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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Coisas do Arco-da-Velha...Música anti-Sócrates dos Xutos varrida da rádio...

O tema chama-se 'Sem Eira nem Beira', mas não há ninguém que não o conheça por 'Sr. Engenheiro'. É uma das faixas mais comentadas e cantadas na rua do último disco dos Xutos & Pontapés, lançado a 6 de Abril.
Mas, nas rádios nacionais só passou uma vez, uma única vez. Foi na Antena 3.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Quinta Sinfonia de Beethoven em techno



A verdadeira evolução na continuidade...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Bolsos vazios


[Cantos da Casa - 02.02.2009]



Não Há Dinheiro


Letra e música: Sebastião Antunes

Intérprete: Quadrilha* (in CD "Entre Luas", Ovação, 1997)



Esta vida como vês
é sempre a ver se chega ao fim do mês
mas por muito que eu queira
acaba sempre da mesma maneira

falta isto, falta aquilo
eu já não sei o que é que falta primeiro
se é o dinheiro que falta
ou a falta que me faz o dinheiro

a jorna não dá pra nada
e a gente sempre a dizer que tem que dar
já passaram mais uns dias
e o dinheiro está outra vez a acabar

Não há dinheiro
andamos nesta conversa o ano inteiro
não há dinheiro, não há dinheiro
e cada um que se amanhe,

não há dinheiro

[2x]

Eu queria falar contigo
mas não sei como é que te hei-de dizer
eu fui sempre teu amigo
não sei se já me estás a perceber

é que a coisa está difícil
eu até tenho vergonha de contar
acabou-se-me o dinheiro
e este mês ainda demora pra acabar

Deixa lá, não penses nisso
não ter dinheiro não é defeito nenhum
não fiques envergonhado
que eu também ando a ver
se alguém me empresta algum

Não há dinheiro
andamos nesta conversa o ano inteiro
não há dinheiro, não há dinheiro
e cada um que se amanhe,

não há dinheiro

[2x]

* [Créditos gerais do disco:]

Sebastião Antunes – voz, guitarra, bouzouki, bandoleta

Mário João Santos – bateria, Percussão

Pierre Escodo – concertina, Acordeão e Teclas

Rui Nunes – baixo

João Ramos – violino, tin whistle

Produção – Pedro Pimentel

URL: http://www.quadrilha.net/

http://www.vachier.pt/engine.php?cat=60

http://cotonete.clix.pt/quiosque/artistas/musicas.aspx?id=8240

segunda-feira, 6 de abril de 2009

A nossa rádio

Maestrina Joana Carneiro


"O Feminismo na Música": 'fast food' nas manhãs de domingo

Terminada a excelente série "A Herança de Atena", da autoria de Ana Mântua e João Chambers, fiquei na expectativa do que se seguiria no "Caleidoscópio" dominical. Como de costume, programei o telemóvel para as 8:55 e, logo que o toque polifónico soou, liguei a hi-fi sintonizando o rádio na Antena 2 (estava na RR onde ouvira na véspera o "Sete Mares", de Luís Salgueiro). Depois da Judite Lima fechar as portas do seu "Os Nós e os Laços" e do subsequente bloco de 'jingles' e 'spots' promocionais (não haverá maneira de nos pouparem a esta praga?), aparece um novo genérico de programa em que se anuncia "O Feminismo na Música", por Margarida Prates. Apesar do nome da autora nada me dizer, o título desde logo despertou a minha atenção, não por ter qualquer preconceito contra o movimento feminista, iniciando pelas sufragistas inglesas nos inícios do séc. XX, mas pela curiosidade intelectual em conhecer, de forma mais aprofundada e sistemática, as relações existentes entre esse movimento e a música. Mas quando a autora começa por se debruçar sobre obras medievais de canto gregoriano centradas na figura da Virgem Maria, logo deduzi que o âmbito do programa não era o feminismo na música ou as compositoras feministas mas uma coisa bem diferente: "a mulher na música" e/ou "mulheres compositoras", ideia que com o desenrolar do programa acabei por confirmar. Por conseguinte, o título adequado para o programa deveria ser "A Mulher na Música" ou "O Feminino na Música" e não o redutor e equívoco "O Feminismo na Música". Feito o devido reparo ao título, devo dizer que a abordagem da "História da Música", tendo como motivo condutor o elemento feminino, até era, à partida, uma óptima ideia por permitir analisar a criação musical ao longo dos séculos numa perspectiva diferente e com certeza muito interessante. O grande problema é que a concretização da ideia se revelou um completo desastre, tanto no conteúdo como na forma: tudo tratado pela rama, sem a menor profundidade e, ainda por cima, com uma apresentação desorganizada e perfeitamente pedante, fazendo-me recordar outra série de má memória no mesmo "Caleidoscópio", intitulada Haendel de A a T. Para ilustrar a prosa exígua e de reles recorte, a roçar o simplório (como se os ouvintes da Antena 2 não passassem de uma cambada de trogloditas ignaros), a receita escolhida foi uma imensa caldeirada de estilos, épocas e compositores: Canto gregoriano; Afonso X, o Sábio (cantigas de Santa Maria); Henry Purcell ("Ode a Santa Cecília"); Johann Sebastian Bach ("Magnificat"); Fanny Mendelssohn; Clara Schumann; Sergei Rachmaninov; Giacomo Puccini ("Soror Angélica"); Benjamin Britten; Cláudio Carneyro ("Senhora do Almortão"); cancioneiro alentejano (cântico mariano por um coro feminino). Tudo isto servido, como facilmente se advinha, sob a forma de trechos de três a quatro minutos (às vezes menos), deixando transparecer a ideia de que não se estava ali para proporcionar aos ouvintes a fruição das obras nem sequer para lhes aguçar o gosto pelas mesmas; a função da música naquele programa – foi essa a nítida sensação com que fiquei – era meramente ilustrativa, quais desenhos em livros infantis. Só que ao contrário das narrativas para crianças, neste caso não havia uma história que ajudasse a mitigar a frustração causada por aquela sucessão de "coitos interrompidos". E já que aludi à literatura infantil que tem o objectivo de fomentar o gosto pela leitura e, simultaneamente, ajudar as crianças a dominar escorreitamente a língua portuguesa, aproveito para apontar um erro gramatical perfeitamente infantil que ouvi da boca da senhora Margarida Prates: «continuaram sempre a haver artistas». Acontece que não é "continuaram" mas "continuou". Eu não sou linguista e também dou os meus pontapés na gramática (agradeço desde já os reparos que entenderem por bem fazer-me), mas numa rádio vocacionada para a cultura tais erros não são admissíveis. Tais calinadas não existiriam (ou seriam raras) se a Antena 2 se regesse por um critério sério e rigoroso na avaliação da competência científica e cultural das pessoas que com ela se propõem colaborar. Já agora, acrescente-se que as deficiências de ordem cultural de Margarida Prates não se ficam pela gramática: a geografia também parece não ser um dos seus pontos fortes. Para os devidos efeitos, dá-se aqui conta de uma clamorosa asneira. Depois de ter falado da alemã Clara Schumann, a senhora Margarida Prates anunciou que ia mais para norte. Ora como os países que se situam a norte da Alemanha são a Dinamarca, a Noruega e a Suécia eu julguei que me ia revelar uma compositora escandinava ou então dar a ouvir uma obra de um compositor da mesma área geográfica (Carl Nielsen ou Grieg, por exemplo) versando uma figura feminina. Mas não: tratava-se de Rachmaninov, que, segundo rezam as biografias (e como o próprio nome também sugere), nasceu na oriental Rússia! Ainda outra coisa: no fim do programa fiquei com a ideia de que a autora prometeu voltar no próximo sábado. Terei ouvido bem? Ou foi a direcção da Antena 2 que, a posteriori, resolveu proceder a uma troca com a série realizada por Sérgio Azevedo? Se assim foi, porquê? E tendo-se decidido alterar o dia inicialmente previsto para a transmissão, não era possível, com uma simples operação de montagem, ter suprimido aquela frase? Isto pode parecer uma questão de pormenor e de somenos importância, mas revela bem a forma atabalhoada como a Antena 2 vem sendo dirigida.
Resumindo e concluindo: o 'fast food' musical/cultural a que muito apropriadamente se referiu o Prof. Mário Vieira de Carvalho, num artigo publicado na imprensa (reproduzido
aqui) já não se restringe aos "Impérios dos Sentidos", aos "Boulevards", aos "Vibratos" e aos "Bailes de Máscaras". Os próprios programas de autor, ressalvando algumas honrosas excepções, também passaram a ser confeccionados segundo a mesma receita. E isto acontece não por vontade dos ouvintes (que reiteradamente de tem insurgido contra tal modus faciendi) mas porque assim determina o umbigo dos locatários da direcção de programas, Rui Pêgo e João Almeida. Bem, a indivíduos incapazes não se pode pedir que por milagre se tornem competentes – do mesmo modo que ninguém pediria a um iletrado que escrevesse "Os Lusíadas" – mas terá de se pedir responsabilidades a quem teima em mantê-los nas funções para as quais não foram definitivamente talhados.

Post Scriptum: Uma pessoa que com a temática "o feminino na música/mulheres compositoras" teria feito, com toda a certeza, um trabalho primoroso, chama-se Luciana Leiderfarb. Que pena o dinheiro dos contribuintes estar a ser tão mal administrado!
Aproveito o ensejo para chamar a atenção – uma vez mais – para a importância de alguns programas feitos por autores habilitados ("Matrizes", "Musica Aeterna", "Cosmorama", "Prata da Casa") que neste momento têm passagem única ao fim-de-semana, serem repetidos durante a semana. E porquê? Em primeiro lugar, porque constituem as poucas mais-valias da programação e, em segundo, porque representam um investimento acrescido em termos orçamentais, o qual deve ser rendibilizado ao máximo, o mesmo é dizer, tornar possível a fruição de tais programas por um universo tão vasto e abrangente quanto possível de pessoas. É que nem todos os ouvintes têm disponibilidade para ouvir rádio ao fim-de-semana. Estou a pensar sobretudo naqueles que aproveitam os sábados e domingos para a prática de actividades desportivas, recreativas (caça, pesca, etc.) ou culturais (visita a museus, exposições, ida a concertos, cinema, teatro, etc.). João Almeida disse certa vez no programa do Provedor do Ouvinte que durante a semana as pessoas estão a trabalhar e não tem disponibilidade auditiva para programas que requerem mais atenção. Pode haver aí alguma verdade, mas não é menos certo que os ouvintes que ouvem rádio enquanto trabalham teriam muito mais a ganhar ouvindo programas de autor (ainda que sem uma atenção muito apurada) do que aquelas sequências desconchavadas de trechos de música variada que actualmente preenchem manhãs e tardes inteiras. E depois é preciso não esquecer também as pessoas que não estão no activo que, como se sabe, são cada vez em maior número, seja por causa do crescente desemprego seja porque já se aposentaram. Ou será que essas pessoas não contam? Por acaso, não pagam também elas a contribuição do audiovisual e impostos?

Publicada por Álvaro José Ferreira em 11:57

Recebido por email

quinta-feira, 19 de março de 2009

FESTIVAL INTERCÉLTICO DO PORTO

.... Todos nós lamentamos o que está a acontecer ao Porto que, do ponto de vista cultural, não é nada. Uma lacuna que está a ser sistematicamente camuflada através de coisas episódicas, com alguma monumentalidade: o festival aéreo, as corridas de automóveis, fogos de artificio….

Mário Cláudio in revista “Tripeiro”, Janeiro de 2008



Tudo começou em 19 de Dezembro de 1969, com a edição de uma revista dedicada à divulgação das músicas do nosso (des)contentamento, num tempo de resistência e de cantos teimosos e militantes, que ousaram desafiar o silêncio oficial, recusando barreiras e mordaças em nome da dignidade e da liberdade. Nas suas páginas a mundo da canção assumiu a força da palavra, com naturais limitações, mas sempre firme no desejo e vontade de contribuir para a denúncia de tudo quanto compunha o quadro de mentira e alienação cultural.

A partir de Julho de 1985, já depois do 25 de Abril, a revista MC deixou as bancas e passamos então à organização, produção e divulgação de concertos e festivais, numa dinâmica cultural sobretudo ligada à cidade do Porto.

Durante este período realizamos 8 Festivais de Jazz do Porto (Paolo Conte, Dave Holland, Leroy Jones, Enrico Rava, Michel Petrucciani, Tete Montoliu, Charles Lloyd, Daniel Humair, Kenny Garrett, Antonio Hart, Brad Mehldau) e 17 edições do Festival Intercéltico do Porto e muitas dezenas de concertos, trazendo à Invicta nomes fundamentais como Léo Ferre, Georges Moustaki, Astor Piazolla, Miles Davis, Paco de Lucia, Egberto Gismonti, Atahualpa Yupanqui, Nara Leão, Gal Costa, Gilberto Gil, Pablo Milanés, B.B. King, Milton Nascimento, Herbie Hancock, Wayne Shorter, Cesária Évora, entre tantos e tantos outros, mas também os portugueses José Afonso, Sérgio Godinho, Carlos Paredes, José Mário Branco, Trovante, Maria João Pires, Rui Veloso, etc., etc.


FESTIVAL INTERCÉLTICO DO PORTO


A primeira edição aconteceu em Abril de 1986, tendo passado pelas várias salas da cidade: Rivoli, Coliseu, Cinema do Terço (que acaba de ser desmantelado), Cinema Carlos Alberto e nos últimos anos no Cinema Batalha.

Ao longo destas 17 edições a cidade recebeu alguns dos nomes mais relevantes da chamada música celta, entre os quais se destacam irlandeses como The Chieftains, Dervish, Andy Irvine, Four Men and a Dog, Lunasa, Maddy Prior, De Dannan, Fairport Convention, Patrick Street, Altan, Kíla e Solas, mas também grupos de outras nacionalidades como os portugueses Fausto, Brigada Vítor Jara, Júlio Pereira, Amélia Muge, Vai de Roda, Gaiteiros de Lisboa, ou os galegos Emílio Cao, Na Lua, Luar na Lubre, Carlos Nuñez, Berroguetto, La Musgaña, Xosé Manuel Budiño, Mercedes Péon, Susana Seivane, entre muitos outros, ou ainda Márta Sebestyen e os Muzsikás, Värtinä, Gwendal, Kepa Junkera, Alan Stivell, Skolvan, Garmarna, Celtas Cortos, Kornog e tantos outros. Ao longo dos anos a elite da música folk/celta visitou esta cidade do Porto, dando a conhecer o seu trabalho.

Em 17 de Setembro do ano passado demos início à preparação daquela que seria a 18ª edição do FIP e apresentamos, à estrutura camarária para a Cultura e Desporto (Porto Lazer) um pedido de apoio (€ 20.000) para um projecto especialmente dedicado à Irlanda e que incluía, para além dos habituais concertos, animação de rua na Praça da Batalha e na Rua de Stª Catarina. Como a resposta tardava, em 12 de Dezembro enviamos novo ofício à “Porto Lazer”. Em 27 de Janeiro e uma vez que ainda não tínhamos tido qualquer noticia, renovamos o nosso pedido por email até que atingida a data limite, no inicio de Março, e mantendo-se o silêncio por parte da “Porto Lazer” fomos forçados a abandonar o projecto, uma vez que a 18ª edição do FIP estava agendada para os dias 17 e 18 de Abril, sendo que num mês não é possível concretizar um projecto desta envergadura.



“CAÇADORES DE SUBSÍDIOS”

No dia 4 do corrente mês, numa pequena nota, demos conta à Comunicação Social desta situação, o que provocou uma onda de interesse e curiosidade sobre o futuro do Intercéltico, tendo sido contactados por inúmeros jornalistas que nos questionaram sobre o que se passava, aos quais relatamos a verdade e os factos, lamentando a falta de respeito com que fomos tratados, uma vez que a “Porto Lazer”, revelando um profundo desprezo pelos cidadãos desta cidade, nem sequer se dignou responder à correspondência que lhe foi enviada.
Toda esta movimentação teve eco nos diversos media pelo que os responsáveis da Autarquia sentiram necessidade de se justificar e não tendo quaisquer argumentos honestos que pudessem apresentar, usaram da mais baixa ignomínia, distribuindo um comunicado no qual acusam os responsáveis pela organização do FIP de “caçadores de subsídios”, revelando assim a falta de ética e toda a mesquinhez que tem caracterizado a sua actuação.

Todos conhecemos o deserto cultural que a governação autárquica destes últimos 8 anos trouxe à nossa cidade, o qual contrasta flagrantemente com o incremento de actividade que se verifica nas cidades vizinhas, transformando o Porto numa coutada daqueles que sempre que ouvem falar de cultura, seja música, teatro, dança ou artes plásticas puxam logo da pistola e medem o interesse das realizações pelo numero de votos que estas lhes podem render, com vista à manutenção dos lugares que tão ciosamente tentam manter, desprezando, do alto da sua ignorância, os interesses dos cidadãos e o desenvolvimento da cidade, assim se compreendendo o especial empenho com que privilegiam eventos como as corridas de automóveis da Boavista e os aviões no Douro, que lhes permitem pavonearem-se nas televisões, mas que custam milhões ao erário público, como acontece com as referidas corridas da Boavista que custam aos contribuintes portugueses 3 milhões de euros.

A nós não nos impressionam os fogos de artifício e os megafones. Há 40 anos que alimentamos um projecto e prosseguimos o nosso trabalho, com coerência e determinação e não serão acusações mesquinhas e falsas de quem despreza a cultura que nos vai fazer recuar ou interromper a nossa luta.

Assim, já em Abril apresentaremos, na Casa das Artes dos Arcos de Valdevez, as “Noites Intercélticas” e em Maio vamos trazer a Portugal, um dos grandes cantautores de Espanha – PATXI ANDIÓN – que vai realizar uma série de quatro concertos: Figueira da Foz, dia 13. Lisboa, dia 14. Porto (Casa da Música) dia 15 e no Teatro Municipal da Guarda a 16 de Maio.


Esperamos que o próximo Outono traga ventos de mudança aos destinos desta cidade e que finalmente seja possível inverter o rumo e iniciar a recuperação do tempo perdido nestes anos sombrios de estagnação.


Nota: para conhecer a história dos “Caçadores de subsídios” deve consultar o site www.discantus.pt assim como o blog http://festivalintercelticoporto.blogspot.com


MC - Mundo da Canção
Rua Duque Saldanha, 97
4349-030 PORTO
Tel: 225193100
Fax: 225193109
Site: www.discantus.pt

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Joan Baez...Cantora de Folk...Faz hoje 68 anos...

Joan Chandos Baez (nascida em 9 de janeiro de 1941 em Staten Island, Nova Iorque) é uma cantora norte americana de folk, conhecida por seu estilo vocal distinto e opiniões políticas apresentadas abertamente.
Índice
1 História
-1.1 Primeiros anos
-1.2 Anos 60 a 80
-1.3 Anos recentes
2 Discografia
3 Ligações externas
Joan Baez diz "No nos moverán"(poema de Pablo Neruda)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Édith Piaf...Foi uma Cantora Francesa...

Édith Piaf (Édith Giovanna Gassion) nasceu em Paris, França no dia 19 de dezembro de 1915 e faleceu em Grasse, França no dia 10 de outubro de 1963.
Foi uma cantora francesa de música de salão e variedades, mas foi reconhecida internacionalmente pelo seu talento no estilo francês da chanson. Seu canto expressava claramente sua trágica história de vida.
Entre seus maiores sucessos estão "La vie en rose" (1946), "Hymne à l'amour" (1949), "Milord" (1959), "Non, je ne regrette rien" (1960). Participou de peças teatrais e filmes.
Em junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela, chegando ao cinemas brasileiros em agosto do mesmo ano com o título "Piaf - Um Hino Ao Amor" (originalmente "La Môme", em inglês "La Vie En Rose"), direção de Olivier Dahan.
Édith Piaf está enterrada na mais célebre
necrópole parisiense, o cemitério do Père-Lachaise. Seu sepultamento foi acompanhado por uma multidão poucas vezes vista na capital francesa. Hoje, seu túmulo é um dos mais visitados por turistas do mundo inteiro.
Índice
1 Infância
2 Cantora de cabaré
3 Vedete de music-hall
4 La Vie en Rose
5 Vida amorosa
6 Chez Édith Piaf - Ses grandes amitiés: (Casa de Édith Piaf - Suas grandes amizades)
7 Música “L'accordéoniste”, por Édith Piaf
8 As grandes canções de Édith Piaf
9 Canções interpretadas por Édith Piaf
10 Os filmes
11 Ligações externas
.
Edith Piaf : " L'Hymne à l'amour "

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Partiu Miriam Makeba



Cantora morreu no final de um concerto de apoio ao autor de 'Gomorrah'

Roberto Saviano escreveu Gomorrah, livro publicado em 2006 que expôs detalhes e segredos da Camorra, a máfia napolitana. As mesmas páginas foram transformadas em filme já este ano e Saviano acabou ameaçado pelas organizações criminosas da cidade italiana. Miriam Makeba, nome maior da música sul-africana e activista pelos direitos humanos, esteve em Itália para um concerto de apoio ao jornalista-escritor. Após a actuação, Makeba foi vítima de um ataque cardíaco. Acabaria por morrer, com 76 anos.

Nelson Mandela figurava entre os nomes que apelidavam Miriam Makeba de "Mama Afrika", título garantido pela voz incansável tanto no canto como na denúncia. Na verdade, o seu desaparecimento seria sempre motivo de notícia, e não apenas porque associada a uma controversa aparição pública que levou os meios de comunicação de todo o mundo a procurar eventuais teorias conspirativas. Mas a sustentação de tais hipóteses faz-se de fragilidades. Para a história fica o percurso de uma cantora convicta da transformação latente nas canções que interpretava. Mesmo a sua última prestação em Caserta, quis lembrar que, naquela localidade, foram assassinados seis imigrantes originários do Gana - a autoria do massacre está associado às associações criminosas descritas no livro de Roberto Saviano.

Miriam Makeba mostrou os primeiros sinais de uma vincada personalidade artística na década de 50, quando o bairro de Sophiatown, nos subúrbios de Joanesburgo, atraía os cosmopolitas mais curiosos pelas manifestações artísticas. A segregação imposta pelo regime de apartheid acabou por afastar os negros dos circuitos culturais, mas aquela que seria mais tarde rebaptizada como a "imperatriz da canção africana" encontrou a melhor forma de dar continuidade à sua vontade artística. Encontrou a parceria perfeita com Hugh Masekela, o trompetista que a influenciou em definitivo a desenvolver a linguagem musical que melhor a serviu: um cruzamento entre a tradição africana e o jazz.

Come Back, Africa, documentário revelado em 1959, transformou Miriam Makeba num símbolo da luta antiapartheid. Ao mesmo tempo, foi--lhe negada a entrada na África do Sul durante os 30 anos seguintes. Colaborações assinou-as com nomes tão distintos como Dizzy Gillespie ou Paul Simon. As distinções surgiram tanto de John Kennedy como das Nações Unidas. A autora de títulos como Pata Pata, The Click Song ou Malaika estava em digressão pelo mundo desde 2005, naquela que tinha já sido anunciada como a sua tour de despedida.
In DN

domingo, 12 de outubro de 2008

Luciano Pavarotti...Um dos maiores tenores de todos os tempos...

Luciano Pavarotti
Luciano Pavarotti (Módena, 12 de outubro de 1935 — Módena, 6 de setembro de 2007) foi um cantor (tenor lírico) italiano, grande intérprete das obras de Donizetti, Puccini e Verdi, dentre outros em seu grande repertório. É reconhecido como o tenor que popularizou mundialmente a ópera.
Pavarotti participou, com os tenores espanhóis
José Carreras e Plácido Domingo, dos famosos concertos "Os três tenores", e gravou duetos com James Brown,Frank Sinatra,Ricky Martin, Laura Pausini, Spice Girls, Bryan Adams, Andrea Bocelli, Mariah Carey, Queen, Céline Dion, Eros Ramazzotti, Jon Bon Jovi, The Corrs, U2 e Roberto Carlos, entre outros, especialmente para causas beneficentes, nas quais se envolveu bastante.
É considerado um dos mais importantes tenores de todos os tempos.
Cantou nos mais importantes teatros mundiais, como o Teatro alla Scala (Milão), a Royal Opera House (Covent Garden, Londres), o Metropolitan Opera House (Nova Iorque), dentre outros.
Índice
1 Biografia
2 Em Portugal
3 No Brasil
4 Ligações externas
Pavarotti : Ave Maria ( Schubert)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Adriana Calcanhotto...Cantora e Compositora Brasileira...

Adriana Calcanhotto
Adriana da Cunha Calcanhotto, mais conhecida por Adriana Calcanhotto ou Adriana Partimpim, (Porto Alegre, 3 de outubro de 1965) é uma cantora e compositora brasileira.
Recentemente ampliou a atuação num álbum para crianças, o
Adriana Partimpim (2004), com o qual obteve grande sucesso em espetáculos e pelo qual foi nomeada para concorrer ao prêmio Grammy latino de melhor álbum infantil na casa de espetáculos nova-iorquina Madison Square Garden (2 de novembro de 2006).
As composições abordam estilos variados:
samba, bossa nova, funk, rock, pop, baladas. Dentre as características de repertório, observa-se a regravação de antigos sucessos da MPB e arranjos diferenciados.
Índice
-
1 Carreira
-2 Curiosidades
-3 Discografia
-4 Ver também
-5 Ligações externas
Adriana Calcanhotto : " Fico Assim Sem Você "

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Chico Buarque...Cantor, Músico e Escritor Brasileiro...

Chico Buarque
Francisco Buarque de Hollanda, conhecido como Chico Buarque (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944) é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro.
Filho do historiador Sérgio Buarque de Hollanda, iniciou sua carreira na década de 1960, destacando-se em 1966, quando venceu, com a canção A Banda, o Festival de Música Popular Brasileira.
Em 1969, com a crescente repressão da Ditadura Militar no Brasil, se auto-exilou na Itália, tornando-se, ao retornar, um dos artistas mais ativos na crítica política e pela democratização do Brasil.
Na carreira literária, foi ganhador do Prêmio Jabuti, pelo livro Budapeste, lançado em 2004.
Casou-se e separou-se com a atriz
Marieta Severo, com quem teve três filhas
Chico Buarque e Milton Nascimento cantam " Cálice "