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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Tiro no pé do ministério


Mini-saias proibidas: «Um atentado à liberdade individual»

Bloco de Esquerda quer esclarecimentos do Ministério da Educação


Por este andar, qualquer dia a D. Lurdes impõe o uso da burka nas escolas. Por acaso a ela assentava-lhe como uma luva.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Coisas do Arco-da-Velha...

É no mínimo, estranho... para não dizer outra coisa feia. Estes políticos da treta, partidarizados, só sabem uma coisa, orientar-se.
É claro, que é tudo dentro da legalidade, nem se põe isso em questão.Os professores, que se amanhem, bebam cautelas ao pequeno almoço, porque um professor, daqueles com cartãozito de militante, foi promovido a imagine-se, a PRESIDENTE DO CONSELHO CIENTÍFICO PARA A AVALIAÇÃO DE PROFESSORES, organismo que depende directamente da ministra sinistra, "Milu".
Até aqui, tudo bem, mas o que é que este ministério decidiu fazer a mais, vejam a seguir, o despacho publicado em DR.
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Despacho n.º 9810/2009: subsídio mensal de residência de € 941,25!
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Considerando que, nos termos do disposto no Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, pode ser atribuído um subsídio de residência aos titulares do cargo de director -geral e de outros expressamente equiparados, à data da nomeação no local onde se encontre sediado o respectivo organismo;
Considerando que o Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, lugar expressamente equiparado a director -geral, tem a sua residência permanente em Aveiro:
Assim, nos termos do disposto no artigo 2.º do Decreto -Lei n.º 331/88, de 27 de Setembro, determina -se o seguinte:
1 -- É atribuído ao presidente do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva, um subsídio mensal de residência no montante de € 941,25, a suportar pelo orçamento da Secretaria -Geral do Ministério da Educação e actualizável nos termos da portaria de revisão anual das tabelas de ajudas de custo.
2 -- O presente despacho produz efeitos desde 1 de Novembro de 2008. 12 de Fevereiro de 2009. -- O Ministro de Estado e das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos. -
- Pela Ministra da Educação, Jorge Miguel de Melo Viana Pedreira, Secretário de Estado Adjunto e da Educação.
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.E os professores desterrados, e longe da família, obrigados a dar aulas muitas vezes a 200 Kms de distância, não recebem subsídio, Porquê?
E ainda lhe espetam com esta afronta, de pôr um fulano para os avaliar, deslocam-no e pagam-lhe quase mil euros por mês de subsídio, para ele fazer o que quer nas carreiras dos professores, e dar ao estado milhares de euros todos os anos com essas espertezas.
por mail

domingo, 3 de maio de 2009

Pequenos e terríveis...

Antigamente, o eng. Sócrates contratava figurantes para as suas sessões de propaganda escolar: dezenas de crianças meticulosamente aprumadas, capazes de enfeitar os noticiários com odes pungentes ao Magalhães.
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Agora, com a crise, recorre-se a amadores: alunos reais de escolas reais que, devidamente manipulados, contribuem para os tempos de antena do PS. Isto, que levantou polémica, obrigou o eng. Sócrates a desculpar-se perante os pais. Não obrigou a que se encontrassem responsáveis por tão nefando acto.
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O PS diz que não é culpado e culpa a produtora do vídeo. A produtora diz que não é culpada e culpa os professores que não entenderam o projecto. Os professores dizem que não são culpados e culpam o Ministério da Educação
E o Ministério? O Ministério, sugestão minha, devia simplesmente culpar as crianças.
João Pereira Coutinho
in CM

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Abusos do PS na Educação...

A deputada Ana Drago interveio no parlamento para condenar a tentativa de incriminação dos professores de Fafe como sendo os mentores do protesto dos estudantes e o uso abusivo de imagem das crianças da Escola de Castelo de Vide num tempo de antena do PS

quinta-feira, 26 de março de 2009

O reino do arbítrio...

Ministra e secretários de Estado da Educação não foram capazes, na AR, de dizer em que lei consta a obrigatoriedade da entrega de objectivos individuais pelos professores ou a possibilidade de os conselhos executivos se lhes substituírem ou lhes instaurarem processos disciplinares. O mais que conseguiram titubear foi: "Está na lei…". Percebe-se porque contratou Lurdes Rodrigues o eminente jurista Pedroso e lhe pagou 290 mil euros para fotocopiar "Diários da República", trabalho de tal "exigência técnica" e "complexidade" que ele não foi capaz de o completar.
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Os números dizem tudo: entre 1820 e 1900, o ME produziu 29 diplomas; de 1900 e 1974 cerca de 500; de 1974 a 1986 mais 900. De 1986 para cá tem sido o Dilúvio: são tantas as leis, decretos, portarias e regulamentos que o pobre eminente jurista, prestes a afogar-se, fugiu a sete pés com o cheque no bolso, deixando para trás um monte de 44 pastas a abarrotar de fotocópias. Diz-se em Direito que "muitas leis, lei nenhuma".
Quem se admira que o ME seja o reino do arbítrio?
Ali pode fazer-se tudo, que há-de sempre haver uma lei que o permita…
Manuel António Pina
in JN