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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Benjamin Franklin...Foi um Inventor e Político Americano...

Benjamin Franklin (Boston, 17 de Janeiro de 1706Filadélfia, 17 de Abril de 1790) foi um jornalista, editor, autor, maçom, filantropo, abolicionista, funcionário público, cientista, diplomata, inventor e enxadrista ianque, que foi também um dos líderes da Revolução Americana, e é muito conhecido pelas suas muitas citações e pelas experiências com a electricidade.
Um homem religioso,
calvinista, é ao mesmo tempo uma figura representativa do Iluminismo. Ele trocava correspondência com membros da sociedade lunar e foi eleito membro de Royal Society.
Em 1771, Franklin tornou-se o primeiro Postmaster General (ministro dos correios) dos Estados Unidos da América.
Índice
1 História
-1.1 Juventude
-1.2 Assuntos públicos e estudos científicos
-1.3 Últimos anos
2 Referências
3 Ver também

domingo, 1 de março de 2009

Grau zero...

As campanhas eleitorais que se aproximam começam a desnudar o que de pior, de mais perverso, de mais repugnante existe no debate político. Costa, o eterno delfim sem futuro, subiu ao púlpito do Congresso do seu partido para chamar ao Bloco de Esquerda, entre outros mimos, de ‘parasita’, ao que Louçã respondeu que o outro militava num partido de ‘ratices e ratazanas’. É apenas um exemplo.
Multiplicam-se os discursos deste teor, carregado de insultos, de intenções malévolas, denunciando a morte rápida daquilo que há muito estava doente: o debate ideológico foi pelo esgoto e o esgoto devolveu, agoniado, a enxúndia dos insultos.
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Não é por este caminho que sairemos deste lodo onde voluntariamente chafurdamos. A renovação política, de que tanto se fala, não é apenas de caras novas com práticas antigas. Tem de ser, forçosamente, de caras novas com prática novas. A continuarmos assim, este País não terá outra solução que não seja a de continuar a caminhar no lamaçal que causa repulsa e afasta as pessoas da fundamental participação cívica na vida pública.
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A política tem de ser um exercício vivo de cultura, de contraditório contínuo, de confronto de ideias, de programas, de projectos, de realização. Não pode perdurar no ataque pessoal, no clima de espectáculo degradante, que torna a decadência num prazer e os duelos pela honra na última linha de defesa. E, se a política precisa de rápida regeneração, o mesmo se passa com a Justiça.
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O caso Freeport tornou-se na casa orgiástica, onde não existe comentador, magistrado, advogado que não tenha a mais definitiva das verdades e a mais definitiva das razões para discutir o indiscutível. Apenas pelo prazer mórbido de insinuar, provocar, coscuvilhar sobre essa velha prostituta que é o segredo de justiça e, simultaneamente, escondendo outros segredos e outras intenções num debate aparentemente livre e de boa-fé.
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A crise que atravessamos, económica e financeira, é mais do que isso. É o fim de um ciclo maior que desnuda o vazio, a falta de ideias, a falta de imaginação e de coragem de quem nos governa e desgoverna. Chegámos à rua final das ideias feitas, dos insultos, da mesquinhez, de todas as coisas feias que a natureza humana produziu. Não admira o desinteresse dos mais jovens por esta política feita de lugares-comuns, de verborreia, sem um único conteúdo de esperança, sem a fome de utopia.
Serão seguramente os mais jovens a dar cabo disto. A terminar com esta turma medíocre que usufrui do poder como uma turma de cábulas mal comportada.
Francisco Moita Flores
in CM

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Ronald de Carvalho...Foi um Poeta e Político Brasileiro...

Ronald de Carvalho (Rio de Janeiro, 16 de maio de 1893 — Rio de Janeiro, 15 de fevereiro de 1935), foi um poeta e político brasileiro.
Biografia
Filho do capitão-tenente e engenheiro naval Artur Augusto de Carvalho e de Alice Paula e Silva Figueiredo de Carvalho, fez o curso secundário no Colégio Abílio.
Entrou na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais, fazendo bacharelado em
1912. Desde 1910 trabalhava como jornalista, no Diário de Notícias, cujo diretor era Ruy Barbosa.
Em sua ida para a
Europa, cursou Filosofia e Sociologia em Paris. Ao voltar para o Brasil, entrou para o Itamaraty. Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, em São Paulo, movimento determinante do Modernismo brasileiro.
Em
1924, dirigiu a Seção dos Negócios Políticos e Diplomáticos na Europa. Durante a gestão de Félix Pacheco, esteve no México, como hóspede de honra daquele governo. Em 1926, foi oficial de gabinete do ministro Otávio Mangabeira.
Exerceu cargos diplomáticos de relevância, servindo na Embaixada de Paris, com o embaixador Sousa Dantas, por dois anos, e depois em Haia (Países Baixos). Retornou a Paris, de onde, em 1933, foi removido para o Rio de Janeiro.
Foi secretário da Presidência da República, cargo que ocupava quando morreu. Em concurso realizado pelo Diário de Notícias, em
1935, foi eleito Príncipe dos Prosadores Brasileiros, em substituição a Coelho Neto. Colaborou, com destaque, em O Jornal.
Casou com Leilah Accioly de Carvalho, com quem teve quatro filhos.
Faleceu no Rio de Janeiro, em
15 de fevereiro de 1935, vítima de acidente automobilístico, ocorrido em 19 de janeiro
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Sabedoria
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Enquanto disputam os doutores gravemente
sobre a natureza
do bem e do mal, do erro e da verdade,
do consciente e do inconsciente;
enquanto disputam os doutores sutilíssimos,
aproveita o momento!
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Faze da tua realidade
uma obra de beleza
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Só uma vez amadurece,
efêmero imprudente,
o cacho de uvas que o acaso te oferece...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Afonso Dhlakama...Político Moçambicano e líder da RENAMO...

Afonso Macacho Marceta Dhlakama (pronuncia-se aproximadamente como Djacama), nascido a 1 de Janeiro de 1953, é o presidente da RENAMO (Resistência Nacional Moçambicana), o principal partido político da oposição em Moçambique.
Após a morte de
André Matsangaíssa, assumiu a liderança da então guerrilha RENAMO, no auge da guerra civil moçambicana. A 4 de Outubro de 1992 assinou com Joaquim Chissano (na altura Presidente de Moçambique), em Roma, o Acordo Geral de Paz, pondo fim a uma guerra civil que durou cerca de 16 anos e que destruiu a economia e infra-estruturas do país, tendo provocado centenas de milhares de mortos. Desde então a RENAMO passou a ser um partido político, o segundo maior partido político de Moçambique.
Ao contrário das suas reconhecidas capacidades de estratega militar, Afonso Dhlakama não tem tido o mesmo sucesso político, acumulando sucessivas derrotas nas três eleições presidenciais até agora realizadas neste país, e alegando sempre a existência de fraudes perpetradas pelo partido no poder (
FRELIMO) para que isto venha acontecendo. Em situações de crise, recorre a um discurso mais belicista, que por vezes inclui ameaças de retorno à luta armada. A sua fraca tenacidade política resulta numa fraca oposição política em Moçambique.

domingo, 23 de novembro de 2008

Caio Prado Júnior...Foi um Historiador, Escritor e Politico Brasileiro...

Caio da Silva Prado Júnior (São Paulo, 11 de fevereiro de 1907 — São Paulo, 23 de novembro de 1990) foi um historiador, geógrafo, escritor, político e editor brasileiro.
As suas obras inauguraram, no país, uma tradição
historiográfica identificada com o marxismo, buscando uma explicação diferenciada da sociedade colonial brasileira.
Biografia
Bacharelou-se em
Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco, em São Paulo (1928), onde mais tarde seria livre-docente de Economia Política.
Como intelectual teve importante atuação política ao longo das décadas de
1930 e 1940, tendo participado das articulações para a Revolução de 1930.
A
12 de agosto de 1931, em São Paulo, nasce seu filho (com Hermínia F. Cerquilho), Caio Graco, que mais tarde conduzirá a Editora Brasiliense, fundada pelo pai em 1943.
Publicou, em
1933, a sua primeira obra - Evolução Política do Brasil -, uma tentativa de interpretação da história política e social do país.
Em 1934, ano de implantação da
Universidade de São Paulo (USP), juntamente com os professores Pierre Deffontaines, Luis Flores de Morais Rego e Rubens Borba de Morais, Caio Prado Júnior participou da fundação da Associação dos Geógrafos Brasileiros - AGB, primeira entidade cientíca de caráter nacional.
Após uma viagem à
União Soviética, à época sob a ditadura de Stálin, e a alguns países da Cortina de Ferro, publicou URSS - um novo mundo (1934), edição apreendida pela censura do governo de Getúlio Vargas, que passaria a combater. Ingressou na Aliança Nacional Libertadora, a qual presidiu em São Paulo.
Em
1942 publicou o clássico Formação do Brasil Contemporâneo - Colônia, que deveria ter sido a primeira parte de uma coletânea sobre a evolução histórica brasileira, a partir do período colonial. Entretanto, os demais volumes jamais foram escritos.
Em
1945 foi eleito deputado estadual pelo Partido Comunista Brasileiro, assim como deputado da Assembléia Nacional Constituinte. Todavia, este último mandato lhe seria cassado em 1948, na seqüência do cancelamento do registro do partido pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Dirigiu o vespertino
A Platéia e, em 1943, juntamente com Arthur Neves e Monteiro Lobato, fundou a Editora Brasiliense, na qual lançou, posteriormente, a Revista Brasiliense, editada entre 1956 e 1964.
Sofreu novas perseguições durante o Regime Militar, após
1964.
Em
1966 foi eleito o Intelectual do Ano, com a conquista do Prêmio Juca Pato, concedido pela União Brasileira de Escritores, devido à publicação, naquele ano, do polêmico A revolução brasileira, uma análise dos rumos do país após o movimento de 1964.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Francisco Louçã...Político e Economista...Hoje faz 52 anos...

Francisco Anacleto Louçã (Lisboa, 12 de Novembro de 1956) é um político e economista português. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. Candidatou-se às eleições presidenciais portuguesas de 2006.
Fundador do Bloco de Esquerda em 1999 e membro da sua direcção desde essa data. Eleito deputado por Lisboa em 1999, reeleito em 2002 e em 2005.
Índice
1 Actividades políticas
1.1 Eleições presidenciais de 2006
2 Actividades académicas
3 Carreira
4 Obras publicadas
Estado da Nação 2008: Intervenção de Francisco Louçã

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Álvaro Cunhal...Politico e Escritor...dos mais importantes resistentes ao Estado Novo...95º Aniversário do seu nascimento...

Álvaro Barreirinhas Cunhal (Coimbra, 10 de Novembro de 1913Lisboa, 13 de Junho de 2005) foi um político e escritor português, conhecido por ser um dos mais importantes resistentes ao Estado Novo, e ter dedicado a vida ao seu ideal comunista
Em 1931, com dezassete anos, filia-se no Partido Comunista Português (PCP)
Devido aos seus ideais comunistas e à sua assumida e militante oposição ao Estado Novo, esteve preso em 1937, 1940 e 1949-1960, num total de 13 anos, 8 dos quais em completo isolamento.
A 3 de Janeiro de 1960, Cunhal, juntamente com outros camaradas, todos quadros destacados do PCP, protagonizaram a célebre fuga da prisão-fortaleza de Peniche possível graças a um planeamento muito rigoroso e uma grande coordenação entre o exterior e o interior da prisão
Regressou a Portugal cinco dias depois do 25 de Abril de 1974.
Foi ministro sem pasta no
I, II, III e IV governos provisórios e também deputado à Assembleia da República entre 1975 e 1992.
Em
1982, tornou-se membro do Conselho de Estado, abandonando estas funções dez anos depois, quando saiu da liderança do PCP.
Além das suas funções na direcção partidária, foi
romancista e pintor, escrevendo sob o pseudónimo de Manuel Tiago, o que só revelou em 1995

Faleceu em 13 de Junho de 2005, em Lisboa, e no seu funeral (a 15 de Junho), participaram mais de 250.000 pessoas. Por sua vontade, o corpo foi cremado.
Índice
1 Biografia
2 Obras
3 Notas
4 Fontes
5 Ver também
6 Textos de Álvaro Cunhal disponíveis na Internet
7 Ligações externas

terça-feira, 4 de novembro de 2008

José Estêvão Coelho de Magalhães...Foi um Jornalista e Politico do Séc.XIX...Opositor ao regime...

José Estêvão Coelho de Magalhães
José Estêvão Coelho de Magalhães (Aveiro, 26 de Dezembro de 1809Lisboa, 4 de Novembro de 1862), mais conhecido por José Estêvão, foi um notável jornalista, político e orador parlamentar português, sendo durante o período de 1836 a 1862 a figura dominante da oposição de esquerda na Câmara dos Deputados.
Era bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra, veterano das guerras liberais e um dos académicos que viveu o exílio em Inglaterra e na ilha Terceira e participou no desembarque do Mindelo.
Em 1841 fundou a Revolução de Setembro, o mais influente jornal da imprensa liberal.
Sempre mais radical que as soluções preconizadas pelos partidos políticos da época, foi por várias vezes obrigado a procurar refúgio fora do país devido à sua frontalidade na oposição.