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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Médicos e Políticos...

Cinco cirurgiões discutiam sobre quais os melhores pacientes numa sala de operações
Dizia o primeiro:
- Gosto de operar contabilistas porque, quando os abres, todos os órgãosestão numerados e ordenados.
O segundo retorquiu:
- Sim, mas melhor são os electricistas porque todos os órgãos estãocodificados por cores. Não há qualquer risco de engano.
Ao que respondeu o terceiro:
- Qual quê!!! Os melhores são os bibliotecários. Dentro deles tudo está ordenado alfabeticamente.
O quarto cirurgião opinou:- Não há como os mecânicos. Eles até já transportam uma reserva dos órgãos que são necessários substituir.
Finalmente, disse o quinto:
- Deixem-me discordar de todos vocês, meus caros companheiros mas, em minhaopinião, os melhores pacientes para operar são os políticos. Não têm coração, não têm estômago nem tomates. Além disso, pode-se-lhes trocar océrebro com o rabo que ninguém dá conta de nada ...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Já não se brinca aos médicos como antigamente!...

“Onde é que tu estavas?” - pergunta a mãe à menina.
“No quarto, a brincar aos médicos com o Joãozinho.
Ele era o médico e eu a doente”.
A mãe dá um grito e um salto da cadeira....
“Aos médicos!?!”
“Médicos da caixa, mãe... ele nem me atendeu!”

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Questões de Sexo...

Uma grávida confidência com o seu médico:
- Doutor, está a acontecer uma coisa muito estranha. O meu marido, na hora de fazer amor, pendura-me no teto. Pensei que fosse uma fantasia sexual, mas ele contou-me que foi uma ideia sua, doutor!
- De jeito nenhum! Eu apenas lhe disse depois do oitavo mês de gravidez as relações devem ser suspensas!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Tipicamente português. Sempre descontentes !!!!...

Jesus Cristo, certo dia, cansado do tédio do Paraíso, resolveu voltar a terra para fazer o bem. Procurou o melhor lugar paradescer e optou pelo Hospital de S. Francisco Xavier, onde viu um médico a trabalhar há muitas horas e a morrer de cansaço.
Para não atrair as atenções, decidiu ir vestido de médico.Jesus Cristo entrou de bata, passando pela fila de pacientes no corredor, até atingir o gabinete do médico.
Os pacientes viram e comentaram:
- Olha, vai mudar o turno...
Jesus Cristo entrou na sala e disse ao médico que podia sair, dado que ele mesmo iria assegurar o serviço.
E, decidido, gritou:
- O PRÓXIMO !
Entrou no gabinete um homem paraplégico que se deslocava numa cadeira de rodas.
Jesus Cristo levantou-se, olhou bem para o homem, e com a palma da mão direita sobre a sua cabeça disse:
- LEVANTA-TE E ANDA!
O homem levantou-se, andou e saiu do gabinete empurrando a cadeira de rodas.
Quando chegou ao corredor, o próximo da fila perguntou:
- Que tal é o médico novo?
Ele respondeu:
- Igualzinho aos outros... nem examina a gente...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Já não se brinca aos médicos como antigamente...

Onde é que tu estavas?- pergunta a mãe à menininha.
No quarto, a brincar aos médicos com o Joãozinho. Ele era o médico e eu a doente.
A mãe dá um grito e um salto da cadeira ...
- Aos médicos!?!
- Médicos da Segurança Social , mãe... Ele nem me atendeu!

sábado, 29 de novembro de 2008

António Egas Moniz...Escritor, Investigador e Politico...Prémio Nobel de Medicina...

António Egas Moniz
António Caetano de Abreu Freire Egas Moniz (Avanca, 29 de Novembro de 1874Lisboa, 13 de Dezembro de 1955) foi um notável médico, neurologista, investigador, professor, político e escritor português.
Foi galardoado com o Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1949, partilhado com Walter Rudolf Hess (1881-1973).
Biografia
Nascido António Caetano de Abreu Freire no seio de uma família aristocrata rural, seu tio e padrinho, o padre, Caetano de Pina Resende Abreu Sá Freire, insistiria para que ao apelido fosse adicionado Egas Moniz, em virtude da família, descender em linha directa de Egas Moniz, o aio de Dom Afonso Henriques.
Completou a instrução primária na Escola do Padre José Ramos e o Curso Liceal no Colégio de S. Fiel, dos
Jesuítas. Formou-se em Medicina na Universidade de Coimbra, onde começou por ser lente substituto, leccionando anatomia e fisiologia.
Em 1911 foi transferido para a recém-criada Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa onde foi ocupar a cátedra de neurologia como professor catedrático. Jubilou-se em Fevereiro de 1944.
Egas Moniz contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da medicina ao conseguir pela primeira vez dar visibilidade às
artérias do cérebro.
A Angiografia Cerebral, que descobriu após longas experiências com raios X, tornou possível localizar neoplasias, aneurismas, hemorragias e outras mal-formações no cérebro humano e abriu novos caminhos para a cirurgia cerebral.
As suas descobertas clínicas foram reconhecidas pelos grandes neurologistas da época, que admiravam a acuidade das suas análises e observações.
Egas Moniz teve também papel activo na vida política. Foi fundador do
Partido Republicano Centrista, dissidência do Partido Evolucionista; apoiou o breve regime de Sidónio Pais, durante o qual exerceu as funções de Embaixador de Portugal em Madrid (1917) e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1918); viu entretanto o seu partido fundir-se com o Partido Sidonista.
Foi ainda um notável escritor e autor de uma notável obra literária, de onde se destacam as obras "A nossa casa" e "Confidências de um investigador científico"
Como investigador, Egas Moniz, contando com a preciosa colaboração de Pedro Almeida Lima, gizou duas técnicas: a leucotomia pré-frontal e a angiografia cerebral.
Egas Moniz foi proposto cinco vezes (1928, 1933, 1937, 1944 e 1949) ao
Prémio Nobel de Medicina ou Fisiologia, as quatro primeiras sem êxito.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Júlio Dinis...Foi um Escritor e Médico Português...

Joaquim Guilherme Gomes Coelho(Júlio Dinis) (Porto, 14 de Novembro de 1839 – Porto, 12 de Setembro de 1871) foi um médico e escritor português.
Biografia
Licenciou-se em
Medicina na Escola Médica do Porto, onde também foi professor, mas foi principalmente à literatura que dedicou a maior parte da sua curta vida.
Utilizou vários pseudónimos, sendo Júlio Dinis o principal e o que o tornou mais conhecido.
É por muitos considerado como um escritor de transição entre o fim do Romantismo e o princípio do Realismo. Embora tenha escrito poesia e teatro, notabilizou-se principalmente como romancista.
Sofria de
tuberculose, e devido a essa doença foi viver para zonas rurais como a Madeira e Ovar, onde tomou conhecimento da vida das gentes do campo, principal tema da sua obra, onde demonstrava uma grande preocupação pela descrição realista das aldeias e das pessoas, assim como dos seus problemas sociais.
Sobre a sua passagem pela zona rural de Ovar existe muita controvérsia, pois estudiosos (Dra. Maria José Ramos e outros) indicam que a sua estadia terá sido em
Grijó, que pertence a Vila Nova de Gaia, o que se coaduna em termos geográficos com as diversas referências implícitas nas suas várias obras, especialmente em A Morgadinha dos Canaviais e As Pupilas do Senhor Reitor. Nesta vila de Grijó encontram-se várias placas alusivas à sua vida nesta terra, nomeadamente na Quinta do Mosteiro e na Quinta da Fábrica, no lugar do Loureiro.
Morreu em 1871, com 31 anos vítima da tuberculose, tal como sua mãe e os seus dois irmãos.
Júlio teve seus primeiros textos publicados em O Grinaldo e em O Jornal do Comercio.
Obra
As Pupilas do Senhor Reitor (1867)
A Morgadinha dos Canaviais (1868)
Uma Família Inglesa (1868)
Serões da Província (1870)
Os Fidalgos da Casa Mourisca (1871)
Poesias (1873)
Inéditos e Dispersos (1910)
Teatro Inédito (1946-1947)

Poema

És bela, sim, quando, corando, foges

Dum beijo perseguida

Ou quando cedes com mais pejo ainda

Mas na luta vencida

És bela, sim, quando, banhada em lágrimas

Soltas mimosas queixas

Ou quando, comovida por meus prantos

Já ameigar-te deixas

És bela, sim, à luz do sol-nascente

Regando tuas flores

Ou com os olhos no ocaso e o pensamento

No país dos amores

És bela sempre e o mesmo fogo acendes

No coração do poeta

És bela sempre, ó linda flor do prado

Ó mimosa violeta (concha)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Miguel Bombarda...Médico, Filósofo e Político...98º Aniversário da sua morte...

Miguel Bombarda
Miguel Augusto Bombarda (Rio de Janeiro, 6 de Março de 1851 - Lisboa, 3 de Outubro de 1910), médico psiquiatra, filósofo e republicano.
Biografia
Estudou na Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, onde viria a ser professor e foi director do Hospital de Rilhafoles, onde criou o Laboratório de Histologia em 1887.
Mas a sua actividade esteve longe de se limitar à docência e à clínica.
Bombarda foi um pensador, pode-se dizer mesmo um filósofo muito atento às correntes da sua época (marcada pela visão termodinâmica de Helmholtz, Clausius e outros, pela teoria da evolução de Darwin e pela filosofia positivista de Comte).
Proselitou uma cosmovisão materialista. Sustentou o determinismo científico ao ponto de o estender à realidade social. Nessa perspectiva, o crime seria uma doença semelhança à infecção causada por uma bactéria.
Republicano convicto, foi um acérrimo
anti-clerical. A sua obra “A Ciência e o Jesuitismo”, de 1900, é um bom documento sobre o nosso “fin de siècle”. Bombarda opõe a sua visão científica do mundo à visão religiosa dos jesuítas, em particular a do “padre sábio” Manuel Fernandes Santana, com quem estava em polémica.
Tornou-se membro do
Partido Republicano Português em 1909, tendo sido eleito deputado em Agosto de 1910. Membro do comité revolucionário que implantou a República em Portugal, em 5 de Outubro de 1910, e considerado o seu chefe civil.
Bombarda pertenceu a um grupo de portugueses inconformados com a situação de atraso do país, que se revia nas Conferências do Casino de Antero de Quental e outros e que queria urgentemente renovar o país, culpando a Igreja pelo atraso. Para ele não havia apenas que curar o doente individual mas também o doente colectivo que era a nação.
Não chegou, contudo, a assistir à vitória dos republicanos por ter sido assassinado por um doente mental, um tenente que ficou depois internado numa instituição psiquiátrica, em
3 de Outubro de 1910, poucas horas antes do início da revolta.
Para a história ficaram as últimas palavras de Miguel Bombarda, que mostram, mesmo próximo da morte, não só informação como compaixão:
- “Não lhe façam mal. Ele é um doente!”
Teve um funeral conjunto ao de Cândido dos Reis, no dia 6 de Outubro.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Tiro ao alvo

Na mouche

Gestores públicos receberam 27 milhões do Estado

Cada gestão custou 349 mil euros em 2007

Os encargos com a remuneração das administrações das empresas públicas subiram no ano passado 30%.

Num país com a maior desigualdade salarial da Europa, este governo tudo faz para acentua-la ainda mais. E é bom não esquecer que os trabalhadores portugueses, que por esses mesmos gestores são considerados incompetentes e abstencionistas, são competentes, produtivos e respeitados pelos patrões e gestores estrangeiros, quando decidem emigrar.

A razão desta discrepância reside exclusivamente na incompetência dos gestores portugueses.

Os mesmos que o Estado premeia.


O governo manifesta a intenção de proibir os médicos do Serviço Nacional de Saúde de trabalharem no privado


Desde logo, tal medida colocará os médicos em manifesta desigualdade com os restantes quadros da função pública, que podem exercer simultaneamente outras funções em horário pós-laboral.

Acresce que é um convite a demitirem-se da função pública, trabalhando exclusivamente no privado, onde ganham mais.

Isto é: empobrecendo ainda mais o SNS e, de forma encapotada, ajudando a privatiza-lo.