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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Governabilidade”, dizem eles

Passadas as eleições para o parlamento europeu, abriu a caça ao voto para as eleições autárquicas e legislativas. Percebe-se a razão do afã: está em jogo a escolha da equipa que vai gerir o país, concretamente os negócios que se oferecem às classes dominantes, nos próximos quatro anos.

No meio da intensa vozearia – particularmente dos dois partidos do bloco central, PSD e PS – não se vislumbra nenhuma abordagem de medidas imediatas contra os despedimentos, para a criação de emprego, pela melhoria das condições de vida da população trabalhadora, etc, problemas estes que constituem a verdadeira emergência que o país vive. O que está em causa na disputa é outra coisa: como dar continuidade à política dos últimos quatro anos.
Passadas as eleições para o parlamento europeu, abriu a caça ao voto para as eleições autárquicas e legislativas. Percebe-se a razão do afã: está em jogo a escolha da equipa que vai gerir o país, concretamente os negócios que se oferecem às classes dominantes, nos próximos quatro anos.

No meio da intensa vozearia – particularmente dos dois partidos do bloco central, PSD e PS – não se vislumbra nenhuma abordagem de medidas imediatas contra os despedimentos, para a criação de emprego, pela melhoria das condições de vida da população trabalhadora, etc, problemas estes que constituem a verdadeira emergência que o país vive. O que está em causa na disputa é outra coisa: como dar continuidade à política dos últimos quatro anos.

No centro de intermináveis debates foi colocada a questão da “governabilidade” do país. Sócrates, em queda, não tem outro remédio senão reclamar uma nova maioria absoluta, dizendo que sem isso o país é ingovernável. O PSD, espevitado pela (curta) vitória de 7 de Junho, procura ganhar peso para voltar ao poder. Não é uma disputa entre políticas diferentes, apenas uma luta pela primazia em formar governo. De facto, o importante para as classes dominantes, como insistentemente exigem patrões e políticos situados acima da guerra partidária, é conseguir as condições de nova maioria absoluta, de um ou mais partidos tanto faz. “Governabilidade” é só isso.

Contra os argumentos falaciosos desta gente, que nos quer impor mais do mesmo, há que colocar em primeiro plano as enormes dificuldades que atingem as grandes camadas da população. Governar para quem? Ao serviço de quem? O critério de julgamento só pode ser esse. Tem, portanto, cabimento um apelo a todos os trabalhadores para que não votem nos partidos de quem os explora.
In Mudar de Vida

terça-feira, 9 de junho de 2009

O "centrão" em campanha...

Ao longo das últimas semanas, o esquerda.net divulgou reportagens das iniciativas da candidatura bloquista.
No fim da campanha, fazemos também o resumo dos melhores momentos dos candidatos do bloco central.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O Bloco Central...

O dr. Sampaio, usando da sua proverbial sabedoria, decidiu animar uma velha e enrugada novela, revelando ao País que é a favor de um rejuvenescido Bloco Central. Obviamente, o dr. Sampaio não perdeu tempo com pormenores: fiado na bondade intrínseca da sua proposta, não se dignou a explicar como se concretizaria esse santo milagre.
À semelhança de outros ventríloquos, o dr. Sampaio limitou-se a acenar com um cenário impossível que procura, antes de mais, justificar a reedição da actual maioria. Ao contrário do que possa parecer, não é a crise que os move, mas sim a crença irracional de que o engº Sócrates é insubstituível.
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Nos tempos que correm, desprovidos das imposições do FMI e de outras contingências do passado, o Bloco Central não chega a ser sequer uma solução de Governo. Como se tem visto, é apenas um expediente eleitoral através do qual se procura estabelecer a impossibilidade de qualquer alternativa às condições únicas que determinam hoje o poder socialista.
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Traduzindo por miúdos, o que fica por detrás de todas as boas intenções anunciadas, é a ideia de que, sem a maioria absoluta do PS, o País se tornaria de tal forma ingovernável que, mais tarde ou mais cedo, seria obrigado a equacionar o seu próprio suicídio através dos bons ofícios do recomendado Bloco Central. Assim sendo, a ‘solução’, longe de ser uma solução, transforma-se rapidamente na prova de que o País não tem solução.
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É por isso que o Bloco Central não aparece nunca como uma prova da vitalidade do regime: mesmo para os seus defensores, ele é, acima de tudo, um mal necessário que decorre de uma situação anómala que idealmente não deveria existir. Se a democracia fosse perfeita, o engº Sócrates teria a sua maioria absoluta assegurada e o dr. Sampaio, em vez de sacrificar a sua frágil coerência, dedicaria o seu tempo a outro tipo de actividades. Nomeadamente, a chorar a frente de esquerda que, ainda há pouco tempo, tentou impulsionar para impedir a eleição do dr. Santana Lopes, em Lisboa. Infelizmente, o povo não oferece garantias de maior.
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Daí que o dr. Jorge Sampaio defenda harmoniosamente o mesmo e o seu contrário. Para as legislativas, não vão os eleitores tecê-las, o dr. Sampaio é a favor de um Bloco Central que junte num só Governo o PS e o PSD. Já para as autárquicas, que se realizam umas semanas depois (ou no próprio dia, não se sabe), o dr. Sampaio preferia uma união de todos os partidos de Esquerda contra um dos elementos do seu Bloco Central. Para o dr. Sampaio, como se vê, tudo é possível. O que já é estranho é que nada disto tenha causado estranheza.
Constança Cunha e Sá
in CM

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Foi você que pediu um bloco central?...

O bloco central, na sua milésima encarnação, voltou a ocupar o debate político das últimas semanas.
No ano de todas as eleições, agita-se novamente o papão da ingovernabilidade e a crise é o "alibi" perfeito para esconder dos cidadãos a clareza que o discurso político exige. Esta lengalenga não surge por acaso e, em boa verdade, as razões para tamanho nervosismo são conhecidas e compreensíveis.
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A simples hipótese de que não saia nenhum governo maioritário das próximas eleições, faz estremecer um poder económico habituado a desdizer o papel do Estado quando é para reforçar os direitos sociais, mas não sabe viver sem os negócios onde o Estado distribui os prejuízos pelos contribuintes e reserva lucros chorudos à mesma classe empresarial que suspira pelo casamento PS-PSD.Há muito que somos governados por um bloco central que não vai a votos mas domina a vida política e económica.
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Uma galeria infindável de ministros e secretários de Estado transitaram, directamente, dos governos PSD para a administração do BPN. Durante décadas forjaram um esquema criminoso que, depois do governo PS ter nacionalizado o banco, hoje estamos todos a pagar.Enquanto se discute o bloco central, valeria a pena confrontar a posição destes partidos sobre o BPP, os milhares de milhões para o sistema financeiro, a Justiça ou o reforço dos apoios sociais aos desempregados.
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Nestes e noutros temas, onde PS e PSD fazem o papel de Sr. Feliz e Sr. Contente, vale a pena debater alternativas para que o povo possa escolher nas próximas eleições. Tudo o resto é fugir às responsabilidades e à clareza política que se exige.
Helena Pinto
in Esquerda.Net

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Trair os eleitores...

A ideia de Bloco Central não nasceu nas mentes perversas ou ociosas de jornalistas com falta de assunto. Estava na cabeça de muita gente, como se vai percebendo pela sucessão de interessados em manter a chama viva, e tornou-se patente com o deslize embaraçado da líder do PSD e o seu desmentido instantâneo. É por isso que nos encontramos hoje na ridícula situação de discutir uma fórmula de Governo seis meses antes de sabermos os resultados das eleições. E que se torna lícita a interrogação sobre se a simpatia por mais este Bloco seria tão grande no caso de o PSD se encontrar na posição que as sondagens ainda hoje atribuem ao PS.
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Por mais legítima e desejada que seja a grande aliança, não se trata, obviamente, de uma coligação como qualquer outra. É uma coligação antinatural e, em grande medida, uma traição aos eleitores, sobretudo ao tal milhão que decide as eleições ao centro e apoia ora o PSD ora o PSD. Quem votar em Outubro no PSD está, acima de tudo, a votar contra o PS no Executivo e quem votar no PS está, acima de tudo, a votar contra a hipótese de o PSD lá chegar, porque são os dois únicos partidos do sistema em posição de decidir sobre a formação de governos. Com um Bloco Central, o voto desses eleitores serviria, portanto, um propósito oposto àquele que os levou a votar.
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Por outro lado, nem a governabilidade nem a capacidade reformista estão mais asseguradas por uma grande coligação ao centro do que por outra qualquer. O velho Bloco Central durou dois anos, mas, na verdade, só governou no primeiro. O segundo foi consumido numa briga permanente sobre "reformas estruturais" que ainda hoje estão por fazer e que acabaria depressa com a coligação. Esta só resistiu enquanto não se tornou claro qual dos dois partidos ganharia mais com a ruptura. E aquele que mais ganha, se a época for de crise, como então e como agora, é sempre o segundo partido, pois o maior tem o primeiro-ministro, que é o rosto da situação. Foi o que aconteceu há 24 anos. E é o que voltará a acontecer, pelo que o partido mais votado em Outubro já sabe com o que conta se apostar no Bloco Central.
Fernando Madrinha
in Expresso

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Bloco central, ninguém o quer mas todos o discutem...

O tema do bloco central está na moda. É o álibi perfeito para se continuar a discutir o vazio e adiar o debate de propostas políticas concretas.
Os políticos queixam-se do desinteresse dos portugueses pela Europa, mas mesmo em contagem decrescente para as mais importantes eleições europeias são os primeiros a varrer os temas europeus para segundo plano.
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Apesar de o cenário de bloco central ser improvável - desde logo pela comprovada incompatibilidade de personalidades de José Sócrates e Manuela Ferreira Leite -, os efeitos colaterais da discussão junto do eleitorado são imprevisíveis.
Para mais quando muitas das posições ouvidas são sustentadas em pressupostos erróneos, como o do virtuosismo do bloco central da década 80, esquecendo, entre outros aspectos, que foi nesse período que nasceram muitos dos vícios clientelistas ainda hoje vigentes nos partidos e no aparelho do Estado.
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O PSD, apesar das engasgadas palavras de Ferreira Leite sobre o assunto, é talvez o que terá mais a ganhar em manter viva a sombra de uma coligação, por enfraquecer as razões invocadas pelo PS para pedir nova maioria absoluta.Para os socialistas, no entanto, também nem tudo é negativo.
A tese do bloco central é, aliás, além do joker Manuel Alegre, do melhor que o PS tem para tentar diluir a crescente subida dos seus adversários de esquerda, PCP e Bloco, a quem todas as sondagens atribuem um quota de 20% do eleitorado.
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Tudo isto no plano político, o único em que tem sido debatido o bloco central. Porque se a discussão deixar o cais da especulação e rumar às águas da realidade, percebe-se que uma coligação PS/PSD ou é impossível ou inútil.
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Impossível, porque isso implicaria consensos em questões tão fracturantes como a construção do novo aeroporto ou do TGV. Ou inútil, porque, como se viu em Espanha nos anos que se seguiram à adesão à União Europeia, consensos parlamentares nas políticas estruturais do País (justiça, saúde, economia, etc.) são tão ou mais importantes para assegurar um desenvolvimento estável e sustentável do que uma coligação governamental.
Infelizmente, porém, consensos em nome do interesse colectivo é moda intemporal entre os nossos responsáveis políticos, incapazes de alguma vez os porem em prática.
Rui Hortelão
in Expresso

domingo, 10 de maio de 2009

Bloco Central...

Centrão e tudo à volta, juntos depois do verão...

A parte dois da gestão da crise começou esta semana com o regresso da ideia de jerico que é o bloco central. Embora Sampaio não tenha nunca referido o termo, embora Ferreira Leite tenha desmentido o mentido, embora Cavaco tenha voltado hoje à carga de passagem, a ideia com que se fica é que se está a preparar psicologicamente o pagode para ser de novo espremido após as férias do Verão.
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O Sol voltou, as férias vão arrancar, as eleições vão criar mais ruído e confusão, vão ser o Euro da política e depois do Engenheiro Sócrates reconduzido no cargo...toca a reunir para desancar na classe média. Para tal vai ser preciso consenso, o mesmo que leva um chefe de família a concordar com a esposa ou vice-versa quando se trata de aplicar um castigo eficaz a um filho. Com o perigo da contestação social, o que é preciso acautelar é a unanimidade política. E isso é possível. Ficou provado esta semana.
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Se os partidos aceitaram a nova lei que os financia,numa total convergência de princípios, também vão estar de acordo nos futuros impostos que os vão permitir viverem á margem da crise e poderem assim preservar o regime. Não é a sopa dos pobres, é ganância do Poder.
in Blog Instante Fatal

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Centrão e tudo à volta, juntos depois do verão...

A parte dois da gestão da crise começou esta semana com o regresso da ideia de jerico que é o bloco central.
Embora Sampaio não tenha nunca referido o termo, embora Ferreira Leite tenha desmentido o mentido, embora Cavaco tenha voltado hoje à carga de passagem, a ideia com que se fica é que se está a preparar psicologicamente o pagode para ser de novo espremido após as férias do Verão.
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O Sol voltou, as férias vão arrancar, as eleições vão criar mais ruído e confusão, vão ser o Euro da política e depois do Engenheiro Sócrates reconduzido no cargo...toca a reunir para desancar na classe média.
Para tal vai ser preciso consenso, o mesmo que leva um chefe de família a concordar com a esposa ou vice-versa quando se trata de aplicar um castigo eficaz a um filho. Com o perigo da contestação social, o que é preciso acautelar é a unanimidade política. E isso é possível. Ficou provado esta semana.
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Se os partidos aceitaram a nova lei que os financia,numa total convergência de princípios, também vão estar de acordo nos futuros impostos que os vão permitir viverem á margem da crise e poderem assim preservar o regime.
Não é a sopa dos pobres, é ganância do Poder.
in blog Instante Fatal

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Bocas fascistóides


«Se não houver maioria, deve existir bloco central»

Presidente da Confederação da Indústria Portuguesa diz que para enfrentar a crise é necessária estabilidade que não encontra nos outros partidos


E que tal um partidozinho único, sem oposição nem sindicatos? O Salazar gostava tanto do poder absoluto da "União Nacional" como este "democrata". Mas pode tirar o cavalinho da chuva que o tempo da outra senhora já lá vai.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O apelo ao bloco central...

Cavaco Silva usou o 25 de Abril para apelar à participação nos próximos actos eleitorais. Desejou mais "realismo e autenticidade", apelou para que se não iludissem os cidadãos, disse à comunicação social que fosse "objectiva e imparcial".
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Palavras que justificam perguntas. Quem é que, afinal, prometeu mundos e fundos (empregos aos milhares, crescimento e aproximação dos níveis de vida e do desenvolvimento médio comunitário, formação e educação para todos, acesso universal à saúde, referendo sobre o tratado europeu)? Quem é que, ganhando eleições desta maneira, faltou no Governo a todos estes compromissos? E nos últimos quinze anos, o que sucedeu? Não seria desejável que se fosse mais concreto, de forma que os portugueses percebessem melhor a que se referia e de quem falava?
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Cavaco Silva devia saber que fomentar a ideia de que "são todos iguais" contribui para a abstenção e a desculpabilização dos verdadeiros responsáveis, é factor de descredibilização da democracia. E acaba por justificar que quem se tem revezado nos governos à custa de falsas alternativas e soluções volte a usar as mesmas falsidades que utilizou no passado. A começar nas europeias, onde já andam por aí a pedir votos os dois partidos que se combinaram para impedir os portugueses de votar sobre o Tratado de Lisboa.
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Não obstante as palavras do Presidente terem carácter pedagógico, elas podem ser ou ter um efeito perverso ou contrário. E, no que concerne ao tratado europeu e às eleições europeias, não ilibam o próprio Cavaco Silva.
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Já o apelo do Presidente ao entendimento dos partidos do centrão é totalmente contraditório com à autenticidade e verdade eleitoral. Então se Portugal está como está, (no emprego, na segurança, na justiça, na protecção social, no combate à corrupção, para usar os exemplos de Cavaco Silva), não é isso o produto e a consequência de anos a fio do pântano partidário e da unicidade política em que o PS e o PSD transformaram o País?
Honório Novo
in JN

terça-feira, 28 de abril de 2009

A Fisga



Ferreira Leite enreda-se na ideia de Bloco Central

Na SIC, a líder do PSD não rejeitou liminarmente a possibilidade de o PSD se aliar ao PS, num bloco central, para governar o País. Mas acabou por o fazer à agência Lusa.
In DN

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Estamos feitos

MOÇÃO DE MANUELA NÃO EXCLUI BLOCO CENTRAL