes Visuais NIPC 501 097 643
APPDA- Ass. Port. Perturbações do Desenv. Autismo NIPC 505 713 705
APSI - Associação para a Promoção da Segurança Infantil NIPC 502 886 412
Assistência Médica Internacional NIPC 502 744 910
Associação Gentes dos Leigos Missionários da Consolata NIPC 508 313 554
Associação CAIS NIPC 503 404 756
Associação Conversa Amiga NIPC 508 047 897
Associação de Ajuda ao Recém-Nascido–Banco do Bebé NIPC 503 663 174
Associação de Fraternidade Cristã - O Companheiro NIPC 502 121 637
Associação de Socorros da Freguesia da Encarnação NIPC 501 866 213
Associação dos Amigos dos Animais de Albergaria-a-Velha NIPC 503 626 635
Associação Grupo de Apoio SOS Hepatites NIPC 507 282 019
Associação Nacional de Direito ao Crédito NIPC 504 496 140
Associação para a Promoção do Comércio Justo NIPC 506 471 330
Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino NIPC 503 454 311
Associação Portuguesa de Psicogerontologia NIPC 504 984 985
Associação Portuguesa dos Celíacos NIPC 502 852 038
Associação Sol NIPC 503 075 922
Associação Terra dos Sonhos NIPC 508 128 439
Banco Alimentar Contra a Fome NIPC 504 335 642
BIPP - Banco de Informação de Pais para Pais NIPC 507 329 503
CADin - Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil NIPC 506 285 871
Casa da Ameixoeira - Crescer Ser NIPC 502 574 500
Casa da Criança de Tires NIPC 503 743 712
Centro Budista Deuachen NIPC 592 005 348
Centro Social da Musgueira NIPC 500 954 445
CERCIAMA Coop. Educ. Reab. Cid. Inadaptados Amadora NIPC 500 636 826
CIC – Associação Cooperação, Intercâmbio e Cultura NIPC 502 696 532
CIC - Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura NIPC 502 696 532
Conversas de Rua NIPC 504 902 504
Entrajuda - Apoio a Instituições de Solidariedade Social NIPC 506 904 083
Fundação Afid Diferença NIPC 507 367 111
Fundação Benfica NIPC 500 276 722
Fundação Cardeal Cerejeira NIPC 500 734 364
Fundação Champagnat NIPC 503 743 712
Fundação da Criança NIPC 506 160 459
Fundação Evangelização e Culturas NIPC 502 868 783
Fundação Gonçalo da Silveira NIPC 507 002 130
Fundação Maria do Carmo Roque Pereira NIPC 501 624 899
Fundação Montepio NIPC 503 802 808
Fundação Rotária Portuguesa NIPC 501 129 081
Habitat for Humanity NIPC 503 874 264
Igreja Lusitana NIPC 592 003 159
Instituição Obra Nossa Senhora do Rosário de Fátima NIPC 505 091 216
Jesuit Refugee Service NIPC 504 776 150
Leigos para o Desenvolvimento NIPC 501 917 705
Leões de Portugal NIPC 503 930 644
Liga Portuguesa contra a Sida NIPC 502 665 548
Liga Portuguesa Contra o Cancro NIPC 500 967 768
Liga Portuguesa de Constra as Doenças Reumáticas NIPC 501 684 107
Liga Portuguesa de Desporto para Surdos NIPC 504 160 087
Médicos do Mundo NIPC 504 568 566
Movimento de Apoio à Problemática da SIDA NIPC 502 852 917
OIKOS - Cooperação e Desenvolvimento NIPC 502 002 859
Saúde em Português NIPC 503 224 049
Sol Sem Fronteiras NIPC 503 070 092
SOS Voz Amiga NIPC 501 395 547
Sul Cooperação para o Desenvolvimento NIPC 502 969 580
TESE – Associação para o Desenvolvimento NIPC 506 007 910
União Budista Portuguesa NIPC 592 003 264
Voluntariado Internacional para o Desenvol. Africano NIPC 502 862 122

quinta-feira, 19 de março de 2009

Preparando a Declaração de IRS 2008!!!...

Já actualizou sua lista de dependentes do IRS ? Não? Então pode copiar da minha.
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(Por definição, são meus dependentes, todos aqueles que SOU OBRIGADO, POR LEI, A SUSTENTAR)
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RELAÇÃO DOS MEUS DEPENDENTES:
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01) Presidência da República e assessores;
02) Governo e assessores (até mesmo os familiares nomeados por clientelismo político);
03) Câmara Municipal de ... e assessores (idem) ;
04) EPAL (consumos mínimos);
05) EDP (consumos mínimos);
06) TELECOM; OPTIMUS; etc.
07) Gás de Portugal (consumos mínimos);
08) Beneficiárias da taxa de saneamento basico (recolha de lixo, etc);
09) Centros de inspecção de veículos;
10) Companhias seguradoras (seguro automóvel obrigatório) ;
11) BRISA - Portagens;
12) Concessionárias de parques e estacionamento automovel;
13) Concessionárias de terminais aeroportuárias e rodoviários;
14) Instituições financeiras - Taxas de administração e manutenção de contas correntes, renovação anual de cartões, requisição de talões de cheque etc.;
15) Mais de 250 deputados da Assembleia da República, com os respectivos ESQUEMAS de apoio.
16) BPN, BPP e demais esquemas de enriquecimento fácil de administradores e gestores cleptomaníacos a que o estado entrega os impostos que pago, para evitar o alarme social e financeiro.
Tenho a certeza de que me esqueci de um monte deles ...
Pode lembrar-se e acrescentar por mim?...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Promessas de Robin...

A crise tornou ainda mais populares os discursos políticos ao estilo Robin dos Bosques, de quem promete tirar aos ricos para dar aos pobres. E o primeiro-ministro é um mestre nesta arte.
Ontem anunciou, numa reunião do Partido Socialista no Porto, que pretende limitar as deduções ficais dos mais ricos para poder aliviar a carga fiscal da classe média.
É uma louvável intenção, mas na prática poucos efeitos terá, porque em Portugal escasseiam as pessoas que apresentem declarações fiscais com rendimentos estratosféricos e qualquer família de classe média, de trabalhadores por conta de outrem ou de funcionários públicos corre o risco de nas estatísticas do IRS se enquadrar entre os ricos.
Por muita luta que haja contra a evasão aos impostos – e na última década a pressão da máquina fiscal bateu todos os recordes –, os contribuintes por conta de outrem serão sempre os principais mecenas do Fisco.
O discurso de tirar aos ricos arrisca-se a ter o mesmo impacto financeiro da taxa Robin criada para tributar as mais-valias da alta do petróleo, mas que não rendeu um cêntimo, porque o preço do crude baixou.
E depois das promessas fica a dura realidade das contas, que serão sempre pagas pelos contribuintes de classe média: especialmente os trabalhadores por conta de outrem.
Armando Esteves Pereira
in CM

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Como poupar no IRS...

Quem optar pela entrega pela Internet vai ter uma parte da declaração já pré-preenchida, cabendo-lhe a responsabilidade de validar os valores que lá estão indicados.
Nos impressos que foram aprovados para as entregas deste ano, há que ter em conta que no Anexo A foi incluído um campo para identificar o NIF da entidade que faz as retenções para a Segurança Social e para os sindicatos.
No Anexo H, já tinha havido mudanças em 2008 e este ano há mais uma: as despesas com lares de dependentes com deficiência passam a ser aceites para efeitos de dedução fiscal.
Há vários encargos com a habitação que podem ser abatidos ao IRS. Os mais comuns são os juros e amortização do empréstimo da casa e as rendas de imóveis para habitação própria e permanente. Neste caso o fisco aceita como dedução 30% destes gastos até ao limite de 586 euros (valor igual para solteiros e casados).

Este ano, pela primeira vez, é possível, para efeitos fiscais, separar esta despesa com os gastos com equipamentos de energia renovável, até ao máximo o de 777 euros. Nesta categoria de despesa entram os painéis solares, mas também as lareiras ou salamandras.
Quem vendeu a casa em 2008 vai poder abater ao cálculo das mais-valias as despesas que teve com imobiliárias - caso tenha optado por estas empresas para intermediar a transacção. Mas, para tal, terá de possuir recibos dos gastos efectuados, nomeadamente da comissão paga, até porque esta será a mais relevante.
A possibilidade de dedução dos gastos com imobiliárias nas mais-valias da venda do imóvel estava suspensa desde 2005, mas voltou a ser considerada depois de uma recente clarificação da Direcção- Geral dos Impostos para que estes gastos fossem considerados.
Há uma panóplia de prémios de seguros que podem e devem ser referidos na declaração do IRS. Desde logo os seguros de vida e de acidentes pessoais, aceitando o fisco que sejam abatidos 25% dos prémios pagos até um máximo de 62 euros (ou o dobro para os casados).
Do lado dos seguros de saúde é aceite também 25% da despesa com um máximo de 82 ou 164 euros. Se a apólice abranger os dependentes acrescenta-se então 41 euros por cada.
Igualmente dedutível mas frequentemente esquecida é a despesa dos prémios dos seguros de ocupantes de viaturas.
Por cada 100 euros que paga de mensalidade do colégio, jardim de infância, livros, material escolar e até transportes de e para a escola pode deduzir 30 no IRS. Mas, ao contrário do que acontece na saúde, há um limite, que neste caso é de 681,60 euros. Este limite é mais elevado nas famílias com três ou mais dependentes, aumentando 127,80 euros por cada dependentes desde que haja despesa de educação.
Quem tem idosos a cargo e estes C um rendimento inferior ao Salário Mínimo Nacional (que em 2008 foi fixado em 426 euros) pode também abater a mensalidade do lar no IRS. Neste caso o, limite dedutível é de 362,10 euros.
São as despesas mais comuns e que proporcionam o abatimento mais generoso. É que apenas nos gastos com a saúde (tratamentos, consultas, medicamentos e até juros dos empréstimos contraídos para pagar serviços de Saúde) não há máximos de despesas aceites. O fisco tem em conta todos os gastos, ainda que considera apenas 30% da despesa total.
Pela primeira vez é possível apresentar também as entregas efectuadas ao longo de 2008 para os certificados de reforma (conhecidos por PPR públicos). O limite aceite é de 350 euros independentemente da idade do beneficiário. Nos PPR os máximos oscilam entre 300 e 400 euros.
Os contribuintes que continuam a preferir os impressos em papel para o IRS podem começar a entregar a sua declaração de rendimentos (auferidos em 2008) a partir de amanhã. Os prazos para este acerto de contas da I fase do IRS prolonga-se até 16 de Março, para as entregas nas repartições de Finanças.
Quem optar pela Internet, pode fazê-lo entre 10 de Março e 15 de Abril. Na II fase, os prazos vão de 16 de Março a 30 de Abril (entregas em papel) e de 16 de Abril a 25 de Maio (via electrónica).
Independentemente do meio que for usado, há que organizar primeiro todas as despesas dedutíveis, porque a sua correcta utilização pode ter reflexos na conta final do imposto. Este ano há poucas alterações nas deduções e benefícios, mas algumas têm impacto. E nos impressos também houve pequenas mexidas.
in JN