segunda-feira, 11 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Uma imagem por mil palavras
domingo, 12 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Afinal quando é que acordam?

de mal a pior
Talvez
Talvez um dia me calem
enquanto for vivo
se forem capaz
de me silenciar
talvez um dia
sejam capazes
de me silenciar
enquanto for vivo
mas nunca conseguirão
impedir
que pense
diga
e ainda escreva e publique
como agora acontece
para vos responsabilizar
do que fazem...
para nos castrar.
Álvaro
23 de Novembro de 2007
terça-feira, 7 de abril de 2009
Lua cheia com céu nublado, mas estrelado
Imediatamente a seguir ao envio do postal abaixo - ""O Cacimbo errou" - fui ao terraço fotografar a Lua.
O resultado é o que podem observar.
Não sei se o Pedro Lauret, do convés do seu navio interpretaria, ou não, o que nós, os Infantes, aprendemos a ler nas estrelas para calcularmos o boletim meteorológico:
ISTO NÃO PASSA DE UMA TEMPESTADE NUM COPO DE ÁGUA
ESTOU CERTO DE QUE O AUTOR QUE A PROVOCOU, COMO INFANTE QUE É, COMPREENDERÁ O SIGNIFICADO DESTA FOTOGRAFIA
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Se vier para os meus lados
clique nas imagens
Gaste as solas dos sapatos à beira-mar




segunda-feira, 30 de março de 2009
Talvez
Talvez um dia
vos dedique um poema
devido e merecido
por
não aceitar
as escolhas
feitas por vós
que nos obrigam
todos a viver...
assim:
tal e qual
como vós
os queixosos
responsáveis
por
elegerem quem
nos governa
Álvaro
30 de Março , 2009
domingo, 29 de março de 2009
Como hoje é Domingo,reflictam
O mais surpreendente e abjecto na incapacidade que os governantes revelam para debelar a crise não é a sua incompetência. É a prova provada de que, actualmente, só existem dois tipos de governantes:
1- Os das chamadas “democracias” – como a que nos rege - que não passam de capatazes ou marionetas nas mãos dos patrões que pagam às máquinas partidárias para os manterem no poder, através de uma pescadinha de rabo na boca em que todos têm o cu trilhado e, portanto, se protegem sob pena de se afundarem todos juntos, desde que um deles bata com a língua nos dentes.
Por isso, cada primeiro-ministro ou chefe de Estado que viaja para o estrangeiro, faz-se sempre acompanhar pela “elite” dos empresários e banqueiros que, afinal, são os principais responsáveis pela crise que afecta o país, os confederados nas associações patronais que, a bem dizer, são verdadeiros núcleos de parasitas que, através de comprovada inconsciência social, não me custa classificar como mais um tipo de associação de malfeitores.
Por isso criaram e defendem com unhas e dentes os tais off-shores que lhes servem para vigarizar o Estado, fugirem aos impostos e poderem participar em todo e qualquer tipo de “negócio” mafioso em que lavam o dinheiro, ou cobram percentagens a quem o lava.
Toda e qualquer outra “democracia” europeia, norte-americana ou “ocidental” (aonde estiver] é uma espécie de Dupont et Dupond da nossa.
2- O outro tipo de governantes, são os ditadores que não dependem dos chamados empresários ou banqueiros. O país é deles, toda a riqueza lhes pertence, e costumam ter uns “exércitos” que os salvaguardam, enquanto lhes pagarem, é claro. Como todos sabemos, esse tipo de governantes sempre foi e continua a ser apoiado pelos que governam as tais “democracias” referidas no ponto anterior.
Portanto, não há G-7, G-8, G-20 ou cimeiras e ONU que consiga resolver um problema afinal simples:
a) Extingam os off-shores, e obriguem-nos a devolver o dinheiro que lá está aos países de onde saiu. Cobrem os respectivos impostos e levem a julgamento quem utilizou esse expediente para cometer os crimes que, à Justiça, cabe averiguar, julgar e condenar.
b) Para isso, comecem por exigir a demissão dos governos que permitiram e criaram a chamada crise, e são responsáveis pela situação de que são os principais e notórios culpados.
c) Apresentem perante a Justiça – que também deve ser escrutinada – os responsáveis pela tão badalada e afamada crise – sem fim à vista – sejam eles os chamados políticos, empresários, banqueiros ou investidores.
Se não conseguirmos isso em tempo útil:
Preparem-se para os famintos deste mundo provocarem uma revolta mundial que fará esquecer a Tomada da Bastilha ou o assalto ao Palácio de Inverno.
Não sei qual das soluções será a melhor e mais justa.
Mas estou certo que uma dessas acontecerá.
De qualquer forma deixem-se de panaceias idiotas: o cancro não se trata com pensos rápidos.
Aceitem esta evidência: o sistema que ainda defendem, não está moribundo. Já morreu.
Álvaro Fernandes
segunda-feira, 9 de março de 2009
Na Pedra do Sal, em S. Pedro do Estoril
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Nostalgias de velejador...
Ao largo, de vela panda
Até encalhar
Fotos de Álvaro Fernandes
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
E agora, o meu silêncio

Já não há pachorra para comentar o que quer que seja, nem reportar a actualidade que nos chega ao conhecimento.
Já repararam que somos intoxicados por “notícias” exaustivamente repetidas por toda a chamada “comunicação social”, sem sabermos o que se passa, as razões, os responsáveis, a verdadeira posição de quem nos governa, enfim, a verdade dos factos?
Já repararam que fazem dos cidadãos joguetes iludidos com a metáfora da caverna de Platão? Só que, agora, quem “trabalha” a ilusão do jogo de luz e sombra é o governo; os governos; o poder; os poderes que nos dominam e exploram.
Já não há pachorra! Até por já ninguém acreditar na banha da cobra que tentam vender-nos. Até por todos assistirmos, e sermos implacavelmente asfixiados pelo sistema que teima em subjugar-nos, sem encontrarmos forma de resistir, denunciar e vencer os títeres responsáveis pela situação em que se encontra a Humanidade e, entre ela, nós, cada um e todos nós.
Já não há pachorra, para dizer, explicar, exclamar, argumentar, discutir. Já ninguém nos ouve. Ou nos subjugamos à vontade de quem manda, ou resta-nos o desemprego, a marginalização, o abrigo no cartão à porta de um vão de escada.
Já não há pachorra para gastar palavras e fôlego com esta pandilha.
Mas há um clamor que pode tornar-se ensurdecedor:
O SILÊNCIO TEM VOZ.
Aqui deixo o silêncio da voz que já gastei…esperando que ainda sejam capazes de o escutar.
Álvaro Fernandes
10 de Fevereiro de 2009
