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terça-feira, 16 de junho de 2009

Corte de cabelo...Versão feminina...

Mulher_1: Oi! Você cortou o cabelo! Ficou lindo!
Mulher_2: Voce acha? Eu não tive certeza quando olhei no espelho.Quer dizer, você não acha que ficou afofado demais?
Mulher_1: Deus, não, não! Está perfeito! Eu adoraria cortarmeu cabelo assim, mas meu rosto é muito fino.Eu fico muito presa a isto.
Mulher_2: Você fala sério? Eu acho seu rosto adorável.E você pode facilmente ter um daqueles cortes em camadas, que são todos bonitos.Eu ia fazer exatamente isto, mas fiquei com medo de acentuar o meu pescoço comprido.
Mulher_1: Ah, engracado. Eu adoraria ter o seu pescoço.Qualquer coisa que tirasse a atenção desta minha linha de ombros dois-por-quatro.
Mulher_2: Você tá brincando? Eu conheço garotas que adorariam ter seus ombros.Qualquer coisa cai tão bem em você.Isto é, olhe meus braços como são curtos;se eu tivesse seus ombros eu poderia conseguir roupas quese encaixassem em mim com muito mais facilidade.
Certamente........ combina com seus pés.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Para onde olham as mulheres???...

Numa sondagem, 90% das mulheres juraram que em primeiro lugar, num homem, o seu olhar se fixava no rosto,em especial nos olhos...
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A realidade é bem diferente...
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Querem a prova???...VEJAM O VÍDEO...

segunda-feira, 6 de abril de 2009

A nossa rádio

Maestrina Joana Carneiro


"O Feminismo na Música": 'fast food' nas manhãs de domingo

Terminada a excelente série "A Herança de Atena", da autoria de Ana Mântua e João Chambers, fiquei na expectativa do que se seguiria no "Caleidoscópio" dominical. Como de costume, programei o telemóvel para as 8:55 e, logo que o toque polifónico soou, liguei a hi-fi sintonizando o rádio na Antena 2 (estava na RR onde ouvira na véspera o "Sete Mares", de Luís Salgueiro). Depois da Judite Lima fechar as portas do seu "Os Nós e os Laços" e do subsequente bloco de 'jingles' e 'spots' promocionais (não haverá maneira de nos pouparem a esta praga?), aparece um novo genérico de programa em que se anuncia "O Feminismo na Música", por Margarida Prates. Apesar do nome da autora nada me dizer, o título desde logo despertou a minha atenção, não por ter qualquer preconceito contra o movimento feminista, iniciando pelas sufragistas inglesas nos inícios do séc. XX, mas pela curiosidade intelectual em conhecer, de forma mais aprofundada e sistemática, as relações existentes entre esse movimento e a música. Mas quando a autora começa por se debruçar sobre obras medievais de canto gregoriano centradas na figura da Virgem Maria, logo deduzi que o âmbito do programa não era o feminismo na música ou as compositoras feministas mas uma coisa bem diferente: "a mulher na música" e/ou "mulheres compositoras", ideia que com o desenrolar do programa acabei por confirmar. Por conseguinte, o título adequado para o programa deveria ser "A Mulher na Música" ou "O Feminino na Música" e não o redutor e equívoco "O Feminismo na Música". Feito o devido reparo ao título, devo dizer que a abordagem da "História da Música", tendo como motivo condutor o elemento feminino, até era, à partida, uma óptima ideia por permitir analisar a criação musical ao longo dos séculos numa perspectiva diferente e com certeza muito interessante. O grande problema é que a concretização da ideia se revelou um completo desastre, tanto no conteúdo como na forma: tudo tratado pela rama, sem a menor profundidade e, ainda por cima, com uma apresentação desorganizada e perfeitamente pedante, fazendo-me recordar outra série de má memória no mesmo "Caleidoscópio", intitulada Haendel de A a T. Para ilustrar a prosa exígua e de reles recorte, a roçar o simplório (como se os ouvintes da Antena 2 não passassem de uma cambada de trogloditas ignaros), a receita escolhida foi uma imensa caldeirada de estilos, épocas e compositores: Canto gregoriano; Afonso X, o Sábio (cantigas de Santa Maria); Henry Purcell ("Ode a Santa Cecília"); Johann Sebastian Bach ("Magnificat"); Fanny Mendelssohn; Clara Schumann; Sergei Rachmaninov; Giacomo Puccini ("Soror Angélica"); Benjamin Britten; Cláudio Carneyro ("Senhora do Almortão"); cancioneiro alentejano (cântico mariano por um coro feminino). Tudo isto servido, como facilmente se advinha, sob a forma de trechos de três a quatro minutos (às vezes menos), deixando transparecer a ideia de que não se estava ali para proporcionar aos ouvintes a fruição das obras nem sequer para lhes aguçar o gosto pelas mesmas; a função da música naquele programa – foi essa a nítida sensação com que fiquei – era meramente ilustrativa, quais desenhos em livros infantis. Só que ao contrário das narrativas para crianças, neste caso não havia uma história que ajudasse a mitigar a frustração causada por aquela sucessão de "coitos interrompidos". E já que aludi à literatura infantil que tem o objectivo de fomentar o gosto pela leitura e, simultaneamente, ajudar as crianças a dominar escorreitamente a língua portuguesa, aproveito para apontar um erro gramatical perfeitamente infantil que ouvi da boca da senhora Margarida Prates: «continuaram sempre a haver artistas». Acontece que não é "continuaram" mas "continuou". Eu não sou linguista e também dou os meus pontapés na gramática (agradeço desde já os reparos que entenderem por bem fazer-me), mas numa rádio vocacionada para a cultura tais erros não são admissíveis. Tais calinadas não existiriam (ou seriam raras) se a Antena 2 se regesse por um critério sério e rigoroso na avaliação da competência científica e cultural das pessoas que com ela se propõem colaborar. Já agora, acrescente-se que as deficiências de ordem cultural de Margarida Prates não se ficam pela gramática: a geografia também parece não ser um dos seus pontos fortes. Para os devidos efeitos, dá-se aqui conta de uma clamorosa asneira. Depois de ter falado da alemã Clara Schumann, a senhora Margarida Prates anunciou que ia mais para norte. Ora como os países que se situam a norte da Alemanha são a Dinamarca, a Noruega e a Suécia eu julguei que me ia revelar uma compositora escandinava ou então dar a ouvir uma obra de um compositor da mesma área geográfica (Carl Nielsen ou Grieg, por exemplo) versando uma figura feminina. Mas não: tratava-se de Rachmaninov, que, segundo rezam as biografias (e como o próprio nome também sugere), nasceu na oriental Rússia! Ainda outra coisa: no fim do programa fiquei com a ideia de que a autora prometeu voltar no próximo sábado. Terei ouvido bem? Ou foi a direcção da Antena 2 que, a posteriori, resolveu proceder a uma troca com a série realizada por Sérgio Azevedo? Se assim foi, porquê? E tendo-se decidido alterar o dia inicialmente previsto para a transmissão, não era possível, com uma simples operação de montagem, ter suprimido aquela frase? Isto pode parecer uma questão de pormenor e de somenos importância, mas revela bem a forma atabalhoada como a Antena 2 vem sendo dirigida.
Resumindo e concluindo: o 'fast food' musical/cultural a que muito apropriadamente se referiu o Prof. Mário Vieira de Carvalho, num artigo publicado na imprensa (reproduzido
aqui) já não se restringe aos "Impérios dos Sentidos", aos "Boulevards", aos "Vibratos" e aos "Bailes de Máscaras". Os próprios programas de autor, ressalvando algumas honrosas excepções, também passaram a ser confeccionados segundo a mesma receita. E isto acontece não por vontade dos ouvintes (que reiteradamente de tem insurgido contra tal modus faciendi) mas porque assim determina o umbigo dos locatários da direcção de programas, Rui Pêgo e João Almeida. Bem, a indivíduos incapazes não se pode pedir que por milagre se tornem competentes – do mesmo modo que ninguém pediria a um iletrado que escrevesse "Os Lusíadas" – mas terá de se pedir responsabilidades a quem teima em mantê-los nas funções para as quais não foram definitivamente talhados.

Post Scriptum: Uma pessoa que com a temática "o feminino na música/mulheres compositoras" teria feito, com toda a certeza, um trabalho primoroso, chama-se Luciana Leiderfarb. Que pena o dinheiro dos contribuintes estar a ser tão mal administrado!
Aproveito o ensejo para chamar a atenção – uma vez mais – para a importância de alguns programas feitos por autores habilitados ("Matrizes", "Musica Aeterna", "Cosmorama", "Prata da Casa") que neste momento têm passagem única ao fim-de-semana, serem repetidos durante a semana. E porquê? Em primeiro lugar, porque constituem as poucas mais-valias da programação e, em segundo, porque representam um investimento acrescido em termos orçamentais, o qual deve ser rendibilizado ao máximo, o mesmo é dizer, tornar possível a fruição de tais programas por um universo tão vasto e abrangente quanto possível de pessoas. É que nem todos os ouvintes têm disponibilidade para ouvir rádio ao fim-de-semana. Estou a pensar sobretudo naqueles que aproveitam os sábados e domingos para a prática de actividades desportivas, recreativas (caça, pesca, etc.) ou culturais (visita a museus, exposições, ida a concertos, cinema, teatro, etc.). João Almeida disse certa vez no programa do Provedor do Ouvinte que durante a semana as pessoas estão a trabalhar e não tem disponibilidade auditiva para programas que requerem mais atenção. Pode haver aí alguma verdade, mas não é menos certo que os ouvintes que ouvem rádio enquanto trabalham teriam muito mais a ganhar ouvindo programas de autor (ainda que sem uma atenção muito apurada) do que aquelas sequências desconchavadas de trechos de música variada que actualmente preenchem manhãs e tardes inteiras. E depois é preciso não esquecer também as pessoas que não estão no activo que, como se sabe, são cada vez em maior número, seja por causa do crescente desemprego seja porque já se aposentaram. Ou será que essas pessoas não contam? Por acaso, não pagam também elas a contribuição do audiovisual e impostos?

Publicada por Álvaro José Ferreira em 11:57

Recebido por email

segunda-feira, 30 de março de 2009

Mulheres


8.03.2009, Miguel Esteves Cardoso


Só quando os homens chegam a uma certa idade é que podem dizer com certeza que as mulheres são melhores do que eles em tudo - mesmo na bola, a carregar pianos, a lutar com jacarés ou nas outras coisas em que ganhávamos quando éramos mais novos e brutos e fortes.
Quando se é adolescente, desconfia-se que elas são melhores. Nos vintes, fica-se com a certeza. Nos trintas, aprende-se a disfarçar. Nos quarentas, ganha-se juízo e desiste-se. Nos cinquentas, começa-se a dar graças a Deus que seja assim. Os homens que discordam são os que não foram capazes de aprender com as mulheres (por exemplo, a serem homenzinhos), por medo ou vaidade ou estupidez. Geralmente as três coisas.
Desde pequenino, habituei-me que havia sempre pelo menos uma mulher melhor do que eu. Começou logo com a minha linda e maravilhosa mãe, cuja superioridade - que condescendia, por amor, em esconder de vez em quando - tem vindo a revelar-se cada vez mais. As mulheres são melhores e estão fartas de sabê-lo. Mas, como os gatos, sabem que ganham em esconder a superioridade. Os desgraçados dos cães, tal como os homens, são tão inseguros e sedentos de aprovação que se deixam treinar. Resultado: fartam-se de trabalhar e de fazer figuras tristes, nas casas e nas caças e nos circos. Os gatos, sendo muito mais inteligentes, acrobatas e jeitosos, sabem muito bem que o exibicionismo vão leva à escravatura vil.
Isto não é conversa de engate. É até um tira-tesões. Mas é a verdade. E é bonita.

Recebido de uma amiga por email

domingo, 8 de março de 2009

Dia Internacional da Mulher...

O Dia Internacional da Mulher é celebrado a 8 de Março. É um dia comemorativo para a celebração dos feitos económicos, políticos e sociais alcançados pela mulher.
A ideia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada do
século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão económica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho.
As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários.
Existem outros acontecimentos que possam provar a tese como o
incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também aconteceu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911, onde morreram 146 trabalhadoras.
Segundo esta versão, 129 trabalhadoras durante um protesto teriam sido trancadas e queimadas vivas. Este evento porém nunca aconteceu e o incêndio da Triangle Shirtwaist continua como o pior incêndio da história de Nova Iorque.
Muitos outros protestos se seguiram nos anos seguintes ao episódio de 8 de Março, destacando-se um outro em
1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução de horário, melhores salários, e o direito ao voto.
Assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher observou-se a 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América após uma declaração do Partido Socialista da América.
Em 1910, a primeira conferência internacional sobre a mulher ocorreu em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, e o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido.
No ano seguinte, esse dia foi celebrado por mais de um milhão de pessoas na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, no dia 19 de Março.
No entanto, logo depois, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 140 costureiras; o número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Além disto, ocorreram também manifestações pela Paz em toda a Europa nas vésperas da Primeira Guerra Mundial.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de
1910 e 1920, mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na década de 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.

sábado, 7 de março de 2009

Subtileza Feminina...

Um homem telefona para a sua esposa e diz:
- Querida, o meu chefe convidou a mim e a alguns dos seus amigos para irmos pescar num lago distante. Vamos ficar fora uma semana.. Esta é uma excelente oportunidade para eu conseguir a promoção que tenho esperado; por isso me prepare roupa suficiente para uma semana, e também a minha caixa de apetrechos de pesca.
Vamos partir diretamente daqui do escritório, e vou passar aí­ apenas para apanhar essas coisas.
- Ah.... Por favor, coloque também o meu pijama novo, aquele de seda azul.
A mulher acha que isso soa um bocado estranho, mas atende ao pedido do marido.
No fim-de-semana seguinte, ele regressa da pescaria um tanto cansado; mas, fora isso, nada de anormal.
A mulher recebe-o com um beijo e pergunta-lhe se apanharam muitos peixes.
Ele responde:
- Sim! Muitos pargos, algumas garoupas e uns poucos carapaus. Mas, por que não colocou o meu pijama de seda azul, tal como pedi?
A mulher apenas olha fixamente nos olhos dele e responde segura de si:
- Coloquei sim, querido! Coloquei-o dentro da caixa de apetrechos de pesca.
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Moral da história:
Não substime a inteligência retorcida da mulher...