Mostrar mensagens com a etiqueta Missões de Paz. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Missões de Paz. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 16 de abril de 2009

De que está o nosso governo à espera?


.
PETIÇÃO EM PROL DA CONSTRUÇÃO DE UM ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO NA GUINÉ-BISSAU

A República da Guiné-Bissau, na África Ocidental, é um país multiplamente rico em História, recursos naturais e diversidade étnica, membro da CPLP, da UEMOA, da CEDEAO, da Francofonia, da União Africana e da ONU, além dos ACP, do MNA e da OCI.

Tendo acedido à independência em 1974, este país Lusófono vem sendo ciclicamente palco de erupções violentas e sangrentas, da responsabilidade de agentes do Estado desviados para comportamentos criminosos, bárbaros, denunciadores de um poder paralelo arrogante, usurpador, anti-social e contra-natura, que sitia o Estado, as personalidades e as instituições; impõe-se de forma ostensivamente grosseira à Comunidade Internacional; desafia os valores universalmente aceites pela Consciência Humana no século XXI; e favorece o narcotráfico e o terrorismo de Estado.

Assim, face à total falência do Estado, na Guiné-Bissau nos seus vários vectores, designadamente no político ou de organização do poder, no económico, no administrativo, no social, no da ordem e no da justiça;

Em prol da construção de um Estado de Direito democrático na Guiné-Bissau, para a exequibilidade da ordem, da segurança e do bem-estar sociais; para a realização da paz, da cidadania e do desenvolvimento; e para o respeito do mínimo ético-filosófico da sociedade contemporânea;

Pedimos e exortamos a todos os homens e mulheres ciosos da preservação da património civilizacional da Humanidade e a todos os Estados do mundo, em particular os Estados Lusófonos, que repudiem energicamente a situação vertente na Guiné-Bissau e accionem os dispositivos pertinentes da Carta das Nações Unidas com vista ao envio imediato de uma força multinacional de intervenção suficiente para assegurar, durante dez anos prorrogáveis, a conformidade do Estado com os seus fins próprios, bem como o saneamento, formação e disciplina cívica e democrática das Forças de Defesa e Segurança da Guiné-Bissau.

1º Subscritor: Francisco José Fadul
Ex-Primeiro-Ministro e actual Presidente do Tribunal de Contas da Guiné-Bissau

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO
Comissão Coordenadora

*O governo português - com o sábio Sócrates à testa - está mais interessado em enviar tropas para o Iraque e Afeganistão, como tem feito, do que em perceber este apelo, e assumir as suas responsabilidades na CPLP.

Continua no seguidismo à administração Bushista Americana, à espera que Obama diga que vai retirar de lá as tropas, e está mais interessado na Paz Mundial do que na NATO. Mas isso ainda vai demorar algum tempo. O complexo militar/industrial americano não lhe vai tornar a vida fácil. O que Obama precisa para cumprir a sua missão é de aliados que se neguem a continuar a espalhar a e colaborar na guerra. O que a nova Administração Americana espera e precisa é de aliados que saibam dizer NÃO à continuação do desastre. E lhe apontem novos rumos para a pacificação e justiça social no mundo.

Entretanto, a nossa última petição, "EM PROL DE UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA REPRESENTATIVA", este algum texto inacessível, mas já está outra vez on-line
PARA ASSINAR A PETIÇÃO:
http://www.gopetition.com/online/26885.htm


* Comentário entrelinhas de Álvaro Fernandes



terça-feira, 20 de maio de 2008

AS FORÇAS ARMADAS PORTUGUESAS EM MISSÕES DE PAZ NO ESTRANGEIRO

Segundo o DN de hoje, os Chefes de Estado-Maior da Armada, Exército e Força Aérea deram luz verde a uma iniciativa da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA), para dar a conhecer as acções desenvolvidas pelos militares nas operações de paz no estrangeiro.

“Face à escassa informação que chega à opinião pública [em especial sobre as operações no Afeganistão], achámos desejável” divulgar o que têm feitos as Forças Nacionais Destacadas desde 1996 (início da missão na Bósnia), com base nos testemunhos de oficiais que comandaram essas unidades, disse ao DN o presidente da AOFA, coronel Alpedrinha Pires.

A AOFA “pretende dar a conhecer experiências que possam consolidar a imagem do papel que as Forças Armadas desempenham e, a partir daí, contribuir para uma melhor percepção das missões e da sua utilidade potencial para o País”, sublinhou Alpedrinha Pires, adiantando que a primeira dessas apresentações vai realizar-se a 4 de Junho, centrando-se em duas operações a cargo da Força Aérea: o comando do aeroporto internacional de Cabul (2005) e a defesa aérea dos países bálticos (2007).

Recorde-se que o desempenho dos militares portugueses tem sido internacionalmente reconhecido, tanto a nível político como militar. Mas, além desses elogios públicos, a verdade é que se sabe pouco do que andam os militares a fazer, em particular em teatros de operações “a sério” como o Afeganistão, onde Portugal vai reduzir a sua presença a partir de Agosto.