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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Niccolò Paganini...foi um Compositor Italiano e virtuoso do violino ...

Niccolò Paganini (Gênova, 27 de outubro 1782Nice, 27 de maio 1840) foi um compositor e violinísta italiano que revolucionou a arte de tocar violino, e deixou a sua marca como um dos pilares da moderna técnica de violino.
O seu caprice em Lá menor, Op. 1 No. 24 está entre suas composições mais conhecidas, e serve de inspiração para outros proeminentes artistas como Johannes Brahms e Sergei Rachmaninoff.
Índice
1 Vida
2 Legado
3 Lista de composições
4 Outras obras inspiradas por Paganini
5 Referências
6 Bibliografia
7 Ligações externas
Jascha Heifetz interpreta: Paganini Caprice No. 24
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domingo, 3 de maio de 2009

Maquiavel...Foi Filósofo, Diplomata e Historiador Italiano...

Nicolau Maquiavel, em italiano Niccolò Machiavelli, (Florença, 3 de Maio de 1469 — Florença, 21 de Junho de 1527) foi um historiador, poeta, diplomata e músico italiano do Renascimento.
É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pela simples manobra de escrever sobre o Estado e o governo como realmente são e não como deveriam ser. Os recentes estudos do autor e da sua obra admitem que seu pensamento foi mal interpretado historicamente.
Desde as primeiras críticas, feitas postumamente por um cardeal inglês, as opiniões, muitas vezes contraditórias, acumularam-se, de forma que o adjectivo maquiavélico, criado a partir do seu nome, significa esperteza, astúcia.
Niccolò di Bernardo dei Machiavelli viveu a juventude sob o esplendor político de Florença durante o governo de Lourenço de Médici e entrou para a política aos 29 anos de idade no cargo de Secretário da Segunda Chancelaria.
Nesse cargo, Maquiavel observou o comportamento de grandes nomes da época e a partir dessa experiência retirou alguns postulados para sua obra.
Depois de servir em Florença durante catorze anos foi afastado e escreveu suas principais obras.
Conseguiu também algumas missões de pequena importância, mas jamais voltou ao seu antigo posto como desejava.Como renascentista, Maquiavel se utiliza de autores e conceitos da Antiguidade Clássica de maneira nova.
Um dos principais autores foi Tito Lívio, além de outros lidos através de traduções latinas, e entre os conceitos apropriados por ele, encontram-se o de virtù e o de fortuna.
Índice
1 Contexto histórico
2 Juventude
3 Segunda Chancelaria
-3.1 Primeiras missões diplomáticas
-3.2 Missão à corte francesa
-3.3 César Bórgia
-3.4 Guarda florentina
4 Queda de Soderini
5 Escrita das principais obras
-5.1 O Príncipe
-5.2 Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio
6 Interpretações comuns
-6.1 Conselheiro de tiranos
-6.2 Conselheiro do povo
-6.3 Nacionalista
7 Pensamento
-7.1 Virtù e fortuna
-7.2 História
-7.3 Ética
7.4 Natureza humana
8 Notas e referências
9 Ligações externas
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Frases
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"O homem esquece mais facilmente a morte do pai do que a perda do patrimônio".
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"Em política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã."
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"Assim, um príncipe sábio pensará em como manter todos os seus cidadãos, e em todoas as circunstâncias, dependentes do Estado e dele; e aí eles serão sempre confiáveis."
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"Quando os homens não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição."
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O homem que tenta ser bom o tempo todo está fadado à ruína entre os inúmeros outros que não são bons."
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"Todos vêem aquilo que pareces, poucos sentem o que és."

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Tiro no pé


Berlusconi nega que frase do "acampamento" seja gafe

Hoje

O primeiro-ministro italiano negou que a sua frase para os sobreviventes do terramoto em Itália - "é preciso encarar a situação como um acampamento de fim-de-semana" – tenha sido insultuosa.

Este cada vez que abre a boca dá mais um tiro no pé.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Bocas de um cretino arrogante


Sismo? «É como acampar ao fim-de-semana», diz Berlusconi

Primeiro-ministro comenta situação dos desalojados de Áquila

ACTUALIZADO ÀS 13H10

Para Sílvio Berlusconi, os desalojados pelo sismo em Itália enfrentam estes dias como «um acampamento de fim-de-semana». A declaração do primeiro-ministro italiano foi proferida ao canal alemão N-TV, num comentário às condições de auxílio às vítimas.

«Eles têm tudo o que precisam. Têm apoio médico, comida quente... Claro que o local onde estão é temporário, mas deviam encarar a situação como uma fim-de-semana de campismo», referiu, em entrevista.

In Portugal Diário

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Lamentamos esta catástrofe e estamos solidários com as vítimas e respectivas famílias

Última actualização 17h49

Um forte terramoto no centro de Itália fez, na madrugada desta segunda-feira, pelo menos uma centena de vítimas mortais, diz o jornal La Repubblica, que refere ainda que 50 mil pessoas ficaram desalojadas. Em declarações ao canal televisivo Sky TG-24, as equipas de emergência também adiantaram que há «pelo menos 100 mortos».

O ministro do Interior italiano admitiu mesmo que o número de vítimas mortais se situe entre os 100 e os 150.

Segundo o mesmo jornal, já foi detida uma pessoa em Áquila por tentativa de roubo, aproveitando a confusão na cidade.

O primeiro-ministro declarou o «estado de emergência» e falou em «cerca de 1500 feridos» e disse temer o aumento do número de vítimas. Silvio Berlusconi anunciou ainda quatro mil camas e duas mil tendas para os desalojados.

VEJA AS FOTOS

Com uma magnitude de 6,3 na escala de Ritcher, o sismo fez ainda vários feridos e avultados danos materiais. As equipas de resgate temem que estejam ainda várias pessoas debaixo dos escombros.

O epicentro registou-se por volta das 2h30 de Lisboa, a cinco quilómetros de profundidade, num local muito próximo da localidade de Áquila, a cerca de 85 quilómetros de Roma, onde também se sentiu a terra tremer.

Áquila: 800 anos de história e de sismos

Durante as últimas horas, têm-se sentido várias réplicas e os habitantes com medo fogem para as ruas.

Fonte da secretaria de Estado das Comunidades garantiu à Lusa que nenhum português pediu, até ao momento, apoio às autoridades italianas ou portuguesas na sequência do sismo.

Estudantes portugueses sobrevivem

A mesma fonte referiu que ainda não foram reveladas as nacionalidades das vítimas mortais.

Também o número do Gabinete de Emergência Consular (707 202 000) não foi contactado por familiares ou amigos de portugueses em Itália, como normalmente costuma acontecer em caso de grandes acidentes no estrangeiro, adiantou a fonte.

A mesma fonte disse que não descarta a possibilidade de haver portugueses na região mais afectada pelo sismo, lamentando que os cidadãos portugueses não se inscrevam nos serviços consulares portugueses quando estão em trabalho temporário ou em visita.

VEJA O VÍDEO

A embaixada de Portugal em Roma confirmou que, até ao momento, não há registo de vítimas portuguesas.

«Estamos em contacto com o Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano no sentido de se saber se poderá existir portugueses entre as vítimas que ainda não estão contadas», referiu Nuno Belo, conselheiro da embaixada.

«Não temos notícia por agora de nenhuma (vítima) portuguesa», adiantou, frisando que a zona onde se registou o sismo é «uma região onde não há muitos portugueses».
In Portugal Diário

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Umberto Eco...Escritor e Filósofo Italiano...

Umberto Eco (Alexandria, 5 de janeiro de 1932) é um escritor, filósofo e lingüista italiano. Eco é mundialmente reputado por seus diversos ensaios universitários sobre a semiótica, a estética medieval, a comunicação de massa, a lingüística e a filosofia.
É, também, titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de
Ciências Humanas na Universidade de Bolonha, além de colaborador em diversos periódicos acadêmicos, colunista da revista semanal italiana L'Espresso e professor honoris causa em diversas universidades ao redor do mundo.
Eco é, ainda, notório escritor de romances, entre os quais O nome da rosa e O pêndulo de Foucault.
Índice
1 Biografia
2 Bibliografia
-2.1 Romances
-2.2 Outras obras
3 Ligações externas

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Paganini...Compositor Italiano e um virtuoso do violino...

Paganini
Niccolò Paganini (Gênova, 27 de outubro de 1782Nice, 27 de maio de 1840) foi um compositor italiano que revolucionou a arte de tocar violino.
Em 1833 recusou Haroldo na Itália, peça para viola e orquestra encomendada por Hector Berlioz, alegando que seu solo era fácil demais.
Quando criança era constantemente obrigado pelo próprio pai a estudar violino muitas horas por dia, sob ameaça de castigos severos.
Em seus primeiros concertos públicos foi considerado uma criança prodígio. Após de libertar-se da custodia do pai-déspota, começou a carreira como virtuoso do violino, em toda a Itália.
Ficou famoso também pelo seu estilo da vida rebelde, freqüentemente gastando todo seu o dinheiro em jogos e diversões noturnas. Durante os anos 1800-1805 desapareceu completamente da vida pública. Diz a lenda que passou estes anos na prisão.
Embora, no início de sua vida profissional desse os seus concertos apenas na Itália, sua fama como violinista-virtuoso logo espalhou-se por toda Europa.Só em 1828 saiu da Itália para uma viagem de concertos no estrangeiro.
Tocou na Áustria, Alemanha e França entre outros países, sempre com grande sucesso.
Os últimos anos da sua vida foram passados em
Nice. Apesar de muito rico, ficou doente de tuberculose e não podia falar.
É desnecessário dizer que a maioria das obras de Paganini foram escritas para violino. Conquanto diversas obras para violino e orquestra possam fazer parte das suas peças, o violinista somente compôs cinco verdadeiros concertos para violino.
A maioria deles foi composta quando já adentrado em anos, embora o Primeiro Concerto pode provavelmente ser datado de 1817. Em todas as apreçiações, cartas e outras fontes contemporâneas aparece o testemunho de como as platéias e os críticos reagiram à execução deste "violinista diabólico".
E mesmo agora - ainda que Paganini tenha morrido há mais de um século e meio - ele ainda aparece como um exemplo clássico da execução "virtuose" do violino
Paganini : " Caprice #24 "

quarta-feira, 16 de abril de 2008

EUROPA EXAUSTA

O TRIUNFO DOS PORCOS

Não é surpreendente a vitória de Berlusconi. Ele representa o que há de pior na política: grosseria, ignorância, mentira, má-fé, soberba e desprezo. Mas o seu opositor mais bem colocado, o pusilânime Veltroni, não é carne, nem peixe, nem arenque vermelho. Além do que, com notória ausência de ideias e de ideais, contrabandeou como suas algumas das promessas eleitorais de Il Cavaliere. O caso italiano reflecte a crise ideológica na Europa, tanto à esquerda como à direita. Ambas demonstram ser incapazes de elaborar uma política de civilização, que se oponha a este tipo de aventureirismo e aos perigos daí decorrentes.

Retomo uma pergunta formulada por Elio Vittorini (Il Politecnico - Setembro de 1945) no debate que manteve com Palmiro Togliatti: "Que faz a cultura pelo homem que sofre? Procura consolá-lo." As frases possuem uma actualidade excruciante: consolar é o contrário de resolver. Se convoco Vittorini para o texto é porque o grande escritor foi o chefe de orquestra de um pensamento aberto ao dinamismo das ideias, e a Itália intelectual o palco no qual se dirimiram questões fundamentais para o futuro da liberdade e da democracia.

Mas a Europa está exausta. E a Itália é um dos resultados dessa exaustão. Os debates sobre política e cultura ausentaram-se do tablado. A pobreza do pensamento europeu explica, em grande parte, a ascensão de uma classe dominante marcada pela incultura. O efeito nefasto deste vazio procriou governantes de incertas convicções e ambígua ideologia, incapazes de separar os diferentes aspectos da realidade. Veltroni proclama os estremecidos desejos de "renovar a esquerda". Já sabemos no que vão dar essas aspirações: à mutilação das raízes.

Naturalmente, precisamos de uma "outra" esquerda; mas, também, de uma "outra" direita. O recenseamento das abdicações mútuas (da direita e da esquerda) produziu populistas sem escrúpulos e um rol infindável de crimes.

Nem revolta nem revolução. O que se nos propõe como realidade está repleto de logros, embustes e ilusões. Em nome da "democracia liberal" (que mais não é do que "democracia financeira") há a intenção de se instaurar e consolidar uma ordem despótica. Não há alternativa, proclamam. Há. Desde que a regulação dos conflitos admita que as formas de infelicidade social têm origem nas deformações políticas.

Silvio Berlusconi reaparece por impossibilidade de uma esquerda cuja deriva ultrapassa qualquer capacidade de cálculo, e de uma direita doente de domínio e defensora de doutrinas obsoletas. O que nos remete para o problema da democracia. Que está em perigo, não só em Itália. Basta que olhemos em volta: a grosseria espezinha qualquer tipo de civilidade. É a vitória dos porcos, como escreveu Orwell. |

Baptista-Bastos in DN de 16 Abril 2008